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sábado, 31 de dezembro de 2011

Desafio de Leitura Mystery & Suspense 2011 - Terminado!

ATTENTION: This post will be writen in Portuguese and English.


O Desafio de Leitura Mystery & Suspense 2011 foi organizado pelo blog Book Chick City e consistiu em ler, durante o ano de 2011, um mínimo de 12 livros que se enquadrem no género mistério e suspense.

Estes foram os livros que li para o desafio:
Gostei muito de participar neste desafio e já me inscrevi na edição de 2012!


The Mystery & Suspense Reading Challenge 2011 was organized by Book Chick City and it consisted of reading, during 2011, a minimum of 12 mystery and suspense books.

These were the books I read for the challenge:
I really enjoyed participating in this challenge and I've already signed up for the 2012 edition!

Opinião: "O Natal de Poirot"

Título original: Hercule Poirot's Christmas
Autor: Agatha Christie
Série: Hercule Poirot #20
Tradutor: Isabel Alves
Colecção: Obras de Agatha Christie nº12
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Abril de 2008
ISBN: 9789724131610
Páginas: 208

Sinopse: É véspera de Natal. A reunião da família Lee é destruída por um ensurdecedor barulho de mobília a partir-se, seguido por um grito de agonia. No andar de cima, o tirânico Simeon Lee encontra-se morto num lago de sangue com a garganta cortada.

No entanto, quando Hercule Poirot, que se encontra na zona para passar o Natal com um amigo, oferece a sua ajuda, encontra uma atmosfera não de luto mas de suspeita mútua. Parece que toda a gente tinha as suas razões para odiar o velho….

A minha opinião: Eu adoro o Natal! Por isso não resisti a ler este livrinho nesta altura. Um mistério na época natalícia desvendado pelo meu detective preferido? Perfeito para mim!

E na verdade adorei! Ainda que tivesse desvendado muitas coisas, a autora conseguiu surpreender-me no final, não estava à espera que o assassino fosse aquela personagem. Hercule Poirot encontra-se em grande forma neste livro. Só tive pena que o Capitão Hastings não entrasse na história.

Um excelente mistério para terminar o ano em grande!

Classificação: 5

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Este livro conta para os Desafios Mystery & Suspense 2011 e 2011 Vintage Mystery Reading.

domingo, 30 de outubro de 2011

Opinião: "O Misterioso Caso de Styles"

Título original: The Mysterious Affair at Styles
Autor: Agatha Christie
Série: Hercule Poirot #1
Tradutor: Carlos Afonso Lobo
Colecção: Obras de Agatha Christie nº10
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Maio de 2009
ISBN: 9789724130491
Páginas: 192

Sinopse: Acontecem coisas estranhas em Styles St. Mary...
A anfitriã, Emily, madrasta de John e de Lawrence Cavendish, tem o controlo absoluto da fortuna familiar desde que o marido morreu. É pois natural que aqueles fiquem bastante preocupados quando Emily decide casar com um homem vinte anos mais novo e ainda por cima com um passado suspeito.
O clima de tensão que se sente entre os membros da família Cavendish deixa o capitão Hastings, de visita à mansão, alarmado e convencido de que algo de terrível está para acontecer. E quando os seus piores receios se concretizam e Emily aparece morta no seu quarto, vale-lhe a ajuda do seu velho amigo Hercule Poirot. O reencontro entre ambos é caloroso mas não dissipa a indefinível e ameaçadora presença do mal...

A minha opinião: Este é o primeiro livro em que surge a personagem Hercule Poirot. Ficamos a saber o porquê de Poirot ter ido viver para Inglaterra e também que a amizade com o capitão Hastings já é antiga.

Agatha Cristie é mais uma vez magistral na forma como nos leva numa direcção para, logo de seguida, dar uma volta de 180º... Achei que tinha descoberto praticamente tudo, mas afinal, só tinha descoberto o que a autora quis que descobrisse... Genial!

Apesar de não ser um dos meus favoritos, gostei bastante deste O Misterioso Caso de Styles. Um mistério acolhedor era mesmo o que me estava a apetecer e não fiquei desiludida.

Classificação: 4

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Este livro conta para os Desafios Mystery & Suspense 2011, 2011 Vintage Mystery Reading e Fall Into Reading 2011.

domingo, 23 de outubro de 2011

Opinião: "Bag of Bones"

Autor: Stephen King
Editor: Hodder & Stoughton
Edição/reimpressão: 2011
ISBN: 9781444720686
Páginas: 660

Sinopse: When Mike Noonan's wife dies unexpectedly, the bestselling author suffers from writer's block. Until he is drawn to his summer home, the beautiful lakeside retreat called Sara Laughs.

Here, Mike finds the once familiar town in the tyrannical grip of millionaire Max Devore. Devore is hellbent on getting custody of his deceased son's daughter and is twisting the fabric of the community to this purpose.

Three-year-old Kyra and her young mother turn to Mike for help. And Mike finds them increasingly irresistible.

But there are other more sinister forces at Sara Laughs. Kyra can feel them too...

A minha opinião:
Este foi um livro que me deixou com sentimentos contraditórios... Por um lado adorei a escrita de Stephen King. A forma como constrói todo o ambiente de uma pequena cidade americana, com a sua mentalidade muito própria, é genial; e a forma como os pequenos detalhes se interligam e acabam por ter a sua importância explicada, também.

Mas, por outro lado, talvez tivesse expectativas muito elevadas que fizeram com que não o apreciasse devidamente. E isto porque estava à espera de uma história de terror que me assustasse e que tornasse o adormecer bastante mais complicado e isso nunca aconteceu. A história nunca me assustou por aí além. Ou talvez porque achei que a história se alongou demasiado. Podia ter, pelo menos, 100 páginas a menos que não se perdia grande coisa...

Depois houve algumas coisas que me irritaram por as achar demasiado irreais (e não, não estou a falar das partes com os fantasmas...) como a cena em que o Mike encontra o Devore e a Rogette (e que não vou contar porque era um spoiler, mas quem já leu percebe o quão irreal, e diria até surreal, aquela cena é) e também a forma como a Kyra, uma bebé de 3 anos, tem conversas e comportamentos de uma criança de, pelo menos, 6 ou 7...

Enfim, acho que teria gostado bastante mais deste livro se o tivesse encarado como um romance e não como um livro de terror...

Classificação: 3

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Este livro conta para os Desafios Mystery & Suspense 2011 e Fall Into Reading 2011.

domingo, 11 de setembro de 2011

Opinião: "O Décimo Terceiro Conto"

Título original: The Thirteenth Tale
Autor: Diane Setterfield
Tradutor: Manuela Madureira
Colecção: Grandes Narrativas nº 351
Editor: Editorial Presença
Edição/reimpressão: Abril de 2007
ISBN: 9789722337328
Páginas: 368

Sinopse: Vida Winter passou quase seis décadas a iludir jornalistas e admiradores acerca das suas origens, intrigando-os com histórias fantasiosas que mantiveram oculto o seu passado enigmático, tão enigmático como a sua primeira obra, intitulada Treze Contos de Mudança e Desespero, e que continha apenas doze. Porém, tudo isto pode estar prestes a mudar quando Margaret Lea, filha de um negociante de livros antigos e biógrafa amadora, recebe uma carta da famosa escritora convidando-a a redigir a sua biografia. Pela primeira vez, Vida Winter vai contar a verdade, a verdade acerca de uma família atormentada por segredos e cicatrizes. Mas poderá Margaret confiar totalmente nela? E terá sido ela eleita depositária das confidências por um motivo inocente? À medida que somos seduzidos pelo imaginário rico e intenso que rodeia a família Angelfield e que Vida Winter tece perante nós com a magia de uma verdadeira contadora de histórias, o passado invade o presente e temas como o isolamento, o abandono e a identidade emergem das sombras para dotar o derradeiro conto de um carácter apaixonante. Um romance assombroso, impregnado de ecos de A Paixão de Jane Eyre e O Monte dos Vendavais, que se tornou um bestseller imediato e que será publicado em mais de trinta línguas.

A minha opinião: Tenho muita dificuldade em escrever sobre os livros que me marcam, e este livro marcou-me. Marcou-me pela sua história, pelas suas personagens, e pelo facto da autora ter conseguido transmitir-nos o seu imenso amor pelos livros. Não tenho dúvidas que só alguém com um imenso amor pelos livros teria conseguido escrever esta história...

É uma história sobre famílias e os seus segredos, mas o que o torna tão especial é a forma como essa história é contada. É que os livros estão sempre presentes, pois mesmo quando não são explicitamente referidos, encontram-se sempre nos bastidores, sabemos que estão sempre lá, mesmo que não os vejamos.

É também a história de um mistério, o mistério sobre quem é Vida Winter realmente e quais os segredos do seu passado que justificaram a criação de uma nova identidade. Ah, e não posso esquecer o mistério do décimo terceiro conto, o conto mais famoso de Vida Winter apesar de nunca ter sido publicado e ninguém o ter alguma vez lido, e que, ao longo da história, várias personagens perguntam a Margaret se já sabe qual é. Achei esse pormenor delicioso!

As personagens são deliciosas, sobretudo Margaret. Como foi fácil identificar-me com ela, também eu sempre tive mais livros do que amigos... Mas também Vida Winter, Aurelius, Emmeline e Angeline, Missus e John-da-enxada, todos eles são personagens marcantes.

São referidos vários livros na história, alguns já li (Jane Eyre e O Monte dos Vendavais) outros não (A Mulher de Branco, O Castelo de Otranto, O Segredo de Lady Audley, A Noiva Espectral, Villette, Middlemarch, Shirley, Sensibilidade e Bom Senso), mas fiquei bastante curiosa por os ler.

Num ano que tem sido marcado por excelentes leituras, O Décimo Terceiro Conto é mais um livro a entrar na lista dos meus favoritos!

Classificação: 5

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Este livro conta para o Desafio Mystery & Suspense 2011.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Opinião: "White Hot"

Autor: Sandra Brown
Editor: Hodder & Stoughton
Edição/reimpressão: 2004
ISBN: 9780340836392
Páginas: 426

Sinopse: Ten years ago Sayre Lynch escaped from her small Louisiana hometown. Now she must return to Destiny to bury her brother, and confront her manipulative father and the painful memories she attempted to flee.

As investigators raise questions about the nature of Danny's death, Sayre examines her family's turbulent relationships. Complicating her attempts to learn exactly how her brother died is Beck Merchant, her father's brilliant and canny attorney, who seems every bit as corrupt as her father. Yet despite her low opinion of Beck, Sayre finds herself irresistibly drawn to him.

Tension between the workforce and management is mounting in Sayre's father's steel mill. While another hotbed of lies, secrecy and depravity smoulders and then ignites within his own family...

A minha opinião: Quando ganhei este livro no Goodreads o ano passado, já tinha ouvido falar da Sandra Brown, pois já tinha sido editado por cá o Calafrio. Mas confesso que quando concorri nem reparei no nome do autor, limitei-me a ler a sinopse e, porque me agradou, concorri. Também não fiz a associação quando vi que tinha ganho... Imaginem a minha surpresa quando o livro chegou e me apercebi, finalmente, quem era o autor! Ainda para mais porque o prémio afinal era não um, mas dois livros da autora!

Portanto, quando parti para a sua leitura já sabia ao que ia. Esperava-me um thriller romântico com algumas cenas mais "quentes". Aliás, calor é o que não falta nesta leitura, não só entre o casal protagonista, mas sobretudo na atmosfera abrasadora e sufocante da pequena cidade de Destiny (que julgo ser fictícia, pois não encontrei qualquer referência à mesma), nas proximidades de New Orleans. Adorei a forma como a autora consegue fazer passar essa atmosfera para o leitor, reforçando-a com a lembrança das chaminés da fundição, sempre em funcionamento, que aumentam a sensação de sufocação.

Os vilões voltam a ser mesmo muito maus, mas são também humanos. E esta é outra das coisas que adoro nos livros de Sandra Brown, os vilões são maus como as cobras, mas são também reais. Podiam existir de verdade e, provavelmente até existem, que, infelizmente, não há só pessoas boas neste mundo... E no caso de White Hot, adorei os vilões pois existe uma lógica por trás das suas maldades, conseguimos perceber o porquê das suas acções, mesmo que as odiemos. Para mim, um bom autor é o que me faz adorar os heróis, mas também odiar os vilões e Sandra Brown consegue-o!

Também gostei muito da Sayre, achei-a uma mulher muito forte, apesar do (ou devido ao) seu passado triste e doloroso. Mantém-se fiel aos seus princípios e não hesita em fazer frente à própria família (que basicamente manda na cidade) para lutar por aquilo em que acredita e para desvendar o assassínio do irmão.

Onde o livro falha, para mim, é na relação entre Sayre e Beck. Sayre passa a história a desconfiar de Beck (por trabalhar para o seu pai), mas depois há algo que a faz pensar que ele se calhar não é tão mau como ela pensava e acaba por confiar nele... Eu sei, eu sei, faz parte da fórmula, mas aqui Beck trai a sua confiança por várias vezes (acabando por justificar porque o fez) e ela acaba sempre por lhe dar o benefício da dúvida / cair-lhe em cima. Numa dessas vezes ela só se lembra lhe pedir explicações mais tarde, é como se pensasse "ele não presta, eu não devia confiar mais nele, mas ele é tão giro...". Não me parece algo que uma mulher forte e inteligente como ela faria, mas enfim, acho que se pode culpar o calor... 

Apesar deste pormenorzito irritante, gostei muito de White Hot, especialmente do final (que não sendo propriamente surpreendente, não deixa de ser muito apropriado). Não é o meu preferido, mas a autora continua a ser!

Classificação: 4

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Este livro conta para o Desafio Mystery & Suspense 2011.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Opinião: "3º Grau"

Título original: 3rd Degree 
Autor: James Patterson (com Andrew Gross) 
Série: O Clube das Investigadoras #3
Tradutor: Dina Antunes 
Editor: Quinta Essência 
Edição/reimpressão: Maio de 2011 
ISBN: 9789898228550 
Páginas: 336

Sinopse: (Atenção - contém spoilers) A detective Lindsay Boxer está a fazer jogging numa bela rua de São Francisco quando uma explosão violenta ecoa na zona. A casa de um magnata da internet irrompe em chamas, e quando Lindsay lá entra à procura de sobreviventes, descobre três pessoas mortas. Uma criança que morava na casa desapareceu - e uma mensagem misteriosa encontrada no local deixa Lindsay e o Departamento da Polícia de São Francisco completamente perplexo.

Em seguida, um proeminente empresário é encontrado morto em circunstâncias bizarras, com outra misteriosa mensagem deixada pelo assassino. Linday pede às amigas que a ajudem a descobrir quem anda a cometer aqueles crimes e porque tenciona matar alguém a cada três dias.

Ainda mais aterrorizante, o assassino tem na mira uma das quatro amigas do Clube das Investigadoras. Qual delas será?

Enquanto a investigação se desenrola, Lindsay trabalha em estreita colaboração com um agente federal encarregado do caso. Ao mesmo tempo, descobre que um membro do clube está a esconder um segredo tão perigoso e inacreditável que pode destruí-las a todas.

A minha opinião: (Atenção - contém spoilers) Depois de ter ficado um bocado desapontada com o segundo livro desta série, as minhas expectativas em relação a este terceiro livro estavam bastante mais baixas. Felizmente James Patterson não desiludiu e este 3º Grau superou todas as minhas expectativas!

Desta feita o Clube das Investigadoras enfrenta não um assassino, mas um grupo de assassinos ideológicos, altamente motivados e perigosos. O seu modis operandi muda de assassinato para assassinato, o que ainda dificulta ainda mais a tarefa de os capturar. É assustador pensar com que facilidade tudo aquilo poderá acontecer, pois, infelizmente, há sempre alguém preparado para matar e morrer pela sua causa. E a recente tragédia na Noruega é um bom exemplo disso mesmo...

E depois há a morte de um dos membros do Clube das Investigadoras... Embora tenha ficado triste porque todas elas tinham já um lugarzinho no meu coração, devo dizer que não se tratou de uma morte gratuita, teve pertinência na história e, arrisco-me a dizer, tornou tudo mais real.

Agora resta-me esperar pela publicação de 4º de Julho para saber se o Clube das Investigadoras vai ter um novo membro ou se fica apenas com três...

Não posso deixar de fazer um reparo. Na minha opinião, a sinopse revela demasiado e, sinceramente, não consigo perceber a última frase...
 

Classificação: 4

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Este livro conta para o Desafio Mystery & Suspense 2011.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Opinião: "O Símbolo Perdido"

Título original: The Lost Symbol
Autor: Dan Brown
Série: Robert Langdon #3
Tradutor: Carlos Pereira, Ester Cortegano, Fernanda Oliveira e Marta Teixeira Pinto
Editor: Bertrand Editora
Edição/reimpressão: Outubro de 2009
ISBN: 9789722520140
Páginas: 576

Sinopse: Washington, D.C.: Robert Langdon, simbologista de Harvard, é convidado à última hora para dar uma palestra no Capitólio. Contudo, pouco depois da sua chegada, é descoberto no centro da Rotunda um estranho objecto com cinco símbolos bizarros.
Robert Langdon reconhece-o: trata-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos.

Quando Peter Solomon, eminente maçom e filantropo, é brutalmente raptado, Langdon compreende que só poderá salvar o seu mentor se aceitar o misterioso apelo.

Langdon vê-se rapidamente arrastado para aquilo que se encontra por detrás das fachadas da cidade mais poderosa da América: câmaras ocultas, templos e túneis. Tudo o que lhe era familiar se transforma num mundo sombrio e clandestino, habilmente escondido, onde segredos e revelações da Maçonaria o conduzem a uma única verdade, impossível e inconcebível.

Trama de história veladas, símbolos secretos e códigos enigmáticos, tecida com brilhantismo, O Símbolo Perdido é um thriller surpreendente e arrebatador que nos surpreende a cada página.

O segredo mais extraordinário e chocante é aquele que se esconde diante dos nossos olhos…

A minha opinião:
Para começar quero dizer que gosto dos livros de Dan Brown. Não, nunca ganhará um Nobel, nem terá grandes méritos literários, mas entretém e aprendo sempre muito com os seus livros. No entanto, este livro não me encheu completamente as medidas... Talvez tivesse as expectativas demasiado altas, talvez o facto de andar cansada (preciso desesperadamente de férias!!!) e adormecer com facilidade justifiquem esta leitura não ter sido completamente satisfatória.

Mas voltando à leitura, ao contrário dos livros anteriores do autor, este não me agarrou imediatamente à história. De facto, só a cerca de 200 páginas do final é que ganhei entusiasmo pelo livro... A premissa é boa e semelhante às duas aventuras anteriores de Robert Langdon: desvendar um mistério escondido numa cidade num curto espaço de tempo. Depois de Roma e Paris, desta feita o segredo esconde-se em Washington. E talvez o meu maior problema com este livro resida precisamente aí: enquanto nos livros anteriores Langdon percorria a cidade em busca da próxima pista, neste parece que todas as pistas lhe são fornecidas ao início, só tem de desvendá-las enquanto foge...

Também a personagem feminina não me cativou como Victoria Vetra e Sophie Neveu. Aliás, se tivesse de ler mais uma vez que Katherine "prendeu o cabelo atrás das orelhas" acho que gritava... Felizmente que à medida que a acção avançava deixou de se preocupar se estava despenteada :)

Foi educativo no que refere à Maçonaria que, confesso, desconhecia quase por completo (o autor indica ao início que todos os rituais referidos no livro são reais), e fiquei com vontade de conhecer Washington, embora não tão apaixonadamente como aconteceu com Paris e Roma...

Classificação: 3

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Este livro conta para os Desafios Mystery & Suspense 2011 e Spring Reading Thing 2011.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Opinião: "A Torre e a Morte"

Título original: Lament for a Maker
Autor: Michael Innes
Série: Inspector Appleby Mysteries #3
Tradutor: Joel Lima e Cruz Barreto
Colecção: 9mm nº11
Editor: Público
Edição/reimpressão: Agosto de 2005
ISBN: 8498192668
Páginas: 320

Sinopse: Quando o Lord de Erchany, Ranald Guthrie, cai das muralhas do seu castelo, numa noite de tempestade em pleno Inverno, o lendário e perspicaz detective John Appleby é chamado para investigar o caso. Ao longo do livro, são apresentadas várias hipóteses que tentam explicar este estranho "acidente", mas só uma é a verdadeira... A Torre e a Morte (1938) é um dos melhores policiais do escocês Michael Innes (1906-1994), pseudónimo de John Innes Stewart, que não resiste a confundir os factos com elementos fantásticos e surreais.

A minha opinião: Mais um livrinho da saudosa colecção 9mm do jornal Público... A Torre e a Morte conta-nos, como o título indica, a história de uma morte que acontece numa torre (daaah!), mas é nas circunstâncias que rodeiam essa morte que reside o mistério. Terá sido uma queda, suicídio ou homicídio? Cada uma das hipóteses parece ser válida à medida que a história nos é contada por diferentes narradores, todos eles personagens da história e cujos relatos dizem respeito à parte da história que vivenciaram.

Assim, a história é-nos revelada por personagens tão diferentes como Ewan Bell, o sapateiro que cita os escritores antigos; Noel Gylby, um jovem que se vê metido nesta história após um acidente numa noite de tempestade de neve e que se vê forçado a abrigar-se em Erchany onde mantém um diário através do qual ficamos a saber o que passou durante a sua estadia aí; Aljo Wedderburn, o advogado que é o primeiro a formular uma teoria para explicar a morte; o inspector John Applebie que, sem ter sido chamado directamente para o caso, fica tão curioso com o mesmo que não resiste a investigá-lo; e uma outra personagem que não vou revelar quem é porque seria um spoiler.

Como é referido na sinopse, é Ranald Guthrie quem morre na torre. Senhor do castelo de Erchany, tem um feitio detestável que faz com que ninguém na aldeia mais próxima simpatize com ele. A única pessoa que parece gostar dele é Christine Mathers, a sua "sobrinha" (esta é uma questão que suscita dúvidas ao longo do livro, pelo que não vou ser explícita neste ponto), mas esta vê mudanças repentinas no tio que não consegue explicar e que a fazem crer que está louco. Para além do mais Christine está apaixonada, e é correspondida, por Neil Lindsay, descendente da família rival dos Guthrie e, por isso, Ranald é contra o casamento. Na altura da morte existem vários suspeitos por perto, e todos parecem ter motivo.

Não me posso alongar mais sem entrar em spoilers, mas esta é uma história muito densa, recheada de pormenores que, no fim, se entrelaçam perfeitamente. Informações que são casualmente referidas a certa altura acabam por se revelar pormenores essenciais mais à frente, pelo que é necessário ler este livro com uma atenção redobrada. Confesso que gosto mais de histórias com um só narrador, mas gostei deste A Torre e a Morte, gostei de todas as reviravoltas, especialmente as últimas que me fizeram ler sem parar até chegar ao final. Mas teria passado bem com menos ratos, muito menos ratos...

Classificação: 3

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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Opinião: "Vidas Trocadas"

Título original: The Switch
Autor: Sandra Brown
Tradutor: Margarida Malcato
Editor: Quinta Essência
Edição/reimpressão: Fevereiro de 2011
ISBN: 9789898228468
Páginas: 460

Sinopse: (Atenção - contém spoilers) As gémeas Melina e Gillian Lloyd são praticamente iguais, ambas empresárias de sucesso e solteiras. Mas numa coisa são diferentes: Melina é impulsiva, enquanto Gillian gosta de ponderar bem as suas decisões. Além disso, Gillian quer um filho. Sentindo o relógio biológico a avançar inexoravelmente, opta por se submeter a uma inseminação artificial, utilizando esperma de um dador anónimo. A história começa no dia em que ela faz a inseminação.
Nesse dia, Melina acompanha, na sua qualidade de relações públicas, o coronel da NASA Christopher «Chefe» Hart à cerimónia de entrega de um prémio. Mas terá sido mesmo Melina?
A vida do coronel choca, depois interliga-se, com a das gémeas. Uma partida aparentemente inofensiva acaba em catástrofe. Na manhã seguinte a terem trocado de identidades, Melina recebe uma notícia terrível: a irmã fora brutalmente assassinada — e o coronel, apesar de inocente, é o principal suspeito. O que parece de início ser um homicídio de fácil resolução acaba por conduzi-los às montanhas do Novo México onde um louco, cujos planos diabólicos requerem a substituição de Gillian por Melina, está a criar uma «nova ordem mundial». Mesmo que seja apenas parcialmente bem-sucedido, as consequências serão catastróficas e afectarão o mundo inteiro.

A minha opinião: Confirma-se. Sandra Brown é uma das minhas autoras favoritas. Aliás, no que toca ao género policial contemporâneo, é a minha autora preferida. Sendo o terceiro livro que leio da autora, esta consegue surpreender-me a cada nova leitura. Cada história é diferente, a autora não se limita a seguir um modelo dando-nos mais do mesmo, cria novas fórmulas e consegue surpreender. E, embora tenha adivinhado a grande reviravolta na história, a autora reservara-me um autêntico murro no estômago na forma de uma outra reviravolta de que não estava mesmo nada à espera.

Não vou referir nada sobre a história pois acho que a sinopse já revela demasiado. Optei por iniciar a leitura sem ler a sinopse e não me arrependi. Mas acho que o título podia ter tido uma tradução mais literal e ser apenas "A Troca" pois o próprio título, Vidas Trocadas, já me parece demasiado revelador.

Tenho de fazer menção aos problemas de revisão desta edição, problemas que, infelizmente, já começam a ser normais... Mas para além dos "normais" problemas de revisão, desta feita houve um que me chateou particularmente e que posso contar sem revelar nada de importante: logo ao início é referido um grupo designado por DIA (Defesa dos Índios Americanos), que a meio passa a ser DNA (Defesa dos Nativos Americanos?) e no final volta a ser DIA.

Em suma, estou rendida à autora e vou, com certeza, continuar a comprar os seus livros compulsivamente à medida que forem sendo editados. Ah e adorei o pormenor do marcador que vem com o livro ser um calendário.

Classificação: 5

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Este livro conta para os Desafios Mystery & Suspense 2011 e Spring Reading Thing 2011.

sábado, 2 de abril de 2011

Opinião: "The Twinning Murders"

Autor: Shelly Frome
Editor: Beckham Publications Group
Edição/reimpressão: 2010
ISBN: 9780982794326
Páginas: 228

Sinopse:
The Twinning Murders is a modern day classic mystery centering on the ventures of Emily Ryder, a thirty-something rambler and tour guide. The story opens just before she embarks on this year’s Twinning: a ritual exchange between her historic New England home and its sister village deep in Dartmoor, a wild upland area in the west of England.
Presently, Emily becomes involved in a suspicious death that affects her personally. A few days later, at the Twinning itself, her main client meets the same fate. As Emily’s world continues to unravel, and though she has little help, she finds herself compelled to piece together the games being played on both sides of the Atlantic.

A minha opinião: Eu queria muito ter gostado deste livro... A sinopse fazia prever um mistério "acolhedor" mesmo ao meu gosto! Mas, infelizmente, houve demasiadas coisas na história com as quais tive problemas. O livro começa com Emily a encontrar um homem, Doc, que trabalha para a empresa que quer desenvolver um condomínio na cidade. De seguida testemunha a morte, ao que tudo indica acidental, do homem que foi como um pai para ela. Mas algumas das coisas que Doc lhe havia dito anteriormente, aliadas ao facto do homem que morreu ser o mais feroz opositor à construção do condomínio na cidade, levam Emily a desconfiar que a sua morte não foi um acidente. Contudo, e porque assumiu o compromisso de levar os irmãos Curtis (Harriet, Silas e Pru) até à cidade de Lydfield-in-the-Moor, na Grã-Bretanha, para participar no intercâmbio entre cidades "geminadas", vê-se forçada a partir e a deixar as investigações nas mãos de Babs, uma antiga colega de liceu e de Will, o "faz-tudo" contratado pela sua mãe para reparar o B&B que possui. Na Grã-Bretanha acaba por acontecer outro crime, que está relacionado com o primeiro, mas só no final nos é explicada qual a ligação e qual o motivo por detrás dos assassinatos.

Como já referi, tive alguns problemas com a história. Apesar de se tratar da sua cidade natal, Emily não parece ter amigos na mesma, apenas conhecidos, sendo Babs o mais parecido com uma amiga, mas Emily não parece gostar particularmente dela, nem ter muita paciência para ela. E Emily é descrita como desportiva (fez parte da equipa de futebol do liceu), bonita, extrovertida e aventureira. Tem tudo para ser popular. Como é possível que não tenha amigos? Para além de Babs, Emily só parece confiar em Will, um homem que mal conhece e que não é da cidade, mas isso eu até aceito, pois uma vez que Emily começa quase imediatamente a desconfiar de todas as pessoas da cidade, confiar num estranho faz sentido. Mas depois não confia totalmente, não conta tudo, parece determinada em fazer tudo e em descobrir tudo sozinha...

Enfim, foi uma história que não me prendeu. As personagens têm muito pouco (ou nenhum) desenvolvimento, e isso fez com que não me conseguisse relacionar com nenhuma delas, nem sequer com Emily. E, não sei se acontece com mais alguém, mas comigo, se não me consigo relacionar com uma personagem, também não me preocupa o que lhe acontece.

Gostei da escrita do autor e da premissa da história, mas infelizmente, não me consegui relacionar com ela.

Classificação: 1

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Este livro foi-me enviado pelo UK and Beyond Book Tours, para crítica englobada na Virtual Book Tour do livro.

Este livro conta para os Desafios Mystery & Suspense 2011What's in a Name 4 (Categoria Evil) e Spring Reading Thing 2011.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Opinião: "The Facility"

Autor: Simon Lelic
Editor: Mantle
Edição/reimpressão: Janeiro de 2011
ISBN: 9780330522724
Páginas: 346

Sinopse: Henry Graves has dedicated his life to the prison service, but he is unprepared for the challenge his new and secret assignment brings. Tasked with managing a government facility hidden deep in the countryside, Henry finds himself tested as never before: by the confused and frightened prisoners, by the sinister Dr Silk and, above all, by his conscience.
Tom Clarke, a precocious but naive journalist, has his own problems meanwhile. His career – and his life – is turned upside down by the arrival of Julia Priestley, who seeks his help in finding her estranged husband, Arthur, an innocent dentist who has been arrested under severe new anti-terrorism legislation.
The authorities admit they have taken him but will not say where he is being held – or why. Discovering a trail that implicates those at the very top of government, Tom and Julia begin a quest to find Arthur, and the truth about his incarceration. But some people will stop at nothing to keep the facility’s secret hidden, and soon the couple find themselves fighting for their lives…

A minha opinião: Este livro tem o início mais "mas que raio?!?" que alguma vez li. Não é o estilo de thriller que costumo ler, mas já tenho visto vários filmes dentro do género. A sua história assusta pela facilidade com que poderia tornar-se real. Sem querer revelar demasiado, a história passa-se numa realidade alternativa, numa Grã-Bretanha dominada por um governo que, tendo sido democraticamente eleito, se serve de legislação anti-terrorista para efectuar uma governação totalitária uma vez que, ao abrigo dessa mesma legislação, podem, basicamente, fazer o que bem entendem.

A história começa com o interrogatório de Arthur Priestley, raptado não sabe por quem nem porquê, e é a esse interrogatório que me refiro quando falo de um início "mas que raio?!?". Quer dizer, aquelas perguntas, sem qualquer contexto (uma vez que se trata do início do livro), com aquela crueza de termos, foram o suficiente para me deixar agarrada... Era impossível para mim largar o livro sem saber o que se passava ali.

Os capítulos vão alternando entre a perspectiva dos principais intervenientes na história: Arthur que, depois de raptado e interrogado é enviado para uma instalação governamental, que nada mais é que uma prisão, sem saber de que é acusado; Julia, a sua mulher, que procura a ajuda de Tom Clarke, um jornalista crítico do governo e das suas medidas, para que a ajude a descobrir onde está o seu marido; e Henry Graves, o director da instalação, um homem dividido entre o dever e fazer o que está certo.

Rapidamente se percebe que os homens e mulheres prisioneiros na instalação têm todos uma coisa em comum (ou quase todos, uma vez que Arthur é "inocente"), mas é impossível compreender em que medida constitui um crime que justifique serem encarcerados na instalação.

É uma história que assusta pois, actualmente, e sobretudo após o 11 de Setembro de 2001, os países têm vindo a adoptar apertada legislação anti-terrorista, e faz-nos pensar até que ponto a mesma pode ser utilizada para justificar acções que nada têm a ver com o combate ao terrorismo. Mas ao mesmo tempo pareceu-me irreal a facilidade com que o governo subjugou a população e a comunicação social. Gosto de pensar que, se o mesmo acontecesse na realidade não iríamos tão facilmente e sem dar luta.

Classificação: 2

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Este livro (uncorrected proof) foi-me enviado pelo UK and Beyond Book Tours, para crítica englobada na Virtual Book Tour do livro.

Este livro conta para o Desafio Mystery & Suspense 2011.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Opinião: "Jogo de Espelhos"

Título original: They Do It With Mirrors
Autor: Agatha Christie

Série: Miss Marple #5
Tradutor: Isabel Alves
Colecção: Obras de Agatha Christie nº59
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Janeiro de 2010
ISBN:
9789892306872
Páginas: 176

Sinopse: Miss Marple reencontra Ruth Van Rydock, uma amiga de longa data. A amizade entre ambas começou durante uma viagem a Florença, em que participava também a irmã de Ruth, Carrie Louise. Ao porem a conversa em dia, Miss Marple apercebe-se de que algo de estranho se passa na mansão de Carrie Louise. Algo que deixa Ruth terrivelmente preocupada. Um assassinato vai provar que ela tinha toda a razão em estar apreensiva. Miss Marple terá de usar todo o seu conhecimento da natureza humana para impedir que a enorme mansão se transforme na última morada da sua grande amiga… 

Jogo de Espelhos (They Do It With Mirrors) foi originalmente publicado nos Estados Unidos em 1952 com o título Murder With Mirrors, tendo sido editado no mesmo ano na Grã-Bretanha com o título original. Foi adaptado para a televisão em 1985, 1991 e 2009.
 

A minha opinião: Nada como começar o ano com um mistério "acolhedor" de Agatha Christie. Este foi o primeiro livro que li com Miss Marple como protagonista, pois sempre dei preferência aos livros em que Hercule Poirot é o detective. Miss Marple é uma solteirona idosa que, apesar da sua aparência perfeitamente inocente, tem um profundo conhecimento da natureza humana, conhecimento esse que lhe permite desvendar os mistérios com que se depara. Tem também um profundo conhecimento da crueldade humana, pelo que não é o tipo de pessoa que espera sempre o melhor dos outros. E, ao contrário de Poirot que tem orgulho nas suas capacidades e faz questão de as exibir, Miss Marple parece ser bastante humilde e reservada em relação aos seus feitos anteriores.

Neste Jogo de Espelhos, Miss Marple viaja até Stonygates, propriedade da sua amiga de juventude Carrie Louise, a pedido de Ruth, irmã de Carrie Louise e também amiga de juventude de Miss Marple. O motivo desta visita deve-se ao pressentimento de Ruth de que algo não está bem em Stonygates e à preocupação de que algo se possa também passar com Carrie Louise. Logo à chegada, também Miss Marple tem o mesmo pressentimento e, pouco tempo depois acaba por acontecer um homicídio. E mais não digo porque não quero estragar a história a ninguém... Digo apenas que o título é perfeito, mas Miss Marple acaba por conseguir ver além do jogo de espelhos e desvendar o truque revelando, assim, a identidade do assassino.

Gostei bastante desta história (como gosto de todas as histórias de Agatha Christie), mas Hercule Poirot continua a ser o meu detective predilecto!



Fonte

 
Classificação: 3


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Este livro conta para os Desafios Mystery & Suspense 20112011 Vintage Mystery Reading.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Desafio de Leitura Mystery & Suspense 2011

ATTENTION: This post will be writen in Portuguese and English.

Embora ainda me faltem ler dois livros para completar o desafio de 2010, este foi o primeiro desafio em que participei e deu-me muito gozo. Sendo o meu género preferido, a maioria dos livros que lia já se enquadravam no desafio, mas este ano obriguei-me a ler ainda mais livros dentro do género.


Ainda que com um novo nome, o desafio volta a ser organizado pelo blog Book Chick City em 2011 e vou voltar a participar.

O desafio consiste em ler, durante o ano de 2011, um mínimo de 12 livros que se enquadrem no género mistério e suspense.
    Os livros escolhidos podem ser utilizados noutros desafios, e também não há obrigatoriedade de fazer uma lista prévia, pelo que irei escolhendo ao longo do ano.

    Para mais informações, ou se estiverem interessados em participar, cliquem na imagem à direita no blog.


    Even though I'm still two books away from finishing 2010's challenge, this was the first challenge I participated in and it was a lot of fun. Being my favorite genre, most of the books I read were already on the subject, but this year I made myself read even more mystery and suspense books.

    This year the challenge has a new name but it's still organized by Book Chick City and I'm participating again.

    The challenge consists of reading, during 2011, a minimum of 12 mystery and suspense books. The books can crossover into other challenges and you don't have to pick what you want to read ahead of time so I'll just pick them throughout the year.

    For more informations, or to join in, check the button on the right.