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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Desafio Cruisin' thru the Cozies 2012 - Terminado!

ATTENTION: This post will be writen in Portuguese and English.

O Desafio Cruisin' thru the Cozies 2012 é organizado pelo blog Socrate's Book Reviews e consiste em ler, em 2012, cosy mysteries .

Escolhi o nível 1 - Snoop - 6 livros e estes foram os livros que li para o desafio:
  1. Morte no Nilo, de Agatha Christie
  2. O Mistério de Battersea, de Dorothy L. Sayers
  3. O Mistério do Quarto Amarelo, de Gaston Leroux 
  4. Café Negro, de Agatha Christie
  5. O homem do fato castanho, de Agatha Christie
  6. O Mistério do Comboio Azul, de Agatha Christie

Pois é, mais de metade são da Agatha Christie, mas o que é que eu hei-de fazer? É uma das minhas autoras favoritas!


The Cruisin' thru the Cozies Reading Challenge 2012 is organized by Socrate's Book Reviews and it consists of reading, in 2012, cosy mysteries. 

I chose level 1 - Snoop - 6 books and these were the books I read:
  1. Death on the Nile, by Agatha Christie
  2. Whose Body?, by Dorothy L. Sayers
  3. The Mystery of the Yellow Room, by Gaston Leroux 
  4. Black Coffee, by Agatha Christie
  5. The Man in the Brown Suit, by Agatha Christie
  6. The Mystery of the Blue Train, by Agatha Christie
Yeap, more than half are books by Agatha Christie, but what can I do? She's one of my favorite authors!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Opinião: "O mistério do Comboio Azul "

Título original: The Mystery of the Blue Train
Autor: Agatha Christie
Série: Hercule Poirot #6
Tradutor: Isabel Alves
Colecção: Obras de Agatha Christie nº24
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Abril de 2008
ISBN: 9789724137650
Páginas: 240

Sinopse: Ruth recebe do pai, um milionário americano, uma extraordinária jóia que encerra “um rasto de tragédia e violência”. Embora seja avisada de que não deve transportá-la para fora do país, Ruth decide levá-la consigo quando parte para Nice a bordo do famoso Comboio Azul. A notícia do seu assassinato será para todos um imenso choque… e mais um desafio para Hercule Poirot.

O Mistério do Comboio Azul (The Mystery of the Blue Train) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha, em 1928, ano em que foi igualmente publicado nos Estados Unidos.

A minha opinião: O livro começa com uma aura de mistério, a lembrar espiões e a compra e venda de segredos. Mas, neste caso, a compra secreta é de uma famosa jóia cuja história está associada a uma série de tragédias.

É Rufus Van Aldin, milionário americano, quem compra a famosa jóia e a oferece à sua filha, Ruth. Ruth decide viajar para a Riviera Francesa a bordo do Comboio Azul e leva consigo a jóia. A bordo do comboio viaja também Katherine Grey, uma jovem que herdou uma grande quantia da senhora para quem trabalhava, e Ruth acaba por fazer algumas confidências a Katherine. Mas também Hercule Poirot viaja a bordo do Comboio Azul e, ao jantar é sentado junto a Ruth e acaba por efectuar uma espécie de profecia ao dizer a Katherine que quem sabe um dia não se verá numa aventura semelhante às que ele já viveu. E esse dia estava mais próximo do que qualquer um deles poderia imaginar...

É que na manhã seguinte Ruth está morta. E a jóia desapareceu. Katherine é chamada para dar o seu testemunho, uma vez que foi uma das últimas pessoas a falar com Ruth e Poirot acaba por ser contratado por Van Aldin para investigar o caso.

Uma das questões que se põe a Poirot é se o assassinato e o roubo estão ou não relacionados. E será que o assassino foi alguém que já se encontrava no comboio ou alguém que aproveitou a paragem na estação para entrar no comboio e cometer o crime? Suspeitos há muitos, desde o marido de quem Ruth se pretendia divorciar e que seguia no comboio, à sua amante que também seguia no comboio, passando pelo amante de Ruth que afinal estava mais interessado na jóia do que nela...

Poiror e Katherine acabam por formar uma espécie de dupla investigadora. Mas Katherine acaba por atrair as atenções de Derek, o marido de Ruth, e de Knighton, o secretário de Van Aldin, situação que Poirot encara com apreensão. Qual dos homens irá ela escolher? E será que serão mesmo aquilo que aparentam?

Mais uma história genial de Agatha Christie, com certas parecenças com O Crime no Expresso do Oriente, em que o enredo é intricado e as personagens ricas e complexas. Ah, e esta é a primeira vez que surge a aldeia ficcional de St. Mary Mead, lar de uma outra personagem bastante conhecida e querida, Miss Marple.

Classificação: 4

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Opinião: "O homem do fato castanho"

Título original: The Man in the Brown Suit
Autor: Agatha Christie
Série: Colonel Race #1
Tradutor: Maria João Delgado
Colecção: Obras de Agatha Christie nº20
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Abril de 2005
ISBN: 9789724135908
Páginas: 232

Sinopse: (Contém spoiler) A jovem Anne vai para Londres em busca de aventura. E encontra-a rapidamente: na plataforma de embarque do metro de Hyde Park Corner, onde um homem perde o equilíbrio e morre electrocutado nos carris.
O veredicto da Scotland Yard aponta para morte acidental. Mas Anne não fica satisfeita. Afinal, quem era o homem de fato castanho que examinou o corpo fazendo-se passar por médico? De que forma é que este assassinato pode estar relacionado com a morte da misteriosa Nadina?
Determinada a resolver o mistério, Anne parte num cruzeiro com destino à Cidade do Cabo, na África do Sul. Mas esta poderá vir a ser a sua derradeira viagem…

A minha opinião: Quem acompanha o blog com certeza já percebeu que sou uma fã incondicional de Agatha Christie. E também que privilegio os livros com Hercule Poirot como detective. Mas desta vez precisava de um livro com "castanho" no título para o Desafio Color Coded 2012 e foi por isso que o comprei. Mas posso dizer que fiquei agradavelmente surpresa.

O homem do fato castanho tem como protagonista a jovem Anne que cresceu sem mãe e com um pai tão focado na sua carreira académica que forçou Anne a ser o adulto da casa. Com a morte do pai, Anne resolve partir em busca de aventura, tal como as heroínas que via no cinema. E é em Londres, para onde parte, que acaba por se envolver numa trama de cuja verdadeira dimensão só tem noção praticamente no final do livro.

Anne está numa plataforma de metro e o cheiro a naftalina que emana do casaco de um homem faz com que repare nele. O homem parece assustado com qualquer coisa atrás de Anne e acaba por cair aos carris. Surge um segundo homem que se diz médico e que examina o corpo e declara a morte. Mas este segundo homem deixa cair um papel que Anne apanha e o papel, para além de conter o que parece ser um código, cheira a naftalina...

A partir daqui Anne começa a investigar e liga a morte do homem nos carris ao assassinato de uma estrangeira numa casa que se encontra para alugar, e cujo principal suspeito é um homem de fato castanho. A investigação leva-a a embarcar num cruzeiro rumo à África do Sul, destino de aventuras com que sempre sonhou. Mas a bordo do cruzeiro também se encontra um assassino... E o que esconde o homem do fato castanho? A bordo do cruzeiro Anne encontra o amor, mas será que também encontrará a morte?

Gostei muito deste livro, achei a protagonista fantástica. Corajosa, apaixonada, determinada a descobrir a verdade custe o que custar, Anne sabe o que quer e luta para o conseguir. Acho que este é o primeiro livro de Agatha Christie que leio em que a autora dá tamanha relevância a uma história de amor. Geralmente ficamos a saber que determinado casalinho se formou, ou temos o ciúme como motivo do crime, mas não acompanhamos a evolução do romance. Foi algo que me agradou muito.

Classificação: 4

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terça-feira, 31 de julho de 2012

Opinião: "Café Negro"

Título original: Black Coffee
Autor: Agatha Christie
Série: Hercule Poirot #7
Tradutor: John Almeida
Colecção: Obras de Agatha Christie nº68
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Agosto de 2011
ISBN: 9789892315645
Páginas: 172

Sinopse: O inventor Sir Claud Amory fica desesperado quando a sua fórmula para um novo e poderoso explosivo é roubada. O autor do roubo só pode ser alguém que esteja em sua casa. Terá sido um familiar ou um “amigo”? Com medo da resposta, Sir Claud decide dar uma oportunidade ao infractor. As portas são trancadas e as luzes desligadas mas, em vez de devolver a fórmula, o ladrão acrescenta algo ao café do anfitrião... Poirot já não consegue impedir esta morte, mas pode ainda evitar uma catástrofe. Tem “apenas” de encontrar a fórmula e o assassino. E tudo isto sem se deixar envenenar...

Escrito originalmente por Agatha Christie em 1930 como uma peça de teatro, Café Negro (Black Coffee) foi adaptado para romance por Charles Osborne em 1997. Foi também transposto para o cinema em 1931 e 1932.

A minha opinião: Tal como indica a sinopse, Café Negro foi originalmente escrito como uma peça de teatro e, 67 anos mais tarde, foi adaptado para romance por Charles Osborne, um actor que já havia desempenhado o papel de Dr. Carelli numa adaptação da peça.

A adaptação foi muito fiel, pois lê-se como um livro escrito por Agatha Christie. No entanto, não posso deixar de pensar que, provavelmente, resulta melhor como peça de teatro do que como romance. A acção tem praticamente toda lugar na biblioteca, onde se dá o crime, e há alguns pormenores que nos são descritos, possivelmente porque eram necessários na representação da peça, mas que preferia que não tivessem sido incluídos na adaptação.

Ainda assim, não tendo sido um dos meus preferidos, não deixa de ser um mistério onde Poirot demonstra mais uma vez a sua competência e perfeito domínio das celulazinhas cinzentas.

Classificação: 3

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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Opinião: "O Mistério do Quarto Amarelo"

Título original: Le mystère de la chambre jaune
Autor:
Série: Joseph Rouletabille #1
Tradutor: Pilar Delvaux
Colecção: Livros de Bolso Europa-América
Editor: Europa-América
Edição/reimpressão: Maio de 2004
ISBN: 9721053880
Páginas: 224 

Sinopse: A porta do quarto amarelo estava trancada por dentro, a janela também, não havia nenhuma lareira com chaminé. No entanto, Mathilde Stangerson foi encontrada agonizante, prostrada no chão do quarto.
Quem a tentou assassinar e, sobretudo, por onde terá fugido o assassino?
Caberá ao jovem repórter e detective amador Rouletabille, ao fim de uma complicada investigação, desvendar o mistério do quarto amarelo.

A minha opinião: Já tinha visto o filme baseado neste livro há alguns anos e gostei tanto que acabei por comprar o livro. Claro que não o li logo e agora estou contente por não o ter feito. É que já não me lembrava quem era o assassino e não é que nunca consegui descobrir? Acho que este será o melhor elogio que posso fazer a este livro, apesar de, para todos os efeitos já saber a história (apesar de já não me lembrar bem), o autor conseguiu criar um enredo suficientemente intricado para me deixar completamente à nora...

Quer dizer, não completamente à nora que lembrava-me da solução do mistério do quarto amarelo e também de certos pormenores sobre o assassino que não posso revelar sem entrar em spoilers.

Mas em relação à história, esta centra-se no ataque à menina Matilde quando esta se encontrava no quarto amarelo. Ora o quarto amarelo só tinha uma porta, que se encontrava trancada por dentro, e atrás da mesma encontrava-se o pai de Matilde; e uma janela, também trancada por dentro. A porta é derrubada e Matilde encontrada inconsciente e sozinha no quarto. Mas, então, por onde saiu o assassino? Essa é a questão para a qual ninguém parece ter resposta...

É então que surge o jornalista Rouletabille, atraído pelo destaque que o caso mereceu na imprensa e que se dirige imediatamente para o local. Rapidamente percebe que o caso tem mais que se lhe diga do que parece, especialmente quando o assassino volta a atacar e anuncia solenemente que será ele, Rouletabille, quem irá solucionar o caso.

Rouletabille, de certo modo, lembrou-me Poirot, pois também ele dá primazia à razão sobre a ciência, mas ao invés de utilizar as célulazinhas cinzentas, utiliza a boa extremidade da sua razão.

Um mistério interessante, acolhedor e, de certa forma, diferente dos demais. Recomendado para fãs do género cosy mysteries.

Classificação: 4

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Este livro conta para os Desafios Spring Reading Thing 2012, Mount TBR 2012, Color Coded 2012 (amarelo), Cruisin' thru the Cozies 2012, Mystery & Suspense 2012 e Vintage Mystery Reading 2012.

sábado, 31 de março de 2012

Opinião: "O Mistério de Battersea"

Título original: Whose Body?
Autor: Dorothy L. Sayers
Série: Lord Peter Wimsey #1
Tradutor: Luís Manuel Bernardes
Colecção: Alibi - Os Clássicos do Policial nº34
Editor: Edições 70
Edição/reimpressão: Janeiro de 1992
ISBN: 9724408388
Páginas: 176

Sinopse: O corpo depositado na banheira do arquitecto Thipps pertencia a um homem de meia idade. Como única peça de vestuário tinha um pince-nez. Quem era ele e como fora lá parar?

Para o inspector Sugg, tratava-se de Sir Reuben Levy, o financeiro da City, desaparecido no mesmo dia.

Mas a verdade era bem diferente e bem mais sinistra... coube a Lord Peter Wimsey enfrentá-la.

A minha opinião: O corpo de um homem aparece completamente nú, excepto por um pince-nez, na banheira do arquitecto Thipps. Na véspera, o rico financeiro Sir Reuben Levy desaparece misteriosamente de sua casa também supostamente nú e descalço.

Será possível que o cadáver na banheira seja Sir Reuben Levy? É o que pensa o responsável pela investigação, o inspector Sugg. Afinal o cadáver até tem parecenças com Sir Reuben Levy... Mas Lord Peter Wimsey, atraído para o caso por um telefonema da sua mãe, a Duquesa de Denver, não acredita, apesar de achar que ambos os casos estão relacionados.

Já tinha lido um mistério protagonizado por Lord Peter Wimsey, O Crime Exige Propaganda, e tinha muita curiosidade em ler mais livros desta série. Mas não gostei tanto deste O Mistério de Battersea como gostei do anterior. Penso que se deva ao facto deste ser o primeiro livro da série e, por isso, as personagens não se encontrarem tão desenvolvidas.

O Lord Peter Wimsey de O Mistério de Battersea não me impressionou tanto como havia impressionado em O Crime Exige Propaganda, mas há nele algo que me lembra o Patrick Jane da série O Mentalista. Ambos são ricos, muito inteligentes e intuitivos, e gostam de recorrer a truques e armar ciladas para provar as suas teorias.

O Mistério de Battersea não será o meu favorito da série, mas tenciono continuar a ler os livros, até porque sei que Lord Peter Wimsey irá crescer como personagem. Não será é muito fácil encontrar os livros em português porque julgo que já não são editados.

Um pormenor que achei curioso e que encontrei enquanto pesquisava mais informação sobre a obra, é que a autora era bastante arrojada para a época. No manuscrito original que submeteu para publicação, Lord Peter Wimsey identificava positivamente o cadáver como não sendo Sir Reuben Levy porque este é judeu e o cadáver não se encontra circuncidado. O seu editor considerou esta identificação demasiado franca e na versão publicada a identificação é feita pelo facto das mãos do cadáver não serem as de um financeiro por se encontrarem calejadas.

Classificação: 3

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Este livro conta para os Desafios Spring Reading Thing 2012, Mount TBR 2012Cruisin' thru the Cozies 2012, Mystery & Suspense 2012 e Vintage Mystery Reading 2012.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Opinião: "Morte no Nilo"

Título original: Death on the Nile
Autor: Agatha Christie
Série: Hercule Poirot #18
Tradutor: Isabel Alves
Colecção: Obras de Agatha Christie nº30
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Fevereiro de 2011
ISBN: 9789724141701
Páginas: 272

Sinopse: A tranquilidade de um cruzeiro ao longo do Nilo é ensombrada pela descoberta do cadáver de Linnet Ridgeway. Ela era jovem e bela; e tinha tudo… até perder a vida! Hercule Poirot apercebe-se de que, a bordo do navio, todos os passageiros são possíveis assassinos: pelas mais diversas razões, todos tinham algo a apontar a Linnet. Mas quem terá sido levado ao acto extremo de a alvejar? Ainda que tudo aponte para a mesma pessoa, o detective cedo descobre que naquele cenário exótico nada é exactamente o que parece.

A minha opinião: Mais um excelente mistério de Hercule Poirot! Agatha Christie não pára de me surpreender e ainda bem!

Morte no Nilo inicia-se em Inglaterra onde ficamos a conhecer Linnet Ridgeway, o seu mundo e as pessoas que dele fazem também parte. E mais uma vez não há nenhum pormenor sem importância, e situações que parecem inconsequentes acabam por ter relevância mais tarde. A autora é exímia a transmitir uma atmosfera de "paz podre" à volta de Linnet, ou seja, embora nos seja apresentada como boa pessoa, generosa e encantadora, percebemos que há muito ressentimento, interesse e inveja à sua volta. E a própria Linnet não tem qualquer noção da realidade pois, segundo a mesma, não tem "um único inimigo no mundo".

Uma vez no Egipto, apercebemo-nos rapidamente que a autora reuniu uma série de personagens com muito que se lhes diga... E também parece claro que não se encontram naquele navio por coincidência. Têm um motivo concreto (uns legítimo, outros nem tanto) para se encontrarem no navio onde Linnet Ridgeway está a passar a lua de mel. O assassinato de Linnet não é imediato, o que aumenta a atmosfera de desconfiança. Após a morte de Linnet, quando Poirot começa a investigação, parece que praticamente todas as pessoas a bordo do navio tinham motivo para querer a sua morte. E uma vez que o crime acontece no navio, o leque de suspeitos é limitado, teve de ser alguém a bordo.

Tal como é típico da autora, existe uma série de mistérios menores que Poirot desvenda, eliminando suspeitos, à medida que outras personagens são assassinadas por saberem de mais... Ou seja, praticamente todos os passageiros do navio têm um segredo, embora possa não ter nada a ver com Linnet e a sua morte, e Poirot completa o puzzle pondo todas as peças no sítio.

O final é, mais uma vez, genial e, embora intrincado, faz todo o sentido quando explicado por Poirot. Desta vez desconfiei do "quem", mas estava totalmente à nora quanto ao "como" e "porquê".

Fiquei com muita vontade de ver as adaptações, quer o filme de 1978 com Angela Lansbury no papel de Mrs. Otterbourne (ainda que algumas personagens tenham sido retiradas), quer o telefilme com David Suchet como Poirot (pelo que li, mais fiel à história).

Classificação: 5

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Este livro conta para os Desafios Mount TBR 2012Cruisin' thru the Cozies 2012, Mystery & Suspense 2012 e Vintage Mystery Reading 2012.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Desafio Cruisin' thru the Cozies 2012

ATTENTION: This post will be writen in Portuguese and English.

Como já devem ter percebido sou uma fã dos chamados cozy mysteries (não é à toa que uma das minhas autoras favoritas é Agatha Christie...). Por isso resolvi inscrever-me neste desafio. É organizado pelo blog Socrate's Book Reviews e consiste em ler, em 2012, cosy mysteries (não sei muito bem como traduzir, mas acho que se podem chamar de mistérios acolhedores).

Existem três níveis que podemos escolher e eu vou escolher o nível 1 - Snoop - 6 livros.

Não há obrigatoriedade de fazer uma lista prévia, pelo que irei escolhendo ao longo do ano, e os livros podem ser utilizados noutros desafios.

Para mais informações, ou se estiverem interessados em participar, cliquem na imagem à direita no blog.


As you may have already noticed, I'm a fan of cosy mysteries (it's not for nothing that Agatha Christie is one of my favorite writers...). So I decided to sign up for this challenge. It's organized by Socrate's Book Reviews and it consists of reading, in 2012, cosy mysteries. 

There are three levels to choose from and I'm signing up for level 1 - Snoop - 6 books. 

Since it's not necessary to pick the books in advance, I'll just pick them throughout the year. The books can overlap with other challenges. 

For more informations, or to join in, check the button on the right.