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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Opinião: "Must Love Kilts"

Autor: Angela Quarles
Série: Must Love Time Travel #3
Editor: Unsealed Room Press
Edição/reimpressão: Julho de 2016
ASIN: B01HW4PSM6
Páginas: 242

Sinopse: The Jacobite Rebellion--not the best time to get drunk, hook up with a guy, and lose your sister.

A drunken bet...

When computer game designer Traci Campbell gets too close and personal with a bottle of Glenfidditch while vacationing in Scotland, she whisks her kilt-obsessed sister back to 1689 to prove hot guys in kilts are a myth. Hello, hundred bucks! But all bets are off when she meets Iain, the charming playboy in a to-die-for kilt.

Wrong place, wrong time, wrong name...

Iain MacCowan regularly falls in love at the drop of his kilt. The mysterious red-haired lass with the odd accent is no different. But when his new love is discovered to be a Campbell, the most distrusted name in the Highlands, his dalliance endangers his clan's rebellion against King William.

It’s all hijinks in the Highlands until your sister disappears...


Traci thinks men are only good for one thing--thank you, Iain!--but when she awakens once again in Ye Olde Scotland and her sister is gone, she must depend on the last person she wants to spend more time with. He wants to win a heart, she wants to keep hers, but can these two realize they're meant for each other before the Jacobite rebellion pulls them apart?

A minha opinião: (Contém spoilers para os livros anteriores da série) A protagonista de Must Love Kilts é Traci Campbell, a amiga de Katy de Must Love Chainmail. A história passa-se cerca de dois anos depois da história anterior, e Traci encontra-se na Escócia com a sua irmã Fiona para reconectar com ela. Traci sempre se sentiu como se não se enquadrasse na sua família, que é obcecada pelo passado e pelos antepassados escoceses. A participação em reconstituições históricas era o passatempo familiar, e algo de que Traci não tem mesmo saudades nenhumas. Mas aceita participar nos Highlander Games na Escócia pela irmã.

E é numa noite em que as irmãs estão a reconectar com uma garrafa de Glenfiddich que, depois de Fiona afirmar que os escoceses de antigamente eram jeitosos e Traci dizer que é um mito, resolvem usar a bolsa de prata que Katy deu a Traci para regressar no tempo e tirar as teimas. E se as tiram, quando conhecem os primos Iain e Duncan, lindíssimos nos seus kilts. Mas, na manhã seguinte, Traci está de volta ao presente, com uma monstruosa ressaca e sem a irmã...

Por isso, não tem outra hipótese que não seja voltar a 1689 na manhã seguinte, com um pónei ao qual chamou Glenfiddich, e o seu plano é simples: chegar, encontrar Fiona e regressar. Claro que nunca iria ser assim tão simples, pois não? É que quando ela volta à estalagem onde esteve na noite passada é informada que Fiona partiu com os MacCowans, os sexy escoceses com os quais elas estiveram na noite passada. O que significa que, não só Traci tem de partir em busca da irmã, ela tem também de partir em busca de Iain, o highlander com quem passou a noite na estalagem.

Iain MacCowan apaixona-se por todas as raparigas com quem se envolve. E claro que Traci não é excepção... Mas quando regressa da casa de banho, ele descobre a cama vazia e, de Traci, nem rasto! Por isso, quando na noite seguinte, ao investigar um barulho, Iain a descobre, não pode deixar de pensar que talvez tenha tido uma segunda hipótese. Afinal estão casados...

Está certo que Traci estava bastante bêbada, mas como é que não percebeu que estava a fazer uma cerimónia de Handfasting com Iain. O que significa que se comprometeram a passar um ano juntos, como marido e mulher, após o qual podem decidir continuar casados ou separar-se. E uma vez que Fiona não está com Iain, Traci não tem outra hipótese senão ir com ele e procurá-la...

Mas o apelido das irmãs, Campbell, faz com que todos os escoceses naturalmente desconfiem delas. Felizmente para Traci, ser casada com Iain garante-lhe uma certa protecção. E a verdade é que Iain não consegue deixar de confiar na sua mulher. E está determinado em usar o tempo que tem para a conquistar e convencê-la a ficar.

Traci não tem qualquer intenção de se prender a ninguém. Afinal, já foi queimada antes. Mas não pode negar que, se quisesse, Iain seria o candidato ideal...

Esta série fica cada vez melhor a cada novo livro. A Traci é apaixonada e independente e o Iain é um sexy escocês de kilt que se entrega a 100% à mulher que ama e que a tenta conquistar, mas sem nunca a tentar controlar nem dominar. *swoon*
Mal posso esperar pela história da Fiona e do Duncan, mas ainda vai demorar...

Classificação: 5

Opinião: "Must Love Chainmail"

Autor: Angela Quarles
Série: Must Love Time Travel #2
Editor: Unsealed Room Press
Edição/reimpressão: Julho de 2015
ISBN: 9780990540021
Páginas: 274

Sinopse: Trapped in the wrong time, she needs a knight in shining armor, but this damsel in distress might be the real savior.

A damsel in distress...

With a day planner attached to her hip, the last thing Katy Tolson wants is a romance that threatens her well-ordered life. She's set to marry the safe--but bland--guy, but something's not quite...right. A careless wish thrusts her through time into medieval Wales and into the arms of...

A knight in somewhat shining armor...

Sir Robert Beucol, half-Norman and half-Welsh, lives with the shame of his father's treason and vows to reclaim his family's holdings and thereby his honor. To prove himself to his king, he must be more Norman than a full-blooded Norman. What better way to show loyalty than to fight his mother's people? He has no desire to be sidetracked by the mysterious wench with pink toenails, peculiar habits, and passion smoldering behind her cool, collected exterior.

A rebellion that challenges both...

The Welsh uprising fits perfectly into Robert’s plans. Katy’s on the other hand? That’s a no. As they embark on a perilous journey through the heart of Wales, each passionate encounter pulls them closer together, but farther from their goals. When everything they value is at stake, can they save each other and their love?

A minha opinião: (Contém spoilers para o livro anterior da série) Em Março li o primeiro livro desta série, Must Love Breeches, e adorei! E sabia que não iria demorar muito a ler o próximo... O que, infelizmente demorou foi a escrita desta opinião (li-o no início de Julho), pelo que temo não lhe conseguir fazer justiça...

Must Love Chainmail é a continuação de Must Love Breeches e segue a melhor amiga de Isabelle, Katy Tolson, a mesma a quem Isabelle escreveu as cartas no livro anterior. A acção desenvolve-se depois de Katy receber a última carta de Isabelle na qual ela lhe revela ter decidido não lhe escrever mais cartas, mas deixando-a com a certeza de ser muito feliz ao lado de Phineas.

Katy encontra-se em Gales com as suas damas de honor a fazer a sua despedida de solteira. O seu noivo é um bom homem, a escolha segura e consulta-a para tudo, o que, por um lado, se coaduna muito bem com a sua necessidade de controlo, mas por outro, lhe começa a dar seriamente nos nervos... E o facto de Isabelle não estar ali como sua dama de honor não ajuda mesmo nada...

É quando se afasta disfarçadamente do seu grupo de amigas para consultar o telemóvel (o que está proibida de fazer) que Katy vê um homem que parece um extra numa adaptação cinematográfica de um livro da Jane Austen e depois o vê... desaparecer! Crente que se tratou de uma partida do seu cérebro, Katy procura o homem, mas não o encontra em lado algum. Encontra, sim, uma bolsa de prata para cartões de visita muito semelhante à que Isabelle encontrou no livro anterior e que lhe permitiu viajar para 1834... E quando a abre e encontra cartões de visita com o nome de Mr. Bartram Podbury, a ligação a Isabelle torna-se ainda mais evidente.

Durante a visita guiada que estão a fazer aproximam-se do memorial a St. Cefnogwr, um herói galês, outrora um nobre cavaleiro anglo-normando que, durante a Rebelião de Madog em 1294, se aliou aos galeses, o que o tornou num traidor e pelo qual foi condenado à forca, tendo sido salvo por um anjo, milagre que justificou a sua santidade. E ao ouvir a história e ao observar a estátua, Katy sente uma estranha familiaridade e ligação...

Já de volta ao quarto de hotel, Katy não consegue deixar de pensar no cavaleiro e acaba a reler a última carta que Isabelle lhe escreveu e, mais uma vez, dá por si a tentar perceber porque é que Isabelle voltou. Como foi capaz de abandonar tudo e todos por amor? Katy sente a sua falta e foi por causa dela que escolheu Gales para a sua despedida de solteira, já que com a última carta Isabelle mandou-lhe também um pássaro esculpido em madeira que encontrou em Gales e que a fez lembrar-se de Katy...

No dia seguinte, quando se encontram a visitar as ruínas de um castelo que esteve cercado pelos galeses durante a Rebelião de Madog, Katy não consegue deixar de pensar no cavaleiro e até a sua amiga Traci repara que algo se passa com ela. Katy decide ficar para trás para ter tempo de se recompor e é quando analisa a sua situação que deseja saber porque não é tão feliz como devia ser. Ao mesmo tempo que esfrega a bolsa de prata que tem no bolso... E de repente tudo gira e ela cai da ravina onde se encontrava e vai parar na parede do castelo. Que já não está em ruínas...

Sem se aperceber, Katy pediu um desejo e a bolsa levou-a até 1294, precisamente no momento em que o cerco do castelo se inicia. À sua volta reina o caos, mas Katy perdeu a bolsa durante a queda, pelo que não pode desejar regressar. E como se não bastasse, um cavaleiro a sério, com cota de malha e tudo, começa a cavalgar na sua direcção. E agarra-a e leva-a consigo no cavalo para dentro do castelo!

O cavaleiro é Sir Robert Beucol, um cavaleiro determinado a limpar o bom nome da família e a recuperar as terras que o seu pai perdeu. Ele salva Katy e julga-a uma das novas colonas inglesas, já que não entende o que ela diz. Também Katy não o entende, já que ele fala francês anglo-normando... Que ironia tão grande, que Katy seja tradutora de francês e que isso aqui não lhe sirva de nada...

Já no castelo, separam-se e Katy rouba roupas de rapaz por forma a conseguir passar despercebida enquanto tenta sair para procurar a bolsa. Mas é impedida por Robert que, para a proteger, finge que ela é o seu escudeiro. Ela ainda pensa em formas de sair, mas o castelo é atacado e eles são forçados a fugir. E acabam perdidos dos outros e a viajar sozinhos. E lá acabam por conseguir entender-se...

Katy deixa Robert igualmente encantado e perplexo. Ela não é como nenhuma mulher que ele já tenha conhecido e mexe com ele como nenhuma outra. Mas como pode ele pensar num futuro com uma mulher tão diferente quando aquilo que sempre tentou foi conformar-se às regras?

Viver no século XIII constitui a derradeira prova à necessidade de controlo de Katy. Mas, de alguma forma, ela não sente tanto a necessidade de controlar as suas circunstâncias quando está com Robert. É estranho, mas tudo parece entrar nos eixos quando estão juntos. Recuperar a bolsa parece algo cada vez mais impossível, pelo que estará Katy condenada a ficar no passado? E será isso assim tão mau quando finalmente perceber a escolha de Isabelle?

Adorei! A autora tem uma escrita que me fascina, riquíssima em pormenores e onde facto e ficção se entrelaçam de uma forma fantástica! Eu quero ler tudo o que ela escreve! Adorei os protagonistas e continuo a adorar a premissa de que há, como costuma dizer a minha tia-avó, uma tampa para cada tacho, mesmo que estejam separados por séculos...

Must Love Chainmail ganhou o prémio RITA para melhor Romance Paranormal em 2016. E eu acho que foi mais do que merecido!

Classificação: 5

terça-feira, 3 de maio de 2016

Opinião: "Must Love Breeches"

Autor: Angela Quarles
Série: Must Love Time Travel #1
Editor: Unsealed Room Press
Edição/reimpressão: Setembro de 2014
ISBN: 9780990540007
Páginas: 309

Sinopse: She's finally met the man of her dreams. There's only one problem: he lives in a different century.

HOW FAR WOULD YOU TRAVEL FOR LOVE?

A mysterious artifact zaps Isabelle Rochon to pre-Victorian England, but before she understands the card case’s significance a thief steals it. Now she must find the artifact, navigate the pitfalls of a stiffly polite London, keep her time-traveling origins a secret, and resist her growing attraction to Lord Montagu, the Vicious Viscount so hot, he curls her toes.

To Lord Montagu nothing makes more sense than keeping his distance from the strange but lovely Colonial. However, when his scheme for revenge reaches a stalemate, he convinces Isabelle to masquerade as his fiancée. What he did not bargain on is being drawn to her intellectually as well as physically.

Lord Montagu’s now constant presence overthrows her equilibrium and her common sense. Isabelle thought all she wanted was to return home, but as passion flares between them, she must decide when her true home—as well as her heart—lies.

A minha opinião: Já li este livro há mais de um mês o que, infelizmente, significa que já não recordo todos os seus detalhes e temo que isso se reflicta nesta opinião. O que é uma pena, porque eu adorei Must Love Breeches! A sério, gostei tanto que, embora o tenha terminado em Março, estou convicta que estará no Top 3 das minhas leituras de 2016 no final do ano. Para já, ocupa o 1º lugar!

A história começa quando a heroína da história, Isabelle Rochon, uma americana a viver e a trabalhar em Londres, se encontra num baile de reencenação organizado pelo British Museum onde trabalha. Ao contrário das outras mulheres que se encontram no baile, Isabelle abdicou da sensualidade e da comodidade pela veracidade histórica e enverga um vestido igual ao que as mulheres usariam num baile na Inglaterra pré-Vitoriana. A única inexactidão a que não conseguiu resistir foi levar consigo a bolsa de prata para cartões de visita que encontrou debaixo das tábuas da casa que comprou enquanto a estava a restaurar que, embora seja da época, não era um acessório usado pelas mulheres em bailes.

E é precisamente quando esfrega o polegar na gravação da bolsa ao mesmo tempo que pensa para si mesma se não seria fantástico estar realmente naquele baile, mas em 1834, que a sala começa a rodar... Isabelle pensa que já bebeu mais do que a conta, mas repara noutra moça vestida de forma historicamente correcta e não resiste a meter conversa. E a tirar-lhe uma foto com o telemóvel.

A rapariga apresenta-se como Miss Ada Byron e Isabelle presume que ela está mascarada de Ada Byron Lovelace. Mas a rapariga não sai da personagem nem por nada... E quando o primo dela aparece a solicitar uma apresentação, Isabelle começa a achar que eles estão a levar a reencenação demasiado a sério... Mas está disposta a deixar passar, já que Lord Montagu é extremamente atraente.

Só que, de repente, Isabelle começa a aperceber-se de que todos no baile estão a ser demasiado historicamente correctos e ela não consegue encontrar ninguém conhecido. Está-se tudo a tornar demasiado estranho e ela decide ir para casa. Mas quando sai do baile, Londres parece diferente de alguma forma: não há nem um carro na rua, mas há cavalos e carruagens e a estação de metro desapareceu! E como se não bastasse, um miúdo de rua rouba-lhe a bolsa de prata e enquanto ela o perseguia é atropelada por uma carruagem, bate com a cabeça e perde os sentidos... E quando acorda em casa de Ada, percebe que, de alguma forma viajou no tempo e está em 1834...

Adaptar-se à época não é propriamente fácil, mesmo para uma historiadora como Isabelle. Felizmente que consegue convencer Ada da verdade, mostrando-lhe a fotografia que lhe tirou com o telemóvel no baile, angariando assim uma aliada e uma amiga. Isabelle convence-se que foi através da bolsa de prata que viajou para o passado e por isso precisa recuperá-la para regressar a casa. E para isso precisa da ajuda não só de Ada, mas também do primo dela.

Lord Phineas Montagu não consegue deixar de pensar na intrigante colonial que está a viver com a sua prima Ada. E percebe que ela pode ser precisamente aquilo de que ele precisa. É que Phineas precisa desesperadamente de limpar a sua reputação e que melhor forma de o fazer do que com uma noiva falsa? E quem melhor do que Isabelle, nova em Londres, com uma reputação impecável e sem nada a perder?

Mas o noivado falso implica passarem tempo juntos e a atracção que sentem um pelo outro é cada vez maior e mais intensa. Phineas é, nas palavras de Isabelle, como ter o Mr. Darcy e o Mr. Knightley na mesma sala! É um cavalheiro (mas é também um implacável sedutor...), é um homem de honra (apesar da sua reputação), e é um homem que respeita os desejos e a vontade da Isabelle, mesmo que isso signifique perdê-la... E a Isabelle é tudo aquilo que ele precisava. Ela vê para além da reputação dele como o Visconde Vicioso, esforça-se para compreender os motivos dele para agir como age e ajuda-o a atingir os seus objectivos, mesmo que isso possa significar que ela fique comprometida. Foram claramente feitos um para o outro, mas a vida de Isabelle está a uma distância de mais de 200 anos...

Com excepção de um pequeníssimo pormenor no final (que não posso revelar porque é um spoiler) adorei tudo neste livro. A Isabelle é uma heroína fantástica! Ela usa óculos, adora ler, tem um gato e recompensa-se com vinho e chocolate negro! É uma mulher independente, forte e bem resolvida apesar de tudo por que já passou, é inteligente e desenrascada, mas é também capaz de pedir ajuda quando sabe que dela precisa. E ao encontrar-se numa época em que as mulheres não tinham direitos, só deveres, a adaptação não é fácil. Mas o Phineas ajuda...

OMD, o Phineas entrou directamente para a minha galeria de homens ficcionais preferidos, onde já figuravam o Mr. Darcy e o Mr. Knightley. A começar pelo nome, que estranhamente funciona. Se inicialmente me tivessem dito que ia acabar a suspirar por um protagonista chamado Phineas eu não acreditava, mas aconteceu. Ele é fantástico por todos os motivos que já enunciei e, apesar de inicialmente achar que a Isabelle é louca, acaba por se convencer de que é apenas excêntrica, e acaba por apreciar as suas excentricidades. Afinal, ela não é como nenhuma mulher que ele conheceu até aí... Mas será o amor dele suficiente para a fazer ficar?

E as personagens secundárias também são fantásticas! A Ada é realmente a Ada Byron (mais tarde Lovelace), filha de Lord Byron de cujas obras a autora inclui pequenos excertos no início de cada capítulo. Através dela, a Isabelle e nós próprios interagimos com uma série de personagens reais e assistimos a eventos históricos. E não posso deixar de referir a Katy, a melhor amiga da Isabelle no presente e que é a protagonista do próximo livro da série. Mal posso esperar por o ler...

Angela Quarles é uma autora que não conhecia, mas agradeço a quem deu a dica num grupo do facebook de que este livro era fantástico e estava em promoção, porque de outra forma iria continuar sem a conhecer. Adorei a sua escrita, o seu sentido de humor, a sensualidade que imprimiu às cenas entre os protagonistas, o facto da história ser contada na perspectiva de ambos, enfim, adorei tudo! Só não gostei muito do tal pormenor final que já referi, mas ao pesquisar a restante obra da autora, acabei por perceber o porquê do mesmo.

Ufa, para quem achava que já não ia ter muito a dizer sobre este livro, acabei por escrever um testamento... Penso que isso diz muito sobre o quanto gostei dele. Recomendo muitíssimo, especialmente a fãs do Outlander.

Classificação: 5

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Este livro conta para os Desafios Mount TBR 2016, TBR Pile 2016What's in a Name? 2016 (An item of clothing) e Monthly Motif 2016 (Take a Trip).