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domingo, 1 de dezembro de 2013

Desafio Cruisin' thru the Cozies 2013 - Terminado!


This post is written in Portuguese and English

O Desafio Cruisin' thru the Cozies 2013 é organizado pelo blog Socrate's Book Reviews e consiste em ler, em 2013, cosy mysteries.

Escolhi o nível 2 - Investigator - 7-12 livros e estes foram os livros que li para o desafio:
  1. Clouds of Witness de Dorothy L. Sayers
  2. Morte na Praia de Agatha Christie
  3. Cai o pano: O último caso de Poirot de Agatha Christie
  4. Matar é Fácil de Agatha Christie
  5. Os Trabalhos de Hércules de Agatha Christie
  6. Mrs. McGinty está morta de Agatha Christie
  7. A Festa das Bruxas de Agatha Christie
  8. Morto Duas Vezes de
  9. Um Corpo na Biblioteca de Agatha Christie 
  10. O Signo dos Quatro de Arthur Conan Doyle
Mais uma vez a grande maioria são livros da Agatha Christie, mas a verdade é que continua a ser uma das minhas autoras favoritas!
 

The Cruisin' thru the Cozies Reading Challenge is organized by Socrate's Book Reviews and it consists of reading, in 2013, cosy mysteries. 

I signed up for level 2 - Investigator - 7-12 books and these were the books I read:
  1. Clouds of Witness by Dorothy L. Sayers
  2. Evil Under the Sun by Agatha Christie
  3. Curtain: Poirot's last case by Agatha Christie
  4. Murder Is Easy by Agatha Christie
  5. The Labours of Hercules by Agatha Christie 
  6. Mrs. McGinty's Dead by Agatha Christie
  7. Hallowe'en Party by Agatha Christie
  8. The Case of the Late Pig by
  9. The Body in the Library by Agatha Christie  
  10. The Sign of Four by Arthur Conan Doyle
Once again, the majority are books by Agatha Christie, but the truth is that she's still one of my favorite authors!

Opinião: "O Signo dos Quatro"

www.wook.pt/ficha/o-signo-dos-quatro/a/id/12964011?a_aid=4e767b1d5a5e5&a_bid=b425fcc9
Título original: The Sign of Four
Autor: Sir Arthur Conan Doyle
Série: Sherlock Holmes #3
Colecção: Colecção Sherlock Holmes #9
Editor: Global Notícias
Edição/reimpressão: 2009
ISBN: 9789895545667
Páginas: 120

Sinopse: O Signo dos Quatro é um romance escrito por Sir Arthur Conan Doyle, publicado originalmente pela Lippincott's Magazine em Fevereiro de 1890, sendo a primeira edição em formato de livro publicada em Outubro do mesmo ano. É a segunda história da saga do célebre detective Sherlock Holmes. Mary Morstan pede auxílio a Holmes para descobrir o que aconteceu ao seu pai, que morrera dez anos antes. Quatro anos após a morte do pai, ela começou a receber anualmente uma pérola de grande valor. Até que um dia recebeu um bilhete a marcar um encontro.

A minha opinião: Já antes tinha lido dois livros de Sir Arthur Conan Doyle (embora um fosse de contos), mas não gostei tanto como estava à espera... Mas porque adoro a série Sherlock, e porque a terceira temporada está quase, quase a estrear, e esta história será adaptada num dos episódios, resolvi lê-la agora. E devo dizer que gostei bastante mais do que dos anteriores.

A história começa com o pedido de auxílio de Mary Morstan, órfã à dez anos, e que há seis anos recebe misteriosamente, cada ano, uma pérola bastante valiosa. Sempre se interregou sobre quem e porquê lhe mandava as pérolas, mas agora que recebeu uma carta da pessoa que as envia, a marcar um encontro, Mary recorre a Sherlock para que a acompanhe e ajude a desvendar o mistério.

Sherlock descobre que o mistério está relacionado com Bombaim, local onde o pai de Mary esteve destacado, e com um dos seus colegas que, por coincidência ou não, morreu uma semana depois do pai de Mary. Depois de mais uma morte, Sherlock terá de desvendar qual o significado de O Signo dos Quatro, frase escrita no bilhete encontrado junto ao corpo.

Gostei da história e dos personagens principais, Holmes e Watson, e estou muito curiosa por saber que volta vão dar os autores da série para a adequarem aos tempos de hoje. Sem dúvida vou ler mais livros desta série muito em breve.

Classificação: 4

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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Opinião: "Um Corpo na Biblioteca"

www.wook.pt/ficha/um-corpo-na-biblioteca/a/id/41249?a_aid=4e767b1d5a5e5&a_bid=b425fcc9
Título original: The Body in the Library
Autor: Agatha Christie
Série: Miss Marple #3
Tradutor: Isabel Alves
Colecção: Obras de Agatha Christie nº16
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Maio de 2003
ISBN: 9789724133485
Páginas: 176

Sinopse: Ela era jovem, loura e usava demasiada maquilhagem. O coronel Bantry e a mulher, Dolly, nunca a tinham visto antes... de a encontrarem morta no tapete da sua biblioteca!
Quem é ela? Como é que foi ali parar? E qual a sua relação com outra jovem assassinada, cujo cadáver será posteriormente descoberto num carro incendiado? O respeitável casal Bantry convida a pessoa mais eficiente que conhece no que a mistérios diz respeito: Miss Jane Marple. E quando o enigma se adensa e a investigação aponta para vários suspeitos possíveis, a astuta solteirona faz jus à sua fama de implacável bisbilhoteira.


A minha opinião: Este é o segundo livro de Agatha Christie com Miss Marple como protagonista que leio e posso dizer que foi o que mais gostei. Porque finalmente consegui perceber aquilo que a distingue dos outros detectives amadores: o facto de saber tudo o que se passa na sua aldeia e utilizar esse conhecimento do comportamento humano aplicando-o ao caso em questão. Miss Marple tem sempre uma pequena história sobre um dos seus amigos ou conhecidos para ilustrar um ponto que quer provar, o que achei delicioso. Também adorei as estratégias que utiliza para levar as pessoas a desabafarem com ela, contando-lhe o que querem e o que não querem, sem mesmo se aperceberem de que o estão a fazer...

O crime é insólito. Uma jovem aparece morta na biblioteca dos Bantry, mas nem eles, nem ninguém na aldeia parece reconhecê-la. A investigação policial acaba por conduzir a um hotel da região, o Hotel Majestic, onde se encontra hospedado um velho amigo dos Bantry, Conway Jefferson, que não só conhecia a vítima, como acaba por fornecer um possível motivo para a sua morte. Terá sido pela sua ligação a Jefferson que o assassino escolheu a biblioteca dos Bantry para deixar o corpo? E qual a ligação deste crime com o corpo da jovem escuteira descoberto incinerado num carro roubado?

Jane Marple é chamada a investigar o caso por Mrs. Bantry que antevê, e bem, que numa aldeia pequena como St. Mary's Mead, se o caso não for resolvido rapidamente, a suspeita cairá para sempre sobre o coronel Bantry. E é aplicando o seu conhecimento da vida numa aldeia que Miss Marple desvenda, por fim, quem assassinou as duas jovens e porquê. Um bom mistério "aconchegante" ideal para ler nestes dias frios que temos tido.

Classificação: 4

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Este livro conta para os Desafios Vintage Mystery Reading 2013 (Scene of the Crime), Cruisin' thru the Cozies 2013, Mystery/Crime 2013 e Mount TBR 2013.

sábado, 23 de novembro de 2013

Opinião: "Morto Duas Vezes"

www.wook.pt/ficha/morto-duas-vezes/a/id/164697?a_aid=4e767b1d5a5e5&a_bid=b425fcc9
Título original: The Case of the Late Pig 
Autor:
Série: Albert Campion #8
Tradutor: Maria Adelaide Namorado Freire
Colecção: 9mm nº19
Editor: Público
Edição/reimpressão: Setembro de 2005
ISBN: 8498194008
Páginas: 160

Sinopse: Primeiro fora a carta anónima e, logo a seguir o anúncio inserido em The Times informando que R. I. Peters, de 37 anos de idade, falecera. Albert Champion, o célebre e desenvolto detective recordava-se bem dele pois tinham sido colegas de escola, onde o tratavam carinhosamente por "Pig" Peters. No funeral encontrava-se outro ex-colega, Gilbert Whippet, que também recebera uma carta anónima idêntica à de Champion, ambas escritas na mesma máquina, mas.. com que finalidade? A resposta começou a surgir cinco meses depois quando o detective foi chamado a investigar um caso de assassínio ocorrido há poucas horas. É que o corpo da vítima era, sem dúvida nenhuma, o do já falecido "Pig" Peters!
Sinopse retirada daqui

A minha opinião: Gosto muito desta colecção que saiu com o Público em 2005, mas acho inaceitável o que se passou com este livro. É que até ter iniciado esta opinião, estava convencida que tinha lido o 13º livro da série More Work for the Undertaker, porque é esse o título original indicado. Contudo, ao começar a copiar a sinopse (tenho por hábito não a ler antes de iniciar a leitura), verifiquei que a mesma não correspondia à história que li. Graças ao Goodreads lá descobri que a história que li foi, afinal, The Case of the Late Pig, 8º livro da série. Por mais que tente, não consigo descobrir como raio é que este engano aconteceu, nem como é que ninguém deu por ele antes da impressão, mas enfim, aqui fica o devido aviso.

Este foi o primeiro livro desta autora que li, e posso dizer que gostei bastante e fiquei com vontade de ler mais livros com Albert Campion como protagonista. Relembrou-me o protagonista dos livros de Dorothy L. Sayers, Lord Peter Wimsey, na medida em que, tal como ele, também Albert Campion é um membro proeminente da sociedade londrina que utiliza as suas capacidades (inteligência, intuição e dedução) na resolução de mistérios.

A história tem início com a notícia da morte de um antigo colega de escola de Campion, Pig Peters, um rufião que lhe infernizou a vida a ele e aos seus colegas. Intrigado pela notícia e por um estranho bilhete anónimo, Campion acaba por ir ao funeral, onde encontra um outro colega de escola, Gilbert Whippet, também ele atraído ali por um bilhete anónimo.

Cerca de cinco meses mais tarde, Campion é contactado por Janet Pursuivant, que lhe pede que vá de imediato para Highwaters, pois ocorreu um crime. Aí chegado, encontra-se com o pai de Janet, o coronel Sir Leo Pursuivant, chefe da polícia da região, que o leva de imediato a ver o corpo. E qual não é o seu espanto quanto vê que o corpo em questão se trata de Pig Peters. Mas se Pig Peters morreu no dia anterior, quem foi enterrado há cinco meses?

Rapidamente Campion fica a saber que os anos em nada melhoraram o feitio de Pig Peters que, no fundo, continuava o mesmo rufião de sempre, coleccionando inimizades por onde passava. Ninguém parecia gostar dele, e há uma abundância de pessoas com motivo para o matar... E há ainda a questão do homem e da mulher que tinham estado no funeral e que agora estão em Highwaters. Saberão eles mais do que dizem? Há ainda um novo bilhete anónimo, recebido também, mais uma vez, por Whippet, que também se desloca a Highwaters.

Campion terá de resolver, não só o mistério da morte de Pig, mas também o mistério da morte de há cinco meses (nomeadamente de quem era o corpo e se se tratou de uma morte natural ou de crime), descobrir o autor dos bilhetes anónimos e evitar ser mais uma vítima do assassino.

Apesar de ter conseguido perceber quem era o assassino, houve alguns pormenores que me escaparam e, como gostei da escrita e do protagonista, vou tentar ler os livros anteriores da série. Até porque dá para perceber que Sir Leo e Janet já foram personagens de livros anteriores e fiquei curiosa de saber o que se passou entre Albert e Janet...

Classificação: 4

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Este livro conta para os Desafios Vintage Mystery Reading 2013 (Dangerous Beasts), Cruisin' thru the Cozies 2013, Mystery/Crime 2013 e Mount TBR 2013.

domingo, 17 de novembro de 2013

Opinião: "A Festa das Bruxas"

www.wook.pt/ficha/a-festa-das-bruxas/a/id/9596235?a_aid=4e767b1d5a5e5&a_bid=b425fcc9
Título original: Hallowe'en Party
Autor: Agatha Christie
Série: Hercule Poirot #36
Tradutor: John Almeida
Colecção: Obras de Agatha Christie nº63
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Fevereiro de 2011
ISBN: 9789892310046
Páginas: 208

Sinopse: A famosa escritora de policiais Ariadne Oliver prepara-se para celebrar a Noite das Bruxas em casa de uma amiga. Outra das convidadas é Joyce, uma jovem fã de livros policiais, que confessa ter já assistido a um assassinato. Mas a sua fama de contadora de histórias mirabolantes faz com que ninguém lhe preste atenção. Porém, quando Joyce é encontrada morta nessa mesma noite, Mrs. Oliver questiona se esta última história seria mesmo fruto da sua imaginação. Quem de entre os convidados quereria silenciá-la? Mrs. Oliver não conhece ninguém melhor do que o seu amigo Hercule Poirot para responder a esta questão. Mas nem mesmo para o grande detective será fácil desmascarar o assassino...

A Festa das Bruxas (Hallowe'en Party) foi originalmente publicado em 1969 na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos. Foi adaptado para a televisão em 2010, com David Suchet no papel de Hercule Poirot. 

A minha opinião: Ariadne Oliver já não acha os assassinatos divertidos, mas isso não significa que esteja livre deles... Mais uma vez vê-se envolvida num assassinato e recorre a Poirot para tentar descobrir quem foi que matou a jovem Joyce. É que pouco antes de morrer, Joyce anunciou que tinha testemunhado um assassinato e Mrs. Oliver pensa que poderá ter sido esse o motivo pelo qual foi assassinada.

Poirot começa a sua investigação e rapidamente percebe que ninguém levava Joyce muito a sério, já que tinha o hábito de inventar histórias para ganhar protagonismo, e ninguém parece acreditar que tivesse mesmo testemunhado um assassinato. Mas se era só uma história inventada, porque foi Joyce assassinada? E se era verdade, quem foi que Joyce viu ser assassinado? É isso que Poirot terá de descobrir e, depois de mais um corpo surgir, terá de ser rápido para evitar mais uma morte.

Gosto bastante da Mrs. Oliver, mas neste livro nota-se que estar envolvida em tantos crimes na vida real começa a desgastá-la e, por isso, surge mais apagada, e até um pouco derrotada. Poirot é muito competente, como sempre, e no final tudo acaba por fazer sentido, mas não foi uma história que me deslumbrasse. O que não significa que não a recomende a fãs da autora e do detective das célulazinhas cinzentas... 

Classificação: 4

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Este livro conta para os Desafios What's in a Name 6 (festa/celebração), Cruisin' thru the Cozies 2013, Mystery/Crime 2013 e Mount TBR 2013.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Opinião: "Mrs. McGinty está morta"

Título original: Mrs. McGinty's Dead
Autor: Agatha Christie
Série: Hercule Poirot #28
Tradutor: Isabel Alves
Colecção: Obras de Agatha Christie nº57
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Junho de 2009
ISBN: 9789892304786
Páginas: 224

Sinopse: Mrs. McGinty está morta. 
                    Como é que ela morreu? 
                                                                       De joelhos como eu. 

Assim reza um jogo infantil… infelizmente para a verdadeira Mrs. McGinty, o que deveria ser apenas uma brincadeira de crianças assumiu contornos bem reais. Foi encontrada morta, os seus aposentos destruídos. O assassino procurava algo com tal desespero que chegou a levantar as tábuas do soalho. O que terá motivado tão bárbaras acções?

Poderá a resposta estar num recorte de jornal que a vítima guardara dois dias antes da sua morte? Com um assassino desesperado à solta, Hercule Poirot terá de se manter vivo a todo o custo para descobrir…

Mrs. McGinty Está Morta (Mrs. McGinty’s Dead) foi originalmente publicado em 1952 na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.  

A minha opinião: Poirot é contactado pelo comissário Spence que lhe pede auxílio pois está convencido que ajudou a condenar um homem inocente. O caso parece muito simples, e todas as provas parecem apontar para a culpa de James Bentley, mas Spence não acredita e quer evitar a sua execução.

Assim, Poirot desloca-se a Broadhinny, o local do crime e onde morava a vítima, Mrs. McGinty. Para além do rendimento que obtinha ao alugar um quarto a Bentley, Mrs. McGinty trabalhava como mulher-a-dias em várias casas da aldeia. No decurso das suas investigações, Poirot descobre que a chave do caso poderá estar num recorde de jornal que Mrs. McGinty tinha guardado dois dias antes de morrer. O dito recorte era uma retrospectiva sobre quatro mulheres vítimas de tragédias passadas. Teria Mrs. McGinty reconhecido alguma das mulheres e sido assassinada antes que pudesse falar? E teria o assassino incriminado James Bentley? Conseguirá Poirot descobrir a verdade a tempo de evitar outra morte?

Eu sou suspeita, mas ainda não li um livro de Agatha Christie de que não tivesse gostado. E gostei de Mrs. McGinty Está Morta, apesar de não ser dos meus preferidos. A autora é, mais uma vez, exímia a fazer-nos suspeitar de tudo e de todos e a pensar que todas as mulheres da aldeia poderão ser uma das quatro mulheres referidas no recorte de jornal. Um bom mistério para fãs do género como eu. 

Classificação: 4 

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Opinião: "Os Trabalhos de Hércules"

Título original: The Labours of Hercules
Autor: Agatha Christie
Série: Hercule Poirot #26
Tradutor: John Almeida
Colecção: Obras de Agatha Christie nº61
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Maio de 2010
ISBN: 9789892308142
Páginas: 272

Sinopse: Hercule Poirot está a pensar muito seriamente em reformar-se e dar por terminada a sua brilhante carreira detectivesca. A verdade é que o talentoso belga acalenta um sonho: cultivar abóboras-meninas. Todavia, quando um amigo o compara a Hércules, o herói grego, o grande detective fica perplexo mas acaba por considerar que têm, sim, algo em comum: foram ambos responsáveis por livrar a sociedade de alguns dos seus mais temíveis monstros. Poirot decide então despedir-se em grande e aceitar apenas mais doze trabalhos, doze casos que correspondam em magnificência aos doze trabalhos de Hércules. Cada um deles ficará nos anais do crime como um feito heróico de dedução.

Considerada a melhor colecção de contos de Agatha Christie, Os Trabalhos de Hércules usa um tema unificador para mostrar doze exemplos das capacidades formidáveis das "celulazinhas cinzentas"de Hercule Poirot.

Os Trabalhos de Hércules (The Labours of Hercules) foi originalmente publicado em 1947 na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos. 
 
A minha opinião: Numa altura em que começa a contemplar a hipótese de se reformar muito em breve, Poirot é comparado, por um amigo, a Hércules. E é assim que lhe surge uma idéia que rapidamente se torna num plano: tal como Hércules teve que ultrapassar doze trabalhos, também Hercule resolverá mais doze casos e só então se reformará.

Confesso que não me recordo muito bem de todos os trabalhos de Hércules, mas é bastante óbvio que os doze casos de Poirot têm todos semelhanças com os mesmos. Vou fazer uma breve referência a cada um deles:
  1. O Leão de Nemeia - Poirot é contratado para investigar um estranho caso de rapto de cães pequineses. Os cães são sempre raptados na presença de testemunhas e devolvidos depois de pago o resgate pedido. Como consegue o raptor desaparecer com os cães no meio de tantas pessoas e qual o verdadeiro motivo por detrás dos raptos é o que Poirot irá descobrir.
  2. A Hidra de Lerna - um homem desesperado recorre a Poirot para que o ajude. Na sua pequena aldeia corre o boato de que assassinou a sua mulher, que morreu há um ano. O homem garante que a sua mulher morreu de causas naturais e Poirot viaja até à aldeia e lança alguns boatos também para forçar a Hidra a mostrar a sua cabeça central.
  3. A Corça de Arcádia - um jovem mecânico bem apessoado relembra a Poirot um jovem pastor em Arcádia e quando este lhe pede que descubra o paradeiro da jovem por quem se apaixonou e que desapareceu misteriosamente, Poirot inicia a busca da bela "corça".
  4. O Javali de Erimanto - numa estância suiça, cujo acesso se faz apenas por um funicular que misteriosamente se avaria, Poirot tem de descobrir qual dos hóspedes ou dos funcionários é um perigoso assassino, um javali, em fuga da justiça.
  5. Os Estábulos de Augias - o jovem, e recentemente nomeado primeiro-ministro, vê o início do seu mandato ameaçado por revelações acerca do seu sogro, o anterior e demissionário primeiro-ministro, que irão ser publicadas num jornal. Poirot terá de adaptar e modernizar a solução de Hércules para conseguir limpar estes estábulos modernos.
  6. As Aves de Estinfália - novamente num hotel, desta feita na fictícia Herzoeslováquia, Poirot ajuda um cavalheiro inglês, envolvido numa situação muito desagradável precisamente devido ao seu cavalheirismo. E prova que, por vezes, as aves de mau agoiro não são bem aquelas de quem desconfiamos.
  7. O Touro de Creta - uma jovem abandonada pelo noivo pede ajuda a Poirot para que o faça mudar de ideias. É que o jovem está convencido que está a enlouquecer e pretende cortar todos os laços com a noiva para a poupar, mas ela não acredita na sua loucura. Será Poirot a descobrir a verdade e a livrar a aldeia do seu próprio touro de Creta.
  8. As Éguas de Diomedes - Poirot é contactado por um jovem médico que se deparou com uma festa na qual os convidados consumiram cocaína. Contudo, o médico não quer recorrer à polícia para proteger uma das convidadas. A jovem em causa, tal como as suas três irmãs, tem a fama de ser estouvada, justificável pelo facto de terem sido criadas apenas pelo pai. Cabe a Poirot a tarefa de descobrir o fornecedor da droga e parar a destruição que estas estão a causar.
  9. O Cinturão de Hipólita - um quadro de Rubens é roubado, em plena luz do dia e na presença de testemunhas, da galeria onde se encontrava exposto. E é por se encontrar a investigar esse caso que Poirot acaba a investigar também o caso de uma colegial desaparecida no comboio que a levaria à nova escola e que mais tarde reaparece, mas sem qualquer memória do que se passou. Conseguirá Poirot resolver ambos os casos?
  10. O Gado de Gerião - uma personagem da primeira história reaparece e pede ajuda a Poirot porque está preocupada com uma sua amiga envolvida numa seita cujos membros têm o curioso hábito de morrer depois de deixarem toda a sua fortuna à seita. Serão essas mortes apenas estranhas coincidências, ou haverá mão criminosa?
  11. As Maçãs das Hespérides - Poirot é contratado para recuperar o famoso e infame cálice do Papa Bórgia, roubado ao seu legítimo dono há dez anos.
  12. A Captura de Cérbero - Poirot reencontra em Londres a condessa Vera Rosakoff, agora gerente do bar nocturno da moda, o Inferno, decorado a rigor com direito ao cão Cérbero de guarda à entrada. Quando começa a frequentar o clube, Poirot apercebe-se que há negócios obscuros a ocorrer no Inferno e cabe a ele revelá-los.

Já aqui disse que não propriamente fã de contos, mas até apreciei estes, não só porque são todos protagonizados por Hercule Poirot, o meu detective preferido, mas também porque acaba por haver um fio condutor que os liga. Julgo que os teria apreciado bastante mais se me lembrasse melhor da mitologia grega... 

Classificação: 3

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Este livro conta para os Desafios Vintage Mystery Reading 2013 (Repeat Offenders), Cruisin' thru the Cozies 2013, Mystery/Crime 2013, Mount TBR 2013 e Book Bingo 2013 (contos).

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Opinião: "Matar é Fácil"

Título original: Murder Is Easy
Autor: Agatha Christie
Série: Superintendent Battle #4
Tradutor: Carlos Afonso Lobo
Colecção: Obras de Agatha Christie nº28
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Novembro de 2005
ISBN: 9789724140469
Páginas: 218 

Sinopse: Luke Fitzwilliam não deu qualquer importância àquilo que, para ele, não passava de um fantasioso produto da imaginação de Miss Lavinia Pinkerton, a quem acabara de conhecer no comboio e cuja teoria a levava a dirigir-se à Scoland Yard. Segundo a velhinha, as mortes que assolaram a pacata aldeia onde vivia deviam-se à acção de um assassino em série. Mas Lavinia não se ficava por aqui e acreditava conhecer a identidade da próxima vítima: Dr. Humbleby, o médico local.
Algumas horas depois, Miss Pinkerton morre vítima de atropelamento. Mera coincidência? Luke sentia-se inclinado a acreditar que sim… até que ao ler o The Times se depara com a notícia da inesperada morte do Dr. Humbleby…

Matar é Fácil (Murder Is Easy) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1939, ano em que seria igualmente publicado nos Estados Unidos, com o título Easy to Kill. O romance foi, em 1981, adaptado para televisão. 

A minha opinião: Em primeiro lugar tenho de referir que não percebo muito bem porque é que este livro está integrado na série Superintendent Battle, uma vez que o superintendente só aparece no penúltimo capítulo e nem sequer é ele a desvendar o caso...

O verdadeiro detective (ainda que não muito eficaz) desta história é Luke Fitzwilliam, que se desloca a Wychwood-under-Ashe infiltrado para desmascarar um possível assassino em série. Luke acaba de chegar a Inglaterra, depois de se reformar da polícia britânica no Oriente, e no comboio para Londres conhece uma velhinha simpática, Miss Pinkerton, que lhe conta que o motivo pelo qual vai a Londres é para se deslocar à Scoland Yard e desmascarar um assassino que já fez várias vítimas na sua aldeia. Embora nunca lhe chegue a revelar a identidade do assassino, revela-lhe a identidade da sua próxima vítima: o Dr. Humbleby.

Claro que Luke não dá a mínima importância à história da velhinha até que lê no jornal, não só a notícia do atropelamento mortal de Miss Pinkerton, como também, alguns dias depois, a notícia da morte do Dr. Humbleby. É claro que pode não passar tudo de uma estranha coincidência, mas Luke fica suficientemente intrigado para resolver investigar por conta própria. Por sorte, Luke tem um amigo que tem uma prima que vive na aldeia, Bridget Conway, e que fornece a Luke a desculpa perfeita para aí se deslocar, fingindo ser seu primo.

Rapidamente Luke percebe que há vários suspeitos que podem ser o assassino e tudo se resume a tentar descobrir o que une as diferentes vítimas, qual o motivo para os assassinatos e se cada um dos suspeitos teve oportunidade para cometer os crimes. E, é claro, impedir que o assassino volte a atacar...

Gostei bastante desta história e do protagonista, Luke, embora ache que, para um polícia reformado, não era lá grande detective... Mas a verdade é que a autora nunca nos revela que tipo de polícia ele era. E ainda para mais, durante a investigação, o homem acaba por se apaixonar, o que é sempre coisa para distrair uma pessoa...

Mas gosto destas histórias isoladas de Agatha Christie, pois são sempre bastante diferentes das de Poirot ou Miss Marple e porque já sabemos, à partida, que são histórias com princípio, meio e fim, sem continuidade. Agora quero muito ver a adaptação da BBC que, curiosamente, parece que adaptou a história para ser um mistério de Miss Marple, o que, sem dúvida, terá tirado protagonismo a Luke. Estou curiosa com o resultado.

Classificação: 4

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Este livro conta para os Desafios Vintage Mystery Reading 2013 (Jolly Old England), Cruisin' thru the Cozies 2013 e Mystery/Crime 2013.

domingo, 25 de agosto de 2013

Opinião: "Cai o pano - O último caso de Poirot"

Título original: Curtain: Poirot's last case
Autor: Agatha Christie
Série: Hercule Poirot #39
Tradutor: Salvador Guerra
Colecção: Obras de Agatha Christie nº76
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Maio de 2013
ISBN: 9789892323442
Páginas: 224
Origem: Oferecido pela editora em troca de uma opinião honesta

Sinopse: Hercule Poirot regressa à mansão de Styles, palco do seu primeiro caso. Na casa está reunido um grupo que muito agrada ao Capitão Hastings. O seu choque é, pois, imenso quando Poirot anuncia que, entre eles, se encontra um assassino implacável. Nenhum dos convidados tem perfil de criminoso, muito pelo contrário. Com o passar dos anos, a saúde do detetive deteriorou-se. Será que as suas célebres celulazinhas cinzentas vão desapontá-lo pela primeira vez?

Cai o pano: O último caso de Poirot (Curtain: Poirot’s last case) foi originalmente publicado em 1975 na Grã-Bretanha, tendo sido editado no mesmo ano nos Estados Unidos.

A minha opinião: Cai o pano: O último caso de Poirot é, tal como o nome indica, o último caso de Poirot. E nele encontramos um Poirot muito envelhecido e debilitado pela doença, um Poirot que aceitou a sua iminente mortalidade, mas que nem por isso aceita deixar um assassino escapar impune...

É que, apesar do seu corpo se encontrar em rápido e evidente declínio, o seu cérebro continua a 100% e, por isso, Poirot recorre à ajuda do seu velho amigo Capitão Hastings e pede que este se junte a ele no local onde tudo começou, a mansão de Styles. Styles foi transformada numa hospedaria e é aí que Poirot informa Hastings que um dos hospedes de Styles é um assassino em série. E pede a Hastings que o ajude, sendo os seus olhos e ouvidos na casa, uma vez que Poirot está praticamente confinado à cama e já só se move numa cadeira de rodas. Contudo, recusa-se a revelar a identidade do assassino, o que faz com que Hastings acabe por desconfiar de tudo e de todos...

Será Hastings capaz de auxiliar Poirot a capturar o assassino antes que este reclame a sua próxima vítima? Mas como, se nem sabe de quem se trata? A situação torna-se ainda mais desesperante para o pobre Capitão Hastings porque a sua filha é uma das hóspedes de Styles...

Gostei de regressar a Styles, quase como se, ao terminar a história de Poirot onde a mesma começou, fosse o completar de um círculo, de uma jornada que, felizmente, ainda continuo a acompanhar (porque não estou a ler os livros por ordem...). A mansão volta a ser uma espécie de personagem, com o seu ambiente opressivo e maligno a impregnar os seus habitantes. Tenho um fraquinho por velhas mansões inglesas, já se sabe!

O mistério está muito bem construído e explicado, mas outra coisa não seria de esperar de Agatha Christie e foi uma leitura bastante agradável. Só não lhe dou 5 porque acaba por ter pouco Poirot, mas neste caso não havia outra forma possível... 

Classificação: 4

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Este livro conta para os Desafios Book Bingo 2013 (clássico), Cruisin' thru the Cozies 2013 e Mystery/Crime 2013.

domingo, 30 de junho de 2013

Opinião: "Morte na Praia"

Título original: Evil Under the Sun
Autor: Agatha Christie
Série: Hercule Poirot #23
Tradutor: José Lourenço
Colecção: Obras de Agatha Christie nº5
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Abril de 2008
ISBN: 9789724127651
Páginas: 192

Sinopse: Numa ilha da costa de Devon, em plena época balnear, desenham-se os contornos de um triângulo amoroso. Por uma (in)feliz coincidência, Poirot encontra-se bem perto do desenrolar da acção. De férias e decidido a aproveitar ao máximo (ou tanto quanto o detective belga se permite) os efeitos benéficos do sol e do ar marítimo, Poirot cedo abdica desses propósitos para dedicar toda a sua atenção ao excêntrico grupo que com ele partilha o hotel. Mas escondem-se motivos sombrios por detrás da aparente frivolidade destas relações sociais, e nada nem ninguém parece conseguir demover o assassino das suas sinistras intenções.

A minha opinião: A acção de Morte na Praia fez-me lembrar uma tragédia grega. O ambiente de desgraça iminente é rapidamente perceptível, inclusivé por Poirot que o admite a certa altura. É referido logo no primeiro capítulo que "o mal está debaixo do Sol" (a tradução literal do título original) e Poirot dá o mote quando exemplifica que todas as pessoas ali presentes têm um motivo para ali se encontrarem, por estarem de férias, por ser Agosto e por em Agosto as pessoas de férias irem para a beira-mar, o que por si só constituiria um álibi para alguém que quisesse assassinar um inimigo que soubesse que ali se encontraria.

E o mal acaba por acontecer debaixo do Sol... Uma antiga actriz, que apesar de casada, continuava a cultivar paixões, aparece morta. Ninguém parecia gostar dela, nem o marido, nem a enteada, nem a sua mais recente conquista. E a juntar a esta lista de suspeitos há ainda a amiga de infância do marido que sempre o amou, a mulher do seu amante e um reverendo fanático, entre outros. Suspeitos não faltam, e motivos também não, mas só Poirot conseguirá ver para lá das ilusões e descobrirá a verdade!

Apesar de não ser um dos meus favoritos, Morte na Praia é um mistério muito competente, em que todas as pontas são atadas e onde Poirot, desta feita a solo, se encontra em grande forma.

Classificação: 4

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Opinião: "Clouds of Witness"

Autor: Dorothy L. Sayers
Série: Lord Peter Wimsey #2
Editor: Open Road
Edição/reimpressão: Julho de 2012
ISBN: 9781453262467
Páginas: 252
Origem: Requisitado no NetGalley

Sinopse: When blood stains his family name, Lord Peter fights to save what he holds most dear

After three months in Corsica, Lord Peter Wimsey has begun to forget that the gray, dangerous moors of England ever existed. But traveling through Paris, he receives a shock that jolts him back to reality. He sees it in the headlines splashed across every English paper-his brother Gerald has been arrested for murder.

The trouble began at the family estate in Yorkshire, where Gerald was hunting with the man soon to be his brother-in-law, Captain Denis Cathcart. One night, Gerald confronts Cathcart with allegations about his unsavory past, leading the captain to call off the wedding. Just a few hours later, Cathcart is dead, with Gerald presumed to be the only one who could have fired the fatal shot. The clock is ticking, and only England's premier sleuth can get to the bottom of this murky mystery.

This ebook features an illustrated biography of Dorothy L. Sayers including rare images from the Marion E. Wade Center at Wheaton College.

A minha opinião: Quando Lord Peter Wimsey tem conhecimento da tragédia que atingiu a sua família, não hesita em regressar imediatamente a Inglaterra e não descansa enquanto não descobre toda a verdade sobre o que aconteceu naquela noite fatal. O caso parece bastante simples para a polícia: Gerald, o irmão de Peter, é acusado do assassinato de Denis Cathcart, o noivo da irmã de ambos, Mary. Peter não acredita na culpa do irmão, mas o facto de ter tido uma discussão prévia com Cathcart e de ter sido encontrado por Mary tombado sobre o corpo, parecem ser todas as provas de que a polícia precisa para o acusar... E as declarações de Mary no momento da descoberta do corpo parecem reforçar a sua culpabilidade.

Mas certamente que Mary não acredita na culpa do seu próprio irmão, certo? E o que se passa com ela que se encontra permanentemente indisposta e incapaz de falar? E porque é que Gerald se recusa a revelar onde se encontrava à hora do crime? Que segredos escondia o noivo assassinado e quem mais teria motivos para querer a sua morte? Estas são algumas das questões que Lord Peter se propõe responder, contando, para isso, com a sempre preciosa ajuda do Inspector Parker.

Gostei bastante do puzzle e da sua resolução, mas devo admitir que o processo de resolução do mesmo foi um pouquinho entediante. E talvez por isso tenha demorado tanto tempo (quase um mês) a ler um livro tão pequeno. Também a forma que a autora escolheu para nos contar a história, recorrendo a uma notícia de jornal para nos descrever o crime inicialmente e a uma carta para desvendar o final, não é das minhas preferidas, prefiro quando a acção nos é descrita no presente e a podemos vivenciar mais intensamente.

Isto não significa que vá desistir da série porque tenciono continuar a acompanhar os casos desvendados por este charmoso detective amador.

Classificação: 3

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Este livro conta para os Desafios Book Bingo 2013 (e-book), Cruisin' thru the Cozies 2013, Mystery/Crime 2013Vintage Mystery Reading 2013 (Criminosos de Casa de Campo) e Spring Reading Thing 2013.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Desafio Cruisin' thru the Cozies 2013


ATTENTION: This post will be writen in Portuguese and English.

Mais um desafio para 2013!  O Desafio Cruisin' thru the Cozies 2013 é organizado pelo blog Socrate's Book Reviews e consiste em ler, em 2013, cosy mysteries (não sei muito bem como traduzir, mas acho que se podem chamar de mistérios acolhedores).

Desta vez vou escolher o nível 2 - Investigator - 7-12 livros.

Não há obrigatoriedade de fazer uma lista prévia, pelo que irei escolhendo ao longo do ano, e os livros podem ser utilizados noutros desafios. São aceites livros em qualquer formato.

Para mais informações, ou se estiverem interessados em participar, cliquem na imagem à direita no blog.


Another challenge for 2013! The Cruisin' thru the Cozies Reading Challenge is organized by Socrate's Book Reviews and it consists of reading, in 2013, cosy mysteries. 

This time I'm signing up for level 2 - Investigator - 7-12 books. 

Since it's not necessary to pick the books in advance, I'll just pick them throughout the year. The books can overlap with other challenges. Books can be in any format.

For more informations, or to join in, check the button on the right.