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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Desafios de Leitura 2016 - Balanço Final

Agora que finalmente publiquei todas as opiniões do ano passado que ainda tinha em atraso, é tempo de fazer o balanço de como correram os desafios de leitura em que me inscrevi em 2016:

Mount TBR 2016

Cumpri. Tinha-me proposto a ler 12 livros e foram mesmo 12 que li:
  1. Must Love Breeches de Angela Quarles
  2. Flirting with Fire de Kate Meader
  3. A Jangada de Pedra de José Saramago
  4. Viver Depois de Ti de Jojo Moyes
  5. Ligeiramente Perverso de Mary Balogh
  6. Tabu de Jess Michaels
  7. Tornado de Sandra Brown
  8. Anjos Rebeldes de Libba Bray
  9. A Bela e o Vilão de Julia Quinn
  10. Gritos do Passado de Camilla Läckberg
  11. A Rapariga no Comboio de Paula Hawkins
  12. Inferno de Dan Brown
Mas falhei nos checkpoints, já que só fiz um...


What's in a Name? 2016

Cumpri e li os 6 livros correspondentes a cada uma das categorias:
  1. A Pousada da Jamaica (Jamaica Inn) de Daphne du Maurier - um país
  2. Must Love Breeches de Angela Quarles - uma peça de roupa
  3. In Bed with the Competition de J.K. Coi - uma peça de mobiliário
  4. Gritos do Passado (The Preacher) de Camilla Läckberg - uma profissão
  5. Christmas In July de Abbie St. Claire - um mês do ano
  6. A Cowboy Under Her Christmas Tree de Patricia Mason e Joann Baker - um título com a palavra "árvore"

TBR Pile 2015

Cumpri. Estava inscrita no terceiro nível, First Kiss, que pressupunha a leitura de 21 a 30 livros e acabei por ler 31. A distribuição entre ebooks e livros físicos é que não foi lá muito equilibrada: 21-10.


Monthly Key Word 2016

Só li 5 dos 12 livros necessários:
  1. Santa Baby, I Want A Bad Boy For Christmas de Justine Elvira - Jan. - Bad
  2. Before We Kiss de Susan Mallery - Fev. - Kiss
  3. Flirting with Fire de Kate Meader - Mar. - Fire
  4. Until We Touch de Susan Mallery - Set. - Touch
  5. Snowflakes, Exes and Ohs de Melanie James - Dez. - Snow

Monthly Motif Word 2016

Só li 3 dos 12 livros necessários:
  1. Christmas Cover-Up de Lynette Eason - Who Dunnit?
  2. Taking the Score de Kate Meader - New Releases
  3. Must Love Breeches de Angela Quarles - Take a Trip

Netgalley & Edelweiss 2016

Inscrevi-me no nível Gold - 50 livros, mas acabei por ler apenas 18...


Goodreads Reading Challlenge 2016

Por último, o desafio do Goodreads, que cumpri. Desafiei-me a ler 75 livros em 2016 e li 76.


Em 2017 decidi participar apenas no desafio do Goodreads...

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Opinião: "Christmas In July"

Autor: Abbie St. Claire
Edição/reimpressão: Dezembro de 2013
ASIN: B00HC1CY86
Páginas: 25

Sinopse: Piper Morgan is a thirty-year old workaholic for Kensington Distributions, a holiday merchandiser. On New Year's Eve, her boss throws her a huge curveball, she meets her BFF's for a night out and she takes on a biker boy in a game of pool. What happens next takes her for a ride she didn't see coming.

When Brett challenges Piper, will he get the fantasy of a fabulous night with the cute little blonde?

Find out who wins the bet in Christmas In July.

A minha opinião: Não fosse pelo facto de precisar de um livro com um mês no título e deste só ter 25 páginas, teria desistido de ler Christmas In July... Não é que seja mau, é estúpido...

Basicamente a Piper é a assistente do presidente da Kensington Distributions, uma empresa de distribuição de decorações natalícias. E, um belo dia, ele resolve anunciar-lhe que se vai reformar e que ela é agora a nova presidente da empresa. Com efeito imediato. Tipo, a tua primeira reunião é daqui a duas horas, parabéns! Mas quem é que faz isto? Surreal...

Crédito seja dado à autora, pelo menos a própria Piper pensa que ele fumou qualquer coisa...

Nessa noite ela vai com amigas a um bar festejar e acaba por se enrolar com um motoqueiro. Uma atitude que nem parece dela, mas felizmente tudo terminou bem e pode dedicar-se ao trabalho.

Mas Brett, o motoqueiro, não a esqueceu. E o que acontecerá quando se voltarem a cruzar?

Como já disse, estive quase para desistir logo ao início, mas felizmente melhora um pouquinho. Mesmo assim, nada de especial.

Classificação: 2

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Este livro conta para os Desafios TBR Pile 2016 e What's in a Name? 2016 (Month).

Opinião: "A Cowboy Under Her Christmas Tree"

Autores: Patricia Mason e Joann Baker
Editor: Blush Publishing
Edição/reimpressão: Novembro de 2014
ASIN: B00Q9J44WG
Páginas: 121
Origem: Gratuito na Amazon

Sinopse: Brady Donovan had never had a real home until the day he met Lloyd Langley. But it wasn’t the rambling, warm ranch house that made him feel he’d finally found a place to belong, it was Lloyd’s granddaughter, Taylor.

The curvy woman was beautiful and selfless, always taking care of others without a thought for herself. When her grandfather died, she had only Danny—her older, reckless brother who wanted to leave and ride the rodeo circuit.

Brady had to make a choice—stay with the woman who held his happiness in her hands, or keep her wayward brother from harm. Fighting his feelings for her, he leaves.

Taylor tried to hate Brady for taking her to his bed, then taking off without a word, but one look at his darkly handsome face told her hate wasn’t exactly what she was feeling. Having him under her roof, even if was only for the holidays, was sorely going to try her resolve to keep her distance. Especially when he was so darn helpful—taking over her chores, keeping her brother in line, and getting her the most beautiful Christmas tree. Then making the most delicious love to her under it.

But he was still going to leave again—wasn’t he?

A minha opinião: Não se deixem enganar pela capa medonha. A Cowboy Under Her Christmas Tree é um romance de Natal bastante fofinho e sensual. Confirma o provérbio "Não julges um livro pela capa".
"There was a huge difference in being alone and being lonely."

Taylor Langley nem quer acreditar quando o irmão Danny lhe liga de véspera a avisar que vem passar o dia de Acção de Graças a casa. E trás Brady Donovan com ele...

Ela não o vê há mais de um ano, desde que ambos regressaram a casa para o aniversário dela e depois de ele lhe ter dado o melhor presente de aniversário de sempre, acordou numa cama vazia, com um bilhete do irmão e nem uma palavra de Brady. Por isso, desta vez, ela não tem intenção de cair na lábia dele.

Se Brady pudesse escolher, nunca teria deixado Taylor. Mas ele sabe que se não estiver lá para tomar conta de Danny, ele acabará por se meter em sarilhos. E nunca nada lhe custou tanto como deixá-la naquela cama e partir. Só que agora pode ser tarde demais já que ela está envolvida com o vizinho...

Taylor não está realmente envolvida com Sam, mas ele está convencido que fazer ciúmes a Brady é a coisa certa a fazer. E parece estar a resultar. Cederem à atracção é inevitável, mas o que acontecerá quando for altura de Brady partir novamente?

Adorei o Brady e a Taylor como casal. Ela é apaixonada por ele desde adolescente e ele por ela desde sempre. Ela é gordinha e tem baixa auto-estima, mas ele adora-a exactamente como ela é e não mudava nadinha! Já o Danny... várias vezes só me apeteceu bater-lhe! Ele é infantil e egoísta e eu adorava que as autoras lhe arranjassem uma mulher que o metesse num inferno... Eu quero ler isso! Enquanto isso, vou ver se leio os que já estão escritos.

Classificação: 4

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Este livro conta para o Desafio What's in a Name? 2016 (Tree).

Opinião: "A Pousada da Jamaica"

Título original: Jamaica Inn
Autor: Daphne du Maurier
Tradutor: Eduardo Saló
Colecção: Obras Literárias Escolhidas nº 12
Editor: Editorial Presença
Edição/reimpressão: Março de 2010
ISBN: 9789722343138
Páginas: 288

Sinopse: A Pousada da Jamaica é uma obra-prima do romance de mistério, que se passa na Cornualha no ano de 1820. Mary Yellan, uma jovem de vinte e três anos, vê-se obrigada, após a morte da mãe, a ir viver com uma tia num local ermo e isolado onde esta, juntamente com o marido, explora a Pousada da Jamaica. Mas Joss Merlyn, o marido da tia Patience, é um homem obscuro e violento, e uma atmosfera ameaçadora e sinistra envolve aquele lugar. Suspense, paixão e aventura numa obra reveladora da capacidade única de Du Maurier para captar o espírito perturbador, quase sobrenatural, dos locais que elege como cenário dos seus romances.

A minha opinião: Há uns anos li Rebecca da autora e foi um livro que me marcou, de tal forma que por vezes dou por mim a relembrar a sua história. Por isso tinha muita vontade de ler outro livro da autora e aproveitei o facto de A Pousada da Jamaica ser uma das opções da Comunidade de Leitores para o ler. Infelizmente, talvez tivesse as expectativas demasiado elevadas, pois não gostei tanto como estava à espera...

A história passa-se em 1820, na Cornualha. Mary Yellan encontra-se numa carruagem a caminho da Pousada da Jamaica, cumprindo o último desejo da sua mãe de que procure a sua tia Patience e viva com ela. Mas quando Mary anuncia para onde se dirige, a reacção dos passageiros é, no mínimo peculiar. E até o cocheiro a tenta convencer a ir para outro local, recusando-se a entrar na pousada quando ela não se deixa dissuadir.

Aparentemente o homem com quem a sua tia casou, Joss Merlyn, não é flor que se cheire e ninguém gosta dele nas redondezas. Mas Mary não podia imaginar o quanto a influência nefasta dele iria afectar a sua vida, tal como obviamente tinha afectado a da sua tia, actualmente uma sombra da mulher que Mary tinha conhecido.

Rapidamente Mary se apercebe de que o tio se dedica a negócios escuros na pousada e a sua consciência demanda que procure ajuda para si e para a sua tia, para que ambas possam afastar-se dele e da pousada e viver uma vida digna e respeitável.

E quem melhor do que o pároco da região, Francis Davy, para a ajudar? E há ainda o irmão de Joss, Jem Merlyn, ele próprio um auto-proclamado canalha, mas por quem Mary sente uma imensa e inexplicável atracção. A razão diz-lhe para se aproximar de Francis, mas o coração diz-lhe para se aproximar de Jem. A quem irá Mary dar ouvidos?

A Pousada da Jamaica é um clássico da literatura gótica e todo o ambiente do livro é muito opressivo e claustrofóbico e, tal como a Mary, nunca sabemos muito bem o que se passa, nem em quem podemos confiar. As descrições dos cenários são vívidas e quase que consegui ver o nevoeiro e sentir os cheiros das charnecas. Mas a verdade é que nunca me consegui relacionar com a Mary e, talvez por isso, não me envolvi com a história como gostaria. Na verdade, demorei um mês para ler o livro (fui lendo outras coisas pelo meio) o que para mim é bastante raro.

Não deixa de ser uma boa leitura que vale sobretudo pelo cenário, mas cujas personagens deixam um pouco a desejar, na minha opinião.

Classificação: 3

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Este livro conta para o Desafio What's in a Name? 2016 (Country)

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Opinião: "Gritos do Passado"

Título original: Predikanten
Autor: Camilla Läckberg
Série: Fjällbacka #2
Tradutor: Ricardo Gonçalves (do inglês)
Editor: Dom Quixote
Edição/reimpressão: Novembro de 2010
ISBN: 9789722043489
Páginas: 432

Sinopse: Numa manhã de um Verão particularmente quente, um rapazinho brinca nas rochas em Fjällbacka - o pequeno porto turístico onde decorreu a acção de A Princesa de Gelo - quando se depara com o cadáver de uma mulher. A polícia confirma rapidamente que se tratou de um crime, mas o caso complica-se com a descoberta, no mesmo sítio de dois esqueletos.
O inspector Patrick Hedström é encarregado da investigação naquele período estival em que o incidente poderia fazer fugir os turistas, mas, sem testemunhas, sem elementos determinantes, a polícia não pode fazer mais do que esperar os resultados das análises dos serviços especiais.
Entretanto, Erica Falk, nas últimas semanas de gravidez, decide ajudar Patrick pesquisando informações na biblioteca local e novas revelações começam a dar forma ao quadro: os esqueletos são certamente de duas jovens desaparecidas há mais de vinte anos, Mona e Siv.
Volta assim à ribalta a família Hult, cujo patriarca, Ephraim, magnetizava as multidões acompanhado dos dois filhos, os pequenos Gabriel e Johannes, dotados de poderes curativos. Depois dessa época, e de um estranho suicídio, a família dividiu-se em dois ramos que agora se odeiam.
Ao mesmo tempo que Patrick reúne as peças do puzzle, sabe-se que Jenny, uma adolescente de férias num parque de campismo, desapareceu. A lista cresce….

A minha opinião: Gritos do Passado é o segundo livro da série policial Fjällbacka, que se passa na cidade com o mesmo nome, na Suécia. O investigador volta a ser o inspector Patrick Hedström que se encontra, de momento, de férias, à espera do nascimento do seu primeiro filho com Erica Falk, que já conhecemos do primeiro livro.

Mas a descoberta do corpo nu e mutilado de uma jovem na Fenda do Rei faz com que Patrick tenha de voltar ao trabalho. E como se não bastasse, o corpo da jovem encontra-se por cima de dois esqueletos. Que se vem a descobrir serem os esqueletos de duas jovens desaparecidas há mais de vinte anos. O principal suspeito do desaparecimento das raparigas matou-se na altura, portanto não pode ter sido ele a transportar os corpos para a Fenda do Rei. E a rapariga morta agora apresenta ferimentos semelhantes aos dos esqueletos das outras raparigas. Mas o que pode ter levado o assassino a parar de matar durante tantos anos?

A investigação do caso conduz, inevitavelmente, à família Hult, uma família no mínimo estranha. O patriarca, Ephraim, já falecido, era um famoso pregador em cujas assembleias usava os seus filhos, que afirmava terem puderes curativos, para curar todos os tipos de maleitas. Curiosamente, quando uma das suas seguidoras morreu e lhe deixou todas as suas posses, Ephraim reformou-se e os filhos perderam os poderes... Mas se para Gabriel, que nunca se sentiu confortável no papel de curador, perder os poderes foi uma benção, para Johannes foi uma perda da qual nunca se recompôs realmente.

A relação entre os irmãos nunca foi boa, mas depois de Gabriel fornecer à polícia a informação que a fez desconfiar de Johannes e do suicídio deste, os dois lados da família separaram-se irremediavelmente. Mas agora vêem-se forçados a confrontar os esqueletos no armário e a possibilidade de que um deles seja o assassino.

Como se não bastasse tudo isso, Patrick ainda tem de lidar com a necessidade de apoiar Erica, com um chefe irreconhecível e com um colega incompetente. E depois desaparece outra rapariga... Conseguirá Patrick descobrir a identidade do assassino a tempo de a salvar?

Gostei de voltar a Fjällbacka e de rever Patrick e Erica. Ela tem um papel menos relevante neste livro e, sinceramente, gostei mais dela no primeiro livro. Vou dar-lhe o benefício da dúvida e atribuir a sua atitude de capacho às hormonas de grávida, mas irritou-me tanto que se deixasse enredar pela família e conhecidos para que os hospedasse em sua casa, possibilitando-lhes, assim, férias à borla... A sério, se for mesmo essa a cultura na Suécia, é de loucos.

Gostei mais do Patrick, que continua um investigador muito competente. E, apesar de por vezes se deixar envolver demasiado no caso, ele está lá pela Erica. Mas palpita-me que este caso lhe tenha deixado marcas...

A história da irmã da Erica também tem desenvolvimentos e deverá ter um foco maior no próximo livro, considerando a forma como as coisas ficaram. Não percebo porque é tão difícil a Anna reconhecer que precisa de ajuda e aceitar a que Erica lhe oferece...

Mal posso esperar para ver como lidam Patrick e Erica com o bebé!

Classificação: 4

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Este livro conta para os Desafios Mount TBR 2016TBR Pile 2016 e What's in a Name? 2016 (Profession - o título original é Pregador)

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Opinião: "In Bed with the Competition"

Autor: J.K. Coi
Série: Bad Boy Bosses #1
Editor: Entangled: Indulgence
Edição/reimpressão: Junho de 2014
ISBN: 9781622661916
Páginas: 262
Origem: Gratuito na Amazon

Sinopse: This rivalry is too hot for the tropics…

Elizabeth Carlson and Ben Harrison used to be friends, coworkers...and almost lovers. But that was before Ben proposed mixing business with pleasure. Elizabeth refuses to lose her heart to a hotshot tycoon with a cutthroat, take-no-prisoners attitude. Not with the prospect of starting her own company at stake.
Driven to succeed in all areas of his life, Ben couldn’t resist the temptation to make Liz his. But then she walked away, igniting a bitter rivalry. Competing for the same contract at a Caribbean conference ignites sparks too hot to ignore, and Ben’s determined to finish what they started, even if it’ll only last a few steamy, tropical nights.
Elizabeth’s resolve begins to crumble under Ben’s blatant seduction. Can she walk away from a hot island fling with the sexiest man she’s ever known with her heart intact, or will losing herself in Ben destroy everything she’s fought to achieve?
Classificação: 4

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Este livro conta para o Desafio What's in a Name? 2016 (Furniture).

terça-feira, 3 de maio de 2016

Opinião: "Must Love Breeches"

Autor: Angela Quarles
Série: Must Love Time Travel #1
Editor: Unsealed Room Press
Edição/reimpressão: Setembro de 2014
ISBN: 9780990540007
Páginas: 309

Sinopse: She's finally met the man of her dreams. There's only one problem: he lives in a different century.

HOW FAR WOULD YOU TRAVEL FOR LOVE?

A mysterious artifact zaps Isabelle Rochon to pre-Victorian England, but before she understands the card case’s significance a thief steals it. Now she must find the artifact, navigate the pitfalls of a stiffly polite London, keep her time-traveling origins a secret, and resist her growing attraction to Lord Montagu, the Vicious Viscount so hot, he curls her toes.

To Lord Montagu nothing makes more sense than keeping his distance from the strange but lovely Colonial. However, when his scheme for revenge reaches a stalemate, he convinces Isabelle to masquerade as his fiancée. What he did not bargain on is being drawn to her intellectually as well as physically.

Lord Montagu’s now constant presence overthrows her equilibrium and her common sense. Isabelle thought all she wanted was to return home, but as passion flares between them, she must decide when her true home—as well as her heart—lies.

A minha opinião: Já li este livro há mais de um mês o que, infelizmente, significa que já não recordo todos os seus detalhes e temo que isso se reflicta nesta opinião. O que é uma pena, porque eu adorei Must Love Breeches! A sério, gostei tanto que, embora o tenha terminado em Março, estou convicta que estará no Top 3 das minhas leituras de 2016 no final do ano. Para já, ocupa o 1º lugar!

A história começa quando a heroína da história, Isabelle Rochon, uma americana a viver e a trabalhar em Londres, se encontra num baile de reencenação organizado pelo British Museum onde trabalha. Ao contrário das outras mulheres que se encontram no baile, Isabelle abdicou da sensualidade e da comodidade pela veracidade histórica e enverga um vestido igual ao que as mulheres usariam num baile na Inglaterra pré-Vitoriana. A única inexactidão a que não conseguiu resistir foi levar consigo a bolsa de prata para cartões de visita que encontrou debaixo das tábuas da casa que comprou enquanto a estava a restaurar que, embora seja da época, não era um acessório usado pelas mulheres em bailes.

E é precisamente quando esfrega o polegar na gravação da bolsa ao mesmo tempo que pensa para si mesma se não seria fantástico estar realmente naquele baile, mas em 1834, que a sala começa a rodar... Isabelle pensa que já bebeu mais do que a conta, mas repara noutra moça vestida de forma historicamente correcta e não resiste a meter conversa. E a tirar-lhe uma foto com o telemóvel.

A rapariga apresenta-se como Miss Ada Byron e Isabelle presume que ela está mascarada de Ada Byron Lovelace. Mas a rapariga não sai da personagem nem por nada... E quando o primo dela aparece a solicitar uma apresentação, Isabelle começa a achar que eles estão a levar a reencenação demasiado a sério... Mas está disposta a deixar passar, já que Lord Montagu é extremamente atraente.

Só que, de repente, Isabelle começa a aperceber-se de que todos no baile estão a ser demasiado historicamente correctos e ela não consegue encontrar ninguém conhecido. Está-se tudo a tornar demasiado estranho e ela decide ir para casa. Mas quando sai do baile, Londres parece diferente de alguma forma: não há nem um carro na rua, mas há cavalos e carruagens e a estação de metro desapareceu! E como se não bastasse, um miúdo de rua rouba-lhe a bolsa de prata e enquanto ela o perseguia é atropelada por uma carruagem, bate com a cabeça e perde os sentidos... E quando acorda em casa de Ada, percebe que, de alguma forma viajou no tempo e está em 1834...

Adaptar-se à época não é propriamente fácil, mesmo para uma historiadora como Isabelle. Felizmente que consegue convencer Ada da verdade, mostrando-lhe a fotografia que lhe tirou com o telemóvel no baile, angariando assim uma aliada e uma amiga. Isabelle convence-se que foi através da bolsa de prata que viajou para o passado e por isso precisa recuperá-la para regressar a casa. E para isso precisa da ajuda não só de Ada, mas também do primo dela.

Lord Phineas Montagu não consegue deixar de pensar na intrigante colonial que está a viver com a sua prima Ada. E percebe que ela pode ser precisamente aquilo de que ele precisa. É que Phineas precisa desesperadamente de limpar a sua reputação e que melhor forma de o fazer do que com uma noiva falsa? E quem melhor do que Isabelle, nova em Londres, com uma reputação impecável e sem nada a perder?

Mas o noivado falso implica passarem tempo juntos e a atracção que sentem um pelo outro é cada vez maior e mais intensa. Phineas é, nas palavras de Isabelle, como ter o Mr. Darcy e o Mr. Knightley na mesma sala! É um cavalheiro (mas é também um implacável sedutor...), é um homem de honra (apesar da sua reputação), e é um homem que respeita os desejos e a vontade da Isabelle, mesmo que isso signifique perdê-la... E a Isabelle é tudo aquilo que ele precisava. Ela vê para além da reputação dele como o Visconde Vicioso, esforça-se para compreender os motivos dele para agir como age e ajuda-o a atingir os seus objectivos, mesmo que isso possa significar que ela fique comprometida. Foram claramente feitos um para o outro, mas a vida de Isabelle está a uma distância de mais de 200 anos...

Com excepção de um pequeníssimo pormenor no final (que não posso revelar porque é um spoiler) adorei tudo neste livro. A Isabelle é uma heroína fantástica! Ela usa óculos, adora ler, tem um gato e recompensa-se com vinho e chocolate negro! É uma mulher independente, forte e bem resolvida apesar de tudo por que já passou, é inteligente e desenrascada, mas é também capaz de pedir ajuda quando sabe que dela precisa. E ao encontrar-se numa época em que as mulheres não tinham direitos, só deveres, a adaptação não é fácil. Mas o Phineas ajuda...

OMD, o Phineas entrou directamente para a minha galeria de homens ficcionais preferidos, onde já figuravam o Mr. Darcy e o Mr. Knightley. A começar pelo nome, que estranhamente funciona. Se inicialmente me tivessem dito que ia acabar a suspirar por um protagonista chamado Phineas eu não acreditava, mas aconteceu. Ele é fantástico por todos os motivos que já enunciei e, apesar de inicialmente achar que a Isabelle é louca, acaba por se convencer de que é apenas excêntrica, e acaba por apreciar as suas excentricidades. Afinal, ela não é como nenhuma mulher que ele conheceu até aí... Mas será o amor dele suficiente para a fazer ficar?

E as personagens secundárias também são fantásticas! A Ada é realmente a Ada Byron (mais tarde Lovelace), filha de Lord Byron de cujas obras a autora inclui pequenos excertos no início de cada capítulo. Através dela, a Isabelle e nós próprios interagimos com uma série de personagens reais e assistimos a eventos históricos. E não posso deixar de referir a Katy, a melhor amiga da Isabelle no presente e que é a protagonista do próximo livro da série. Mal posso esperar por o ler...

Angela Quarles é uma autora que não conhecia, mas agradeço a quem deu a dica num grupo do facebook de que este livro era fantástico e estava em promoção, porque de outra forma iria continuar sem a conhecer. Adorei a sua escrita, o seu sentido de humor, a sensualidade que imprimiu às cenas entre os protagonistas, o facto da história ser contada na perspectiva de ambos, enfim, adorei tudo! Só não gostei muito do tal pormenor final que já referi, mas ao pesquisar a restante obra da autora, acabei por perceber o porquê do mesmo.

Ufa, para quem achava que já não ia ter muito a dizer sobre este livro, acabei por escrever um testamento... Penso que isso diz muito sobre o quanto gostei dele. Recomendo muitíssimo, especialmente a fãs do Outlander.

Classificação: 5

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Este livro conta para os Desafios Mount TBR 2016, TBR Pile 2016What's in a Name? 2016 (An item of clothing) e Monthly Motif 2016 (Take a Trip).

domingo, 20 de dezembro de 2015

Desafio What's in a Name? 2016

http://wormhole.carnelianvalley.com/whats-in-a-name-2016-sign-up-post/

This post is written in Portuguese and English
  

Esta é já a sexta vez que participo neste desafio organizado pelo blog The Worm Hole e que consiste em ler, durante o ano de 2016, livros cujos títulos contenham:
  1. Um país
  2. Uma peça de roupa
  3. Uma peça de mobiliário
  4. Uma profissão
  5. Um mês do ano
  6. Um título com a palavra "árvore"
Os livros escolhidos podem ser em qualquer formato (áudio, papel, ebook) e, embora a organizadora prefira que não sejam utilizados noutros desafios, não é contra as regras. Para cada uma das categorias é necessário ler um livro distinto. Uma vez que não há obrigatoriedade de fazer uma lista prévia, vou escolhendo à medida que for lendo.

Para mais informações, ou se estiverem interessados em participar, cliquem na imagem à direita no blog.


This is already my sixth year participating in this challenge organized by The Worm Hole that consists of reading, in 2016, books whose titles contain:
  1. A country
  2. An item of clothing
  3. An item of furniture
  4. A profession
  5. A month of the year
  6. A title with the word ‘tree’ in it
The books may be in any form (audio, print, e-book) and, although the organizer prefers that they don't overlap other challenges, it's not against the rules. Books cannot, however, overlap categories. Since it's not necessary to make a list of books before hand, I'll pick them throughout the year

For more informations check the button on the right.