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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Opinião: "Halfway Girl"

Autor: Tessa Bailey
Série: Girl #2.5
Formato: Audiolivro
Narradores: Lidia Dornet e Stephen Dexter
Editor: Read Me Romance
Edição/reimpressão: Fevereiro de 2019
Páginas: 73


Sinopse: The team’s resident linebacker, Jerimiah, has gotten used to making people uncomfortable. He’s huge, intimidating and doesn’t have a lot to say. Until he meets Birdie. Now he can’t seem to stop talking, if only so she’ll say more. And stay a little bit longer. To be fair, she doesn’t really have a choice, since they just got locked in the basement together at a frat party…


A minha opinião: Birdie está numa festa numa fraternidade na universidade, mas mal pode esperar para voltar para o quarto. Todos à sua volta estão a beber demasiado e a começar a enrolar-se e/ou a fazer figuras tristes. Ela não pode beber porque é diabética, por isso passa a noite com a mesma cerveja na mão para que não a chateiem...

Quando decide ir embora repara num rapaz matulão. Ele vive na fraternidade, mas os seus amigos parecem abusar da sua boa vontade, pedindo-lhe que acarte com os barris de cerveja que estão na cave sem sequer lhe agradecerem. Isso não é justo, por isso Birdie decide que, apesar de não beber a cerveja, irá agradecer-lhe. E acaba por ficar presa na cave com ele...

Jerimiah reparou em Birdie na festa, mas nunca esperou que ela o seguisse para a cave. Nem que teria a sorte de ficar sozinho com ela quando lá ficam presos. Jerimiah está acostumado a ser um gigante calado, sempre nos bastidores e a tentar não dar nas vistas, mas agora não consegue parar de falar! E quer que Birdie repare nele...

Jerimiah sempre tentou agradar a todos, e de bom grado assume a responsabilidade por algo que não fez pelos seus amigos, mas quando esses supostos amigos fazem uma parvoíce que magoa Birdie, pela primeira vez, ele impõe-se.

Gostei tanto destes dois! A Birdie tem uma história complicada, porque está a tentar viver a sua vida por duas: ela e a sua irmã gémea que morreu. O Jerimiah é tão querido e paciente com ela e, quando finalmente resolvem as coisas é tão satisfatório! Ainda não li os outros livros da série, mas sei que Birdie entra no segundo, Runaway Girl. Acho que os vou ler mais depressa do que pensava...


Classificação: 4

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quinta-feira, 13 de junho de 2019

Opinião: "The Major's Welcome Home"

Autor: Tessa Bailey
Edição/reimpressão: Julho de 2018
ASIN: B07FK7PMWC
Páginas: 108


Sinopse: When Kenna Sutton is tasked with driving home newly returned Beck “True Blue” Collier, she expects the strategic Army mastermind to be a pasty number cruncher. Never at a loss for words, Kenna is nonetheless rendered speechless by the gorgeous, hard-bodied and utterly inexperienced Army Major that lands in her passenger seat. Outraged by Beck’s lack of a welcome home after seven long years overseas, Kenna takes matters into her own hands, giving Beck something he’s only ever fantasized about in his bunk.

Beck has never shied away from a test of will and Kenna gives new meaning to the word challenge. One problem? Kenna’s father is the Lieutenant General presenting Beck with a Silver Star and Beck is determined to treat Kenna with the respect she deserves. Kenna has other ideas, however, tempting Beck’s resolve at every turn. But how long can one lonely, starving man hope to resist the woman he craves?

**The Major's Welcome Home originally appeared in the OFF BASE anthology under the title OFF BASE: BECK AND KENNA**


A minha opinião: Quando aterrou nos Estados Unidos depois de sete anos em missão no estrangeiro, Beck Collier não esperava uma grande recepção. Mas também não esperava ter Kenna Sutton à sua espera... O pai dela é o Tenente-general que lhe irá atribuir a Estrela de Prata e pediu a Kenna que fosse buscar Beck ao aeroporto e o transportasse para a base.

Ela não conhece Beck, mas acha inacreditável que ele não tenha ninguém à sua espera. Afinal, ele é um herói que passou os últimos sete anos a arriscar a vida pelo país! Por isso, ela decide dar-lhe umas boas vindas que ele nunca esquecerá...

Mas ele é um cavalheiro e não quer aproveitar-se de Kenna. Já ela só quer aproveitar-se dele e avançar, como sempre fez. Só que Beck não é como os outros homens que ela conheceu e está determinado a fazer as coisas como deve ser. Conseguirá ele derrubar os muros que ela construiu e convencê-la a dar-lhes uma hipótese?

Gostei muito de The Major's Welcome Home, como tenho gostado de todos os livros de Tessa Bailey que já li. A tensão sexual entre Beck e Kenna é palpável e gostei mesmo muito deles como casal.


Classificação: 4

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Opinião: "Renaissance Man"

Autor: Tessa Bailey
Formato: Audiolivro
Narradores: Emma Wilder e Teddy Hamilton
Editor: Read Me Romance
Edição/reimpressão: Novembro de 2018
Páginas: 63


Sinopse: The last place ex-Special forces soldier, Kyle Musgrave, expected to find himself was in a joust at a renaissance fair. There’s a prize for winning, however—her name is Cameron and she’s just as horrified by her medieval circumstances as Kyle. She needs his help badly to escape her would-be suitors. For Kyle, that means donning uncomfortable armor, galloping to victory on a stubborn steed and claiming a reward he never expected. If she’ll have him.


A minha opinião: E depois de ter lido três livros da autora de seguida, heis que o segundo livro do podcast Read Me Romance é um livro de Tessa Bailey!

Renaissance Man é uma história passada no universo dos livros Getaway Girl e Runaway Girl, mas não é necessário lê-los antes. Kyle Musgrave está temporariamente a viver no sofá de Jason e Naomi (de Runaway Girl) e vai com eles a uma feira renascentista. Aí, vê passar uma rapariga a correr e resolve segui-la, pois pressente que ela possa estar em apuros. E é precisamente em apuros que a encontra, presa na cerca e de rabo ao léu...

A rapariga é Cameron. Ela está na feira para tentar relacionar-se mais com o padrasto, mas acabou de descobrir que é suposto ser ela o prémio para o vencedor do torneio, o que explica a sua fuga precipitada. Agora está pendurada na cerca, de rabo à mostra, e depende da ajuda de um estranho. Um estranho que se vem a revelar, quando finalmente ele a liberta e ela o consegue ver, extremamente atraente...

Quando ela lhe conta porque é que está a tentar fugir, Kyle decide imediatamente que irá participar no torneio e "ganhá-la", salvando-a, assim, de um encontro com um estranho. Mas a atracção imediata que há entre ambos só vai aumentando a cada prova do torneio (e a cada escapadela entre provas que passam juntos) e, eventualmente, ela torna-se mesmo o prémio que ele mais quer conquistar. E ela só quer ser conquistada por ele...

Apesar de pequena, há muito a passar-se nesta história. Adorei o Kyle e a Cameron, gostei do trabalho dos narradores, e fiquei satisfeita com o final, embora queira muito ler o epílogo que virá no ebook...


Classificação: 4

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domingo, 27 de janeiro de 2019

Opinião: "Boiling Point"

Autor: Tessa Bailey
Série: Crossing the Line #3
Editor: Entangled: Select Suspense
Edição/reimpressão: Janeiro de 2016
ASIN: B00YM40MP8
Páginas: 352


Sinopse: Falling for a con man is the most dangerous game of all…

Con artist Austin Shaw’s been in disguise so long he’s not sure where his fake identities end and he begins. Now that he’s been strong-armed into working for a specialized undercover unit working with the Chicago police—criminals with unique “skills”—the last thing he needs is to risk his iron control. Especially when it comes to a certain stunningly sexy hacker who tempts him with every look of disdain.

Polly Banks will never, ever trust a con man. On the trail of a ruthless crook who destroyed the only family she’s ever known, Polly is unnerved by the shadow who follows her every move. The one who makes her pulse pound and breath short with lust. Austin. He’s infuriating, enigmatic, and pure sex appeal, and she’s determined to resist him.

But an untrustworthy man of disguise can become anyone he wants…including a man that Polly must trust if she’s to escape their dangerous game alive.


A minha opinião: E com Boiling Point, cheguei ao fim da série (há um quinto livro, mas eu já o li...). E que viagem...

Já tinha dado para perceber nos livros anteriores que existia um clima entre Austin Shaw e Polly Banks, o burlão e a hacker do grupo. E que ambos mantêm segredos do resto do grupo...

Austin tem um motivo muito forte para estar em Chicago. Afinal, um mestre dos disfarces como ele deixar-se apanhar pela polícia só pode significar uma coisa: ele deixou-se apanhar... Depois de tantos anos a vigarizar e a fingir ser outra pessoa, Austin tem dificuldade em saber quem realmente é. Mas talvez consiga expiação, se conseguir salvar alguém muito importante para ele das garras do seu antigo parceiro.

Já Polly tem a sua própria vingança para executar. Ela tem de encontrar o vigarista que destruiu a sua família e dar-lhe a provar o seu próprio remédio. E tudo sem que a polícia perceba o que está a fazer... A última coisa que precisa é que Austin a siga para todo o lado e se intrometa nos seus negócios. Mas Austin não consegue evitar. Ele quer proteger Polly a todo o custo e oferece-se para a ajudar na sua demanda.

Polly não consegue confiar em Austin. Afinal, ele é um vigarista, e muito bom, por sinal. Mas quando ele lhe cede completamente o controlo, dando-lhe a liberdade para abraçar a sua tendência como dominadora, ela não consegue resistir.

Pela primeira vez desde há mais tempo do que se consegue lembrar, Austin é ele próprio quando está com Polly, sem máscaras, nem fingimentos. E, se o que começa como uma espécie de terapia para ambos, ela a "castigar" o vigarista e ele a aceitar o castigo pelo mal que fez, acaba por se tornar em amor e paixão. Mas poderá a relação deles sobreviver quando toda a verdade for revelada?

Gostei muito da história da Polly e do Austin. Parece-me ser uma característica da autora, que eu adoro, pegar em duas personagens extremamente "danificadas" e torná-las melhores por estarem juntas. Não há curas milagrosas, nada disso, eles continuam "danificados" e com problemas, mas, de certo modo, encontram um modo de viver com isso e conseguem ser felizes juntos.

Adorei a forma como os restantes membros da equipa se intrometeram para ajudar e não aceitaram um não como resposta. Ah, e há um novo membro na equipa, o Henrik que é o protagonista de Raw Redemption, o último livro da série, mas o primeiro que eu li...

Porque até parecia mal se não destacasse algumas pérolas do Austin como fiz para os outros (excepto para o Henrik, sorry) aqui ficam:

"You'll have free rein to neglect me. Strap me to a chair and give me a naughty striptease until I'm begging. Give me a hand job beneath the table in a restaurant and leave me on the verge of coming. Make me crazy. Make me pay for everything I've done. Everything you hate." He nipped at her earlobe. "Or simply prop your sweet arse up in the air and ask for a rough bang. I'll peel those little low-rider panties down to your ankles and orgasm you until you've finished on me - again and again - and I'm dripping with the evidence."
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"You understand how it works yet, Polly? You tell me what your body needs... and I make it happen."
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"I have only one mandate." "Which is?" "Your orgasms belong to me."
Vou ter saudades destes personagens...



Classificação: 4


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sábado, 26 de janeiro de 2019

Opinião: "Up in Smoke"

Autor: Tessa Bailey
Série: Crossing the Line #2
Editor: Entangled: Select Suspense
Edição/reimpressão: Junho de 2015
ASIN: B00P62VGQ4
Páginas: 352


Sinopse: Never start a fire you can’t control…

Connor Bannon is supposed to be dead. Dishonorably discharged from the Navy SEALs, he's spent the last two years working as a street enforcer in Brooklyn for his cousin's crime ring. Through a twist of fate, he's now in Chicago, working undercover to bust criminals. But when a cute little arsonist joins the team—all combat boots, tiny jean shorts, and hot-pink hair—Connor’s notorious iron control slips.

Erin "she's getting away" O'Dea knows two things. She hates authority. And… Nope, that's it. When she's forced to operate on the “right” side of the law, her fear of being confined and controlled blazes to the surface. The last thing she expects is a control freak like Connor to soothe her when she needs it most. Worse, something behind the sexy ex-soldier's eyes ignites a dangerous inferno of desire. One that invites Erin to play with fire. And one that could get them both killed…


A minha opinião: (Contém spoilers para o livro anterior da série) Up in Smoke continua logo a seguir a Risking It All. Bowen, Sera e Connor estão agora em Chicago, onde irão integrar uma nova equipa de criminosos reformados a trabalhar para a polícia.

Connor Bannon já tinha surgido no livro anterior. Ele é primo do criminoso responsável pela morte do irmão de Sera e trabalhava para ele. Mas foi com a ajuda de Connor que Bowen e Sera não só conseguiram apanhar os maus da fita, como sobreviveram para contar a história... Para evitar ir para  a prisão, Bowen e Connor aceitaram um acordo que implica que trabalhem para o outro lado da lei.

Esta nova realidade é mais difícil para Connor, pois Sera e Bowen têm-se um ao outro. Já ele está sozinho numa cidade desconhecida e teve de cortar com tudo e todos os que conhecia, pois é suposto estar morto. Mas quando conhece os outros elementos da nova equipa, há uma incendiária sexy de cabelo cor de rosa que lhe chama imediatamente a atenção. Pena que ela pareça não querer nada com ele...

Erin O'Dea não tem tido uma vida fácil. Uma série de traumas e abusos tornaram-na numa incendiária especialista em fugas. Mas desta vez a única escapatória que tem é juntar-se a outros criminosos e trabalhar para a polícia. Pelo menos até conseguir pensar numa forma de fugir...

Connor, Erin e Polly (outra membro da equipa) são alojados em dois apartamentos contíguos e as raparigas obviamente decidem partilhar um dos apartamentos. Mas a apartamento que Polly escolheu não tem uma saída rápida e Erin não consegue lá ficar, acabando por ir para o apartamento de Connor onde existe uma saída de emergência. E como o outro apartamento já foi preparado com as ligações informáticas de que Polly precisa (ela é uma hacker), trocar de apartamento está fora de questão, pelo que Erin e Connor acabam por se tornar companheiros de casa.

A atracção entre eles é intensa, mas Erin tão depressa provoca como se esquiva. Connor pressente que ela precisa de estar sempre em controle das situações e, contrariando a sua personalidade, entrega-lhe o controlo total. O que acontecer acontecerá apenas quando e como Erin quiser.

É que, para além de sofrer de Cleitrofobia (medo de ficar trancado num lugar fechado), Erin sofre de Hafefobia (medo de ser tocado). O caso de Erin é tão grave que o simples toque de alguém lhe provoca uma sensação de queimadura. Mas se for ela a tocar, não há problema e é assim que, devagar, a relação entre eles se vai desenvolvendo.

Pelo meio há um criminoso para apanhar e há o reaparecimento do responsável por todos os traumas de Erin, intento em fazer das suas uma vez mais. Mas, desta vez, Erin não está sozinha e desamparada, agora ela tem Connor e tem uma equipa constituída por amigos, que a ajuda e protege.

Gostei muito de Up in Smoke. Mais uma vez, o Connor e a Erin são perfeitos um para o outro e só funcionam um com o outro. Ver o Connor a lutar contra a sua personalidade alpha protectora enquanto a Erin aprende a libertar algum do controle é simplesmente delicioso. E ele é sempre paciente, nunca a força e só avança depois de ter a certeza que é mesmo isso que ela quer. 😍

As cenas íntimas entre ambos são diferentes de tudo o que já li antes e são descritas com tanta sensibilidade e tacto. E não são menos escaldantes por isso... Até porque o Connor, abençoado, tem uma boquinha imunda, mesmo como eu gosto... Seguem-se exemplos:

“I haven’t been in the same room as you, Erin, when my cock wasn’t rock hard and ready to fuck. You know it, too. You know I want to plant it deep inside you. Watch you shift around trying to get used to being crammed so motherfucking tight.” His pupils were dilated, chest rising and falling unevenly. Breathtaking man. Burn for me. “I’m hard right now just thinking about what you’re hiding under those shorts. I want to lick all of it. I want to bite and fuck it. If you think I can survive this way all day, all night, you have overestimated me.”
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“I need to get my lips around your clit. I’m going to suck that little bud until you pass out. You’ve been keeping her from me, but time’s up, sweetheart. She’s mine.”
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“You won’t let me touch you, Erin? You sure as hell better ride me rough for the both of us.” He gave an upward thrust of his hips. “My cock is big and angry because you made it that way. That makes it your responsibility. Move.”
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Classificação: 4


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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Opinião: "Risking it All"

Autor: Tessa Bailey
Série: Crossing the Line #1
Editor: Entangled: Select Suspense
Edição/reimpressão: Janeiro de 2015
ASIN: B00KP8FDZO
Páginas: 400


Sinopse: She's gone rogue.

Seraphina Newsom isn't looking for vengeance…she wants justice. Three years ago, Sera's brother was ruthlessly gunned down by one of Brooklyn's most dangerous mob kingpins. The investigation has stalled out, deemed "too dangerous" by the police commissioner. So to track down the evidence she needs to take down her brother's killer, Sera turns in her hospital scrubs, joins the NYPD, and goes undercover. Unsanctioned. Alone.

He'll live to keep her safe.

With his father behind bars, Bowen Driscol has reluctantly taken over his family's sprawling South Brooklyn crime operation. New York's finest have other plans. By threatening the safety of his sister, they "convince" Bowen to extricate a rogue cop who's in over her head. But when he meets Sera and feels that deep, damning shiver of desire course through him, Bowen knows there's only one way to keep her safe without blowing either of their covers…by claiming her as his own.


A minha opinião: O protagonista de Risking it All é Bowen Driscol, meio-irmão de Ruby Elliott, que já conhecia de Riskier Business. Depois do pai ser preso, Bowen acabou por assumir o seu papel enquanto chefe do grupo criminoso da família. Afinal, é o que todos esperavam dele... Mas não é o que ele escolheria se tivesse hipótese. No fundo, ele é um homem bom que não tem outra hipótese senão ser mau... E é por isso que, quando o comissário da polícia o chantageia ameaçando Ruby, ele cede e aceita ajudar uma polícia novata que se meteu em mais do que consegue lidar...

Essa polícia é Seraphina Newsom. Parte de uma família de polícias à várias gerações, Sera escolheu ser enfermeira, mas depois da morte do irmão, também ele polícia, às mãos de um dos mais perigosos criminosos de Brooklyn, ela decide ingressar na academia e conseguir justiça para o irmão. Contudo, isso não se revela assim tão fácil, e quando percebe que a investigação do caso não irá mais avançar, resolve infiltrar-se sozinha, sem autorização nem apoio, na organização criminosa.

É aqui que Bowen entra. Ele tem negócios a tratar com o criminoso que Sera persegue e o seu papel é mantê-la a salvo sem lhe revelar que sabe quem ela é. Ora, este é um caso de luxúria à primeira vista para ambos, e Bowen percebe que a melhor maneira de ajudar Sera é se convencer todos que ela é dele, o que acaba por resultar. Se ao menos convencê-la disso fosse assim tão fácil...

Ele acaba por levá-la para casa, onde ela descobre que, por detrás da fachada de criminoso durão, há a alma de um artista, torturado pela vida que sempre conheceu e da qual pensa não ter escapatória. E é por esse homem que ela acaba por se apaixonar... Mas ele resolveu que ela é pura demais para ele, e decidiu que não lhe tocar é a forma perfeita de expiar os seus pecados. Coitado, a tortura que é resistir aos avanços de uma virgem sedutora nata...

Uma das coisas que mais gosto nos livros de Tessa Bailey é o facto dos personagens que ela inventa serem tão completamente perfeitos um para o outro. E este não foi excepção. A sério, estas duas pessoas só poderiam ficar uma com a outra. E assistir ao percurso é tão torturosamente bom...

Uma outra característica dos protagonistas da autora é o facto de terem uma boca imunda e eu adoro isso! E o Bowen é particularmente dotado em dirty talk... A sério, topem-me lá algumas destas pérolas:

“That’s the first time you’ve said my name.” He rubbed their lips together. “Whisper it again in my ear, then I’ll go.”
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“Ah, sweetheart, I don’t fuck around with virgins.” His head dipped, teeth closing around her ear and tugging. “But I’ll get down on my knees and eat that untouched pussy like a motherfucker.”
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“You could take me to Mass every day for the rest of my life and I’d still be the kind of guy who would finger you in the back row.”
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Tão bom... Felizmente ainda voltamos a encontrar o Bowen e a Sera nos próximos livros da série... 


Classificação: 4


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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Opinião: "Riskier Business"

Autor: Tessa Bailey
Série: Crossing the Line #0.5
Editor: Entangled: Select Suspense
Edição/reimpressão: Janeiro de 2015
ASIN: B00QQT7822
Páginas: 109


Sinopse: After a life of pool hustling and living on the wrong side of the law, Ruby Elliott is living on the straight and narrow with sexy-as-all-hell NYPD detective, Troy Bennett. Now the only trouble Ruby has with the law is the naughty kind, pinned against the wall by Troy's strict and spectacularly hard body. Obeying his every command. Both of them losing themselves in a lust that borders on obsession...

But then her father returns with an offer she can't refuse: one last hustle in exchange for information. Information she'd die to have. As the pieces and the players of the game reveal themselves, Troy feels the fine edges of his control slipping—control he can't channel without hurting Ruby. The stakes are high, and the risk higher. Because losing this final game could cost more than Ruby's heart…it might cost her life.


A minha opinião: Em 2016 comecei esta série pelo último livro e fiquei com muita vontade de ler os anteriores. Naturalmente comecei por este Riskier Business, sem me aperceber que é a continuação de outro livro de outra série...

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Obviamente que já o tenho, mas acho que vou terminar esta série antes de começar a outra e depois, provavelmente, releio este livro.

Bom, mas quanto à história em si. Acaba por se tratar de um "vamos ver o que é feito daqueles dois" e julgo que só quem já está emocionalmente investido neles poderá realmente tirar partido da história. O que não significa que não tenha gostado, porque gostei, mas a verdade é que, como já foram caracterizados noutro livro, senti que não fiquei realmente a conhecê-los...

O conflito centra-se no facto de Ruby Elliott, uma reformada vigarista de bilhar, agora numa relação com Troy Bennett, detective da polícia nova-iorquina, se ver na eminência de ter de dar um último golpe, um golpe que lhe poderá dar as respostas que tanto procura. Mas, para tal, terá de confiar no pai e se há algo que a vida lhe ensinou é que o seu pai não é confiável e tem sempre motivos escondidos. E terá de enganar Troy, o que lhe pode custar o amor da sua vida...

Apesar de, como já ter referido, não me ter conseguido investir nas personagens, as cenas entre os dois compensaram. É que a autora escreve dirty talkers como eu nunca li antes. E, OMD, como eu gosto deles! Fiquem com algumas amostras:

“Christ. How long has it been since I’ve gone down on you? Three days? Four? That’s a fucking sin.”
Fonte
“I have what makes you moan. What’s going to make those thighs open wide. I’ve got it right here and you’re fucking dying for it.”
Fonte
“I’m the kind of man who makes you this goddamn wet before he’s even touched you.”
Fonte

E havia tantos mais que podia dar...

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Classificação: 4

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Opinião: "Raw Redemption"

Autor: Tessa Bailey
Série: Crossing the Line #4
Editor: Entangled: Select Suspense
Edição/reimpressão: Junho de 2016
ISBN: 9781633753501
Páginas: 304
Origem: Recebido como parte de uma blog tour em troca de uma opinião sincera

Sinopse: Loving her might cost him everything…

Disgraced cop Henrik Vance is having a shit year. Banished to a derelict undercover squad, he’s been tasked with hunting down the daughter of Chicago’s most dangerous criminal. His obsession with saving the beautiful girl destroyed his career. And this time, it might cost his life.

Ailish O’Kelly doesn’t need a hero. She’ll save herself from her father’s violent criminal dynasty, thank you very much. Unfortunately, the sexy as sin cop who crashes her hideout isn’t hearing reason—especially not after the kiss that becomes much more.

His boss wants her as an informant. Ailish wants Henrik to keep whispering filthy things against her skin. But she knows too well the evil they’re up against, and when it comes down to protecting the man who owns her body and soul, she only has one choice…

A minha opinião: E não é que consegui começar esta série pelo último livro? Mas na verdade não é grave, pois apesar dos casais protagonistas dos livros anteriores também surgirem na história, Raw Redemption é completamente focado na história de Henrik e Ailish.

Henrik Vance é um ex-polícia que foi demitido da polícia por ter destruído provas. Mas não se pense que recebeu dinheiro para o fazer. Não, ele destruiu as provas do envolvimento de Ailish O’Kelly nos negócios sujos do pai e fê-lo simplesmente porque, antes de ser apanhada, ela falou com ele quando ele estava em patrulha. E esse encontro mexeu tanto com ele que ele foi incapaz de deixar que ela fosse presa, tendo destruído as provas para o evitar.

Contudo, Henrik recebeu uma segunda hipótese ao ser recrutado para uma equipa de infiltrados composta por criminosos (que é o que ele agora é) reformados e a trabalhar para o lado da lei (e aqui senti alguma falta de contexto quanto à formação desta equipa que, tenho a certeza, deve ter sido fornecida no primeiro livro da série). O problema é que a sua hipótese de voltar a ser um polícia depende de apanhar Ailish e forçá-la a ajudá-los a apanhar o pai dela. E Henrik não tem a certeza se quer assim tanto voltar a ser um polícia...

Ailish sempre soube que o pai não era flor que se cheire, mas quando ele descobriu o talento dela para os números não teve outra hipótese senão tornar-se a contabilista da sua organização criminosa. O pai, contudo, não sabia até que ponto ela era realmente talentosa e agora a sua vida corre perigo. E depois de um primeiro encontro com dois rufias enviados pelo pai, Ailish não facilita e arranja uma arma. E acaba por alvejar Henrik quando este aparece à sua procura...

O que Henrik lhe propõe significa o fim da sua liberdade e o regresso às mãos do pai, pelo que Ailish decide que terá de fugir do pai e da polícia agora... Se ao menos não se sentisse tão atraída por Henrik... A atracção é mutua e a verdade é que Ailish é uma provocadora, sequela de ser uma princesa da máfia eternamente protegida, mas rodeada de homens a toda a hora. Mas o que acontecerá quando ela descobrir o verdadeiro motivo pelo qual ele perdeu o distintivo? E, caso decida ajudar a polícia e livrar-se da ameaça do pai de uma vez por todas, conseguirá Henrik protegê-la o tempo necessário para o fazer?

Este foi o primeiro livro de Tessa Bailey que li e posso dizer que, ainda não o tinha terminado, e já tinha comprado os três primeiros livros da série... É um romance de suspense erótico do qual gostei mesmo muito. O balanço entre a acção e o erotismo é muito bem conseguido e as personagens soam reais. Gosto muito do facto da capa retratar o Henrik e a Ailish como eles são descritos pela autora (ele é afro-americano, muito alto e musculado; ela é petite e ruiva). Chateia-me tanto quando põem uma imagem qualquer genérica na capa que não tem nada a ver com a história...

Agora só preciso de arranjar tempo para ler os primeiros livros da série...

Classificação: 4

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Este livro conta para o Desafio Netgalley & Edelweiss Reading 2016.