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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Opinião: "In Too Deep & One Enchanted Moment"

Autor: Lori Foster e Sarah Morgan
Editor: Harlequin Bestselling Author Collection
Edição/reimpressão: Maio de 2016
ISBN: 9781488010156
Páginas: 604

Título: In Too Deep
Sinopse: In Too Deep by New York Times bestselling author Lori Foster

Private investigator Harry Lonnigan isn't fooled by Charlie Jones's boyish disguise. He knows she's all woman. And if she isn't careful, she'll blow his cover and get herself hurt in the process. But can Harry be Charlie's hero and still keep his secrets? Or has the irresistible woman already pulled him in too deep?

A minha opinião: Harry Lonnigan está naquela mercearia a pedido do seu amigo Dalton para tentar acabar com a operação de extorsão que está a acontecer naquele bairro. Mas quando dois rufias entram na loja e começam a extorquir o dono, o instinto protector dele fala mais alto. É que na loja está também uma mulher, disfarçada de homem. Ele não a conhece, nem sabe porque é que ela está disfarçada, mas sabe que tem de a proteger...

Charlie Jones tem um motivo para estar disfarçada de homem naquela loja, mas não era ser raptada por dois rufias junto com um exasperante, mas incrivelmente atraente investigador profissional. Ela pretende encontrar o pai que a abandonou a ela e à irmã há tantos anos e garantir que ele paga o que lhes deve. Afinal, é a única forma da irmã poder ir para a universidade. E quem melhor do que Harry para a ajudar?

A atracção entre eles é intensa, mas quando Harry descobre quem é o pai dela, sabe que tem de se afastar. Mas como fazê-lo quando ela está determinada em seduzi-lo?

Foi o meu primeiro livro da autora e gostei muito. Vou, sem dúvida, ler mais.

Classificação: 4


Título: One Enchanted Moment
Série: Puffin Island #3
Sinopse: One Enchanted Moment by USA TODAY bestselling author Sarah Morgan 

Life has just thrown Skylar Tempest a serious curveball. So she's returned home to Puffin Island to regroup among friends. Unfortunately, that means seeing Alec Hunter, who's become a big-deal TV historian. Sky's never liked the cynical Alec, and the feeling was mutual. But maybe that was then. And this is now…  

A minha opinião: Aguardava este livro com antecipação. O último livro da série Puffin é também a história de Skylar Tempest e Alec Hunter. Estes dois odeiam-se desde o primeiro livro, por isso eu já sabia que a história deles prometia. Mas não estava à espera de que fosse tão boa...

Skylar está em Londres para a estreia da sua exposição numa prestigiada galeria. E Richard vai lá ter o que significa que poderão ter umas férias românticas! Mas quando ele lhe prega uma rasteira na inauguração, pedindo-a em casamento publicamente sem ter falado com ela antes, e depois a deixa caída e a sangrar no chão da arrecadação na sequência da discussão que têm, torna-se claro que ele não é o homem que ela pensava...

A última coisa que Alec queria era ir à exposição de Skylar, mas prometeu a Britanny que o faria. Não pode deixar de admirar o talento dela, mas a tendência dela para o drama confirma-se com aquele pedido de noivado. Curiosamente, ela não parece satisfeita... Ele queria ir-se embora, mas não o pode fazer sem falar com ela e assim cumprir o seu papel, por isso, quando ele vê Richard a ir embora, resolve ir à arrecadação à procura dela. E encontra-a no chão, a sangrar...

Ela insiste que está bem e recusa-se a ir ao médico, por isso ele leva-a para o seu quarto de hotel. A proximidade forçada e alguns vislumbres acidentais de nudez fazem-nos perceber que, apesar de não gostarem um do outro, sentem-se atraídos um pelo outro. Mas e se as ideias preconcebidas que tinham um dos outro não corresponderem à realidade? E se, quando realmente se conhecerem, gostarem do que vêem? Serão assim mesmo tão diferentes? E serão as suas diferenças suficientes para os afastar?

Adorei! O Alec é simplesmente fantástico e agora que sabemos o porquê de ele ser assim, é perfeitamente compreensível. E a família dele... Eu lia um livro só sobre a família dele! Já a família da Skylar... Blargh! Que nojentos!

Amei assistir ao percurso deles e vê-los ceder e chegar a compromissos para conseguirem ficar juntos. Vou ter saudades de Puffin Island...

Classificação: 5

quarta-feira, 2 de março de 2016

Opinião: "Some Kind of Wonderful"

www.wook.pt/ficha/some-kind-of-wonderful/a/id/16376272?a_aid=4e767b1d5a5e5&a_bid=b425fcc9 Autor: Sarah Morgan
Série: Puffin Island #2
Editor: Harlequin
Edição/reimpressão: Dezembro de 2015
ISBN: 9780373010363
Páginas: 384
Origem: Requisitado no NetGalley

Sinopse: Her whole life, Brittany Forrest has dreamed of adventure. And at the age of eighteen, she thought she'd found it when she married bad boy Zachary Flynn. But after just ten days, their whirlwind marriage went up in smoke. Now, the daredevil pilot is back on Puffin Island. The sparks between them are as powerful as ever, but can Brittany risk the life she's built for a second chance with Zach?

A minha opinião: Some Kind of Wonderful começa onde First Time in Forever termina e retoma também os eventos do final de Playing by the Greek's Rules. Brittany Forrest está de regresso a casa em Puffin Island depois de ter partido o pulso na escavação na Grécia. Nik e Lily (os protagonistas de Playing by the Greek's Rules, que continuam em modo lua de mel - tão fofos!) dão-lhe boleia no avião particular dele e ele contratou um avião para a transportar do continente para a ilha para lhe poupar a viagem no ferry. Mas o que Brittany não sabia, porque as suas amigas haviam resolvido não lhe contar, é que o piloto desse avião é Zachary Flynn, também ele de volta a Puffin Island...

Zach é o ex-marido de Brittany, com quem esteve casada apenas 10 dias, antes de ele desaparecer sem uma explicação. Apesar de todos os habitantes da ilha estarem à espera que ela reaja e estejam a postos para tomar o partido dela, ela só quer seguir com a vida dela. Brittany sabe que cometeu um erro quando pressionou Zach a casar com ela e até está convencida que o facto de ele ter partido acabou por ser o melhor para ambos e só adiantou o que seria o final inevitável da relação deles... E por isso está determinada em ser cordial e manter o mínimo de contacto com Zach. O que numa ilha como Puffin Island nunca pode ser assim tão simples, não é?

A vida de Zach nunca foi fácil. Abusado em criança e saltando de casa de acolhimento em casa de acolhimento, ele aprendeu desde muito cedo a não criar laços e a não se afeiçoar a ninguém. Esse é o mecanismo de defesa dele, pois se não gostar de ninguém, também não pode ser magoado. E esse foi um dos motivos porque abandonou Brittany há dez anos. Por isso e porque está convencido que é incapaz de amar, que está demasiado avariado, e resolveu deixá-la antes que a pudesse magoar mais.

Os únicos laços que Zach tem (e que nega veementemente) são com Puffin Island e com o homem responsável pela sua ida para lá, Philip Law, o director do campo de férias que acabou por o acolher em casa nos últimos anos da sua menoridade e que, tal como a sua mulher, o ama como se fosse seu filho biológico. Ele foi um dos motivos para o regresso de Zach (embora ele não o admita), pois a saúde de Philip está a deteriorar-se e ele precisa de ajuda para gerir o campo.

E quando se torna óbvia a dificuldade de Brittany em desempenhar tarefas simples com apenas uma mão, Zach chega-se à frente para a ajudar, mesmo que ela insista que não precisa de ajuda. E quanto mais tempo passam juntos, mais se torna evidente que a atracção que sentiam um pelo outro em miúdos não diminuiu nada dez anos depois, antes pelo contrário.

Quando se torna impossível resistirem à tentação e quando Ryan Cooper, o protagonista do livro anterior e amigo de ambos, sugere a Brittany que aproveite o tempo de recuperação para ajudar no campo de férias, a convivência acaba por os juntar ainda mais. E concordam numa relação sem compromissos e com prazo de validade. Mas com o historial deles, e os óbvios sentimentos que têm um pelo outro (mesmo que insistam que não), poderão mesmo sair disto sem se magoarem?

Foi muito bom voltar a Puffin Island. E gostei muito da Brittany e do Zach, que fazem um casal fantástico, com direito a cenas muito divertidas e também muito escaldantes... Mas confesso que tive alguma dificuldade em acreditar que alguém conseguisse viver sem criar laços de qualquer tipo como o Zach fez durante dez anos. Fiquei feliz com o final que a autora lhes deu e espero voltar a vê-los no último livro da série, embora suspeite que pelo menos parte da acção se vá passar em Londres...

Ah, e mais uma vez fiquei rendida à comunidade de Puffin Island...

Classificação: 4

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Este livro conta para os Desafios Netgalley & Edelweiss Reading 2016 e TBR Pile 2016.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Opinião: "First Time in Forever"

www.wook.pt/ficha/first-time-in-forever/a/id/16081402?a_aid=4e767b1d5a5e5&a_bid=b425fcc9
Autor: Sarah Morgan
Série: Puffin Island #1
Editor: Harlequin
Edição/reimpressão: Fevereiro de 2015
ISBN: 9780373785049
Páginas: 384
Origem: Requisitado no NetGalley

Sinopse: Windswept, isolated and ruggedly beautiful, Puffin Island is a haven for day-trippers and daydreamers alike. But this charming community has a way of bringing people together in the most unexpected ways…

It's been a summer of firsts for Emily Donovan. From becoming a stand-in mom to her niece Lizzy to arriving on Puffin Island, her life has become virtually unrecognizable. Between desperately safeguarding Lizzy and her overwhelming fear of the ocean—which surrounds her everywhere she goes!—Emily has lost count of the number of "just breathe" pep talks she's given herself. And that's before charismatic local yacht club owner Ryan Cooper kisses her…

Ryan knows all about secrets. And it's clear that newcomer Emily—with her haunted eyes and the little girl she won't let out of her sight—is hiding from something besides the crazy chemistry between them. So Ryan decides he's going to make it his personal mission to help her unwind and enjoy the sparks! But can Puffin Island work its magic on Emily and get her to take the biggest leap of trust of all—putting her heart in someone else's hands?

A minha opinião: Confirma-se: Sarah Morgan é, actualmente, uma das minhas autoras favoritas! Com o livro anterior, que é uma prequela desta série, já tinhamos tido um cheirinho do que aí vinha, mas só agora ficamos realmente a conhecer Puffin Island e a sua comunidade tão especial.

A protagonista de First Time in Forever é Emily Donovan, que já tinha sido mencionada em Playing by the Greek's Rules por Brittany. Emily, Brittany e Skylar conheceram-se na faculdade e a sua amizade vem desde aí. Embora completamente diferentes, Emily e Skylar têm ambas problemas familiares e encontram em Puffin Island, e especialmente em Castaway Cottage, a casa da avó de Brittany, onde passam todas as férias de Verão enquanto estão a estudar, um refúgio seguro e o lar que não têm no resto do ano.

E é por isso que, quando a irmã mais nova de Emily, a famosa actriz Lana Fox, morre e a deixa com a guarda de Lizzie, a sua filha de seis anos, que Emily nunca sequer tinha conhecido, Emily não hesita em aceitar a oferta de Brittany e refugiar-se em Castaway Cottage. O que não é propriamente fácil porque ela nunca quis uma família e não percebe nada de crianças. E estar constantemente rodeada de água por todos os lados, quando se tem medo do mar, definitivamente torna tudo muito pior...

O mais importante agora é proteger Lizzie e tentar manter a situação sob controlo. É que os paparazzi andam malucos para serem os primeiros a conseguir uma foto da filha da falecida Lana Fox, e Lizzie, apesar de ter crescido protegida pela mãe (tão protegida que foi criada pelos empregados), já teve más experiências que a deixaram traumatizada. A última coisa que Emily precisa é de ter Ryan Cooper constantemente a insinuar-se na sua vida e na vida de Lizzie...

Era suposto ser só um favor à sua amiga Bettany. Ryan iria apenas passar por Castaway Cottage e saber se ela precisava de alguma coisa, mas assim que Emily abre a porta, Ryan sente-se imediatamente atraído e é incapaz de virar costas. Apesar da óbvia atracção entre ambos, Ryan devia saber melhor e manter-se afastado dela. Afinal, ele não quer uma relação, antes pelo contrário, por isso começar algo com alguém que tem uma criança a seu cargo só pode ser má ideia, não é?

Adorei tudo neste livro: a história, os personagens, a comunidade e a ilha. Mais uma pequena cidade fantástica que, infelizmente, só existe na ficção! A história ocorre simultaneamente com a história da prequela e o próximo livro terá início com o regresso de Brittany a Puffin Island. Mal posso esperar!

Classificação: 5
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Este livro conta para o Desafio Netgalley & Edelweiss Reading 2015

sábado, 7 de março de 2015

Opinião: "Playing by the Greek's Rules"

www.wook.pt/ficha/playing-by-the-greek-s-rules/a/id/16026511?a_aid=4e767b1d5a5e5&a_bid=b425fcc9
Autor: Sarah Morgan
Série: Puffin Island #0.5
Colecção: Harlequin Presents
Editor: Harlequin
Edição/reimpressão: Janeiro de 2015
ISBN: 9780373133130
Páginas: 192
Origem: Requisitado no NetGalley

Sinopse: It's time to throw away the rule book…

Idealistic archaeologist Lily Rose craves a fairy-tale love, but in her experience it always ends in heartbreak. So now Lily's trying a different approach—a fling with her boss, infamous Greek playboy Nik Zervakis!

Anti-love and anti-family, Nik lives by his own set of rules. There's no one better to teach Lily how to separate sizzling sex from deep emotions! But while Nik has the world at his feet, he also has dark shadows in his heart…

It starts as a sensual game, but can Lily stick to Nik's rules? And what's more, can he?

A minha opinião: Depois de descobrir que o seu namorado, com quem já estava a planear um futuro juntos, afinal é casado, Lily Rose decide que aquilo de que precisa é de um caso de uma noite para o tirar do sistema, com um homem que, definitivamente, não cumpra os seus requisitos. É que Lily tem uma lista, e só se interessa por homens que cumpram os três items: afectuoso, honesto e com fortes valores familiares. Mas, a julgar pelo seu registo amoroso, a lista claramente não está a funcionar...

E ainda mal tinha decidido, conhece o homem perfeito, o seu novo patrão, Nik Zervakis. A fama de playboy de Nik precede-o e é isso que o torna perfeito para o caso de uma noite de que Lily precisa. Mas o facto de Lily ser tão diferente das mulheres com quem Kik normalmente se envolve torna-o reticente a avançar. Afinal, por muito que ela lhe garanta que apenas quer uma noite com ele, ele sabe que ela não é o tipo de mulher para quem o sexo não envolve sentimentos e a última coisa que ele quer é envolver-se numa relação.

Contudo, após uma noite fabulosa, Nik fica perplexo quando descobre que Lily simplesmente regressou a casa de manhã, sem sequer se despedir dele. E fica ainda mais perplexo ao perceber que apenas uma noite com Lily não foi suficiente para a tirar do seu sistema... Por isso convence-a a ser a sua acompanhante ao casamento do seu pai e a prolongar o caso de uma noite por mais quatro...

Gostei tanto desta prequela à nova série da autora! O cenário é fantástico e foi tão giro acompanhar o desenvolver da relação entre a Lily e o Nik. A Lily é um raio de sol como acho que nunca tinha lido antes. Apesar da sua história triste (foi abandonada, não sabe quem são os pais e cresceu numa série de famílias de acolhimento que nunca a fizeram sentir realmente parte de uma família), nunca perde a esperança de vir a ter aquilo que mais quer, uma família, e vê sempre o melhor nas pessoas, mesmo que tenha acabado de as conhecer. Já o Nik, apesar de ter uma família, esta é bastante disfuncional, e deixou-o para sempre desconfiado das intenções das pessoas (mesmo das que conhece desde sempre) e não consegue acreditar que alguém faça algo por outra pessoa sem querer algo em troca.

E é por isso que são tão perfeitos um para o outro! Bem, a incrível química que têm também ajuda, mas é fundamentalmente porque são exactamente aquilo de que precisavam para se completar.

A única coisa que tenho a apontar é que achei que a mudança no Nik foi demasiado repentina. Foi como se, de repente, alguém tivesse ligado um interruptor e ele tivesse visto a luz... Teria gostado mais se ele se fosse apercebendo aos poucos do quanto a Lily passou a significar para ele e de como a sua vida era bem melhor com ela do que sem ela. Simplesmente não me pareceu muito credível que alguém como ele, de repente, quisesse o pacote completo.

Agora só posso esperar que façam uma aparição especial em Puffin Island...

Classificação: 4

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Este livro conta para o Desafio Netgalley & Edelweiss Reading 2015