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terça-feira, 3 de julho de 2018

Opinião: "Witch Upon a Star"

Autor: Jennifer Harlow
Série: A Midnight Magic Mystery #3
Editor: Midnight Ink Books
Edição/reimpressão: Março de 2015
ISBN: 9780738736136
Páginas: 312
Origem: Requisitado no NetGalley

Sinopse: He came for her in the night. One of the most powerful vampires in existence. He plucked young witch Anna Olmstead from a life of poverty and degradation at the hands of her abusive father. He showed her the world--a dark paradise filled with excitement. Wealth. Privilege. Power. And above all . . . love.

Asher.

But her love wasn't enough for him. He needed to possess everything about her--her identity, her soul. After a horrendous act of violence rippled through the supernatural community and caused Anna to flee his mad love, Asher still refuses to let her go. He's coming for her again. And this time, it's Anna's turn to take his everything.

A minha opinião: Witch Upon a Star é o último livro da trilogia A Midnight Magic Mystery, mas é o primeiro cronologicamente. Ora eu adorei os primeiros dois livros, portanto tinha grandes expectativas para este. Infelizmente, foram goradas...

Embora a história seja contada através de flashbacks, vou opinar sobre a mesma cronologicamente. A protagonista é Anna Olmstead que, ainda criança, é salva da sua horrível família por Asher. Asher é um vampiro e, no início, é o herói da história. Ele salva Anna e cria-a como se fosse sua filha. Mas também a mima demasiado, dando-lhe tudo o que ela quer e satisfazendo todos os seus caprichos... Ora, Anna cresce e a adoração que sente por Asher transforma-se em paixão adolescente e se primeiro ele tenta frustrar-lhe as expectativas, eventualmente cede a mais um dos seus caprichos. E Anna e Asher tornam-se amantes.

E este foi o principal problema que eu tive com a história. É que, embora não sejam, de facto, família, a relação deles começa por ser de pai e filha. O facto de evoluir para uma relação de amantes deixou-me super desconfortável...

E, obviamente, se há algo que sabemos é que os vampiros são criaturas imortais e obsessivas. Por isso, quando o deslumbre de Anna pelo mundo de Asher se começa a desvanecer e ela finalmente percebe o lado cruel e desumano dele e se começa a afastar, ele faz de tudo para a manter com ele. Até que finalmente ela consegue fugir e manter-se escondida.

Hoje ela é casada, tem dois filhos e é feliz. Mas Asher nunca deixou de a procurar e quando alguém a tenta raptar a ela e aos filhos, ela sabe que tem de o enfrentar uma última vez...

Gostei de Witch Upon a Star, mas julgo que a autora não o devia ter incluído nesta série. É que não tem nada a ver com os livros anteriores... É uma história bastante dark e pesada, enquanto os anteriores tinham uma leveza e humor característicos. E era isso que eu julgava ir encontrar aqui...

A autora não publica nada desde 2015, mas gostava muito que ela continuasse a série seguindo a fórmula original. Talvez contando a história das sobrinhas da Mona? Adorava ter mais um cheirinho dela e do Adam... Uma pessoa pode sonhar, não pode?
Classificação: 3

domingo, 9 de março de 2014

Opinião: "Werewolf Sings the Blues"

Autor: Jennifer Harlow
Série: A Midnight Magic Mystery #2
Editor: Midnight Ink Books
Edição/reimpressão: Março de 2014
ISBN: 9780738736129
Páginas: 360
Origem: Requisitado no NetGalley

Sinopse: The last thing Vivian needs is to be thrust into a werewolf war

If Vivian Dahl's life had a soundtrack, every song would be the Blues. She's pushing thirty, her singing career is going nowhere, and the partying lifestyle is taking its toll. Plus, a mysterious man is stalking her. But when she's abducted from a singing gig, Vivian is surprised to see her stalker become her savior. Jason is her werewolf rescuer sent by the biological father who abandoned her as a baby. Finding herself on the run, Vivian drives across America with the enigmatic Jason and learns about the werewolf war her father's pack is caught in. Now that an opposing pack has targeted her, Jason will stop at nothing to make sure Vivian's song isn't cut short.

A minha opinião: Werewolf Sings the Blues é uma prequela de What's a Witch to Do?, uma das minhas leituras preferidas de 2013. Por isso as expectativas eram bastante altas e, felizmente, não foram frustradas!

A história passa-se oito anos antes de What's a Witch to Do? e conta-nos a história de Vivian e Jason, que, quem leu o livro anterior sabe como termina, uma vez que ambos são também aí personagens. 

A vida de Vivian está numa espiral descendente: prestes a fazer trinta anos, a sua carreira de cantora não sai da cepa torta, a sua vida amorosa consiste em dormir com tipos aleatórios e está a ficar viciada em cocaína. A última coisa de que precisa é de um stalker, mesmo que se trate de um alto e musculado loiro de olhos azuis... Mas parece que é mesmo isso que tem, até que Vivian é vítima de uma tentativa de rapto e é o seu suposto stalker que a salva.

O seu salvador é Jason Dahl, o filho adoptivo do pai que a abandonou e à sua mãe quando era apenas um bebé e quer convencê-la que ele e o seu pai são lobisomens e que a sua vida corre risco porque uma matilha rival a quer usar para atacar o seu pai. Embora de início Vivian pense que Jason é louco, tem de se render quando este tem de fazer uma transformação parcial por forma a curar-se mais rapidamente.

E é assim que Vivian e Jason se vêm obrigados a viajar juntos da Califórnia até Maryland e descobrem que têm mais em comum do que parece à primeira vista. Obviamente que tanto convívio forçado, aliado à adrenalina da fuga de quem os quer matar/raptar, só pode significar uma coisa, não é? E afinal, apesar de partilharem o apelido e o pai, não são realmente irmãos, certo? 

Vivian está decidida a aproveitar o melhor possível a situação em que se encontra, o que significa aproveitar muito bem o seu tempo com Jason. Mas este tem um comportamento difícil de entender. Embora pareça estar muito interessado em Vivian, rapidamente se torna frio e distante com ela. Claro que, apesar de Vivian estar completamente às aranhas, já tendo lido o livro anterior, foi bastante óbvio para mim o porquê do comportamento do Jason em relação à Vivian...

Gostei muito da evolução da Vivian, da forma como passou de uma pessoa completamente egocêntrica e cheia de pena de si própria, para alguém que se sacrifica pelos outros, que coloca o bem geral à frente do seu próprio e que arrisca a própria vida para salvar os que ama. E o Jason, foi muito bom ter finalmente um vislumbre dos seus sentimentos, já que no livro anterior não tinha ficado propriamente sua fã... Mas agora percebo melhor o porquê da sua atitude protectora em relação ao Adam.

OMD, o Adam e a Mona são personagens secundárias da história e foi tão bom revê-los e ver a forma tumultuosa como o Adam lidava com a presença da Mona que não tem mesmo noção... E ficar a saber mais do passado do Adam, da bagagem que carrega e que só começa a levantar oito anos mais tarde, na sequência dos eventos de What's a Witch to Do?... Não pensei que fosse possível ficar a gostar ainda mais dele, mas estava enganada!

Mas voltando à história, não é só Vivian que tem de se confrontar com o passado e aprender a superar e perdoar, mas também Jason tem de fazer o mesmo. E o pai de Vivian tem muitas explicações a fazer... E claro, há uma ameaça iminente sobre a matilha e, quando o ataque se concretiza, nem todos sobreviverão...

Embora tenha gostado mais de What's a Witch to Do? (é difícil superar a awesomeness do Adam e da Mona), gostei mesmo muito de Werewolf Sings the Blues, até agora, a melhor leitura de 2014! Não faço ideia se a autora planeia continuar a série, mas gostava que continuasse... Afeiçoei-me às personagens e gostava de voltar a ler mais sobre este mundo paranormal que a autora criou e no qual gosto tanto de me perder.
Classificação: 5

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Este livro conta para os Desafios 2014 Netgalley & Edelweiss Reading e TBR Pile 2014.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Opinião: "What's a Witch to Do?"

www.wook.pt/ficha/what-s-a-witch-to-do-/a/id/14595762?a_aid=4e767b1d5a5e5&a_bid=b425fcc9
Autor: Jennifer Harlow
Série: A Midnight Magic Mystery #1
Editor: Midnight Ink Books
Edição/reimpressão: Março de 2013
ISBN: 9780738735146
Páginas: 336
Origem: Requisitado no NetGalley

Sinopse: A suspenseful brew with a dash of passion
High Priestess might sound like an ’80s hair band, but its Mona McGregor’s life. She runs the Midnight Magic shop in Goodnight, Virginia, and leads a large coven. She’s also raising two nieces and hasn’t been with a man for fifteen years…until a handsome doctor takes an interest in her. But Mona’s life really heats up when Adam Blue, a sexy werewolf, arrives at her door. Adam informs her that someone wants her dead and he is there to protect her. Hell’s bells! When a demon begins stalking her, Mona has to suspect her coven members, and even her family.

With two handsome men and a determined demon after her, Mona teams up with Adam to find out who really wants her dead . . . and who really wants her.

A minha opinião: Opá, gostei tanto deste livro! É a mistura perfeita de romance, mistério e humor. As personagens são memoráveis e simplesmente adoráveis e a história é tão doce e engraçada. Não estava à espera de gostar tanto como gostei e agora só me apetece propagandá-lo a toda a gente, porque acho que este livro merece mesmo ter muito sucesso!
Conta-nos a história de Mona McGregor, uma mulher de 35 anos, solteira e bruxa, que dedicou a sua vida à sua família, às suas responsabilidades e ao seu trabalho. Não admira que se tenha esquecido de realmente viver a vida... Ela é a Alta Sacerdotisa do seu clã, o que significa que é também membro da Preternatural CoOp, uma organização criada com o objectivo de colocar diferentes criaturas sobrenaturais, vampiros, lobisomens e bruxas, a trabalhar juntos e em entre-ajuda. Ela também gere a loja de magia Midnight Magic e está a criar as duas sobrinhas, que a sua irmã rebelde abandonou à sua guarda. Com tanto peso nos ombros, não admira que Mona não tenha tempo para “get a life”. Ela já perdeu a esperança de algum dia mudar o estado civil, mas parece que isso está prestes a mudar, uma vez que o novo (e bastante jeitoso) médico da cidade parece ter reparado nela de repente.
Como se a sua vida não fosse já normalmente complicada, esta semana ela tem de gerir a loja e preparar as encomendas, participar num leilão, ajudar a organizar um festival, organizar uma reunião do clã, ser a anfitriã da reunião anual da Preternatural CoOp e a sua irmã mais nova vai-se casar... Portanto, a última coisa que ela precisa é encontrar um lobisomem ferido à porta que lhe diz que alguém do seu clã a quer matar.
O Adam é o Beta da sua matilha, o que significa que é o segundo no comando. Adam e Mona conhecem-se há 18 anos, desde que ela assumiu o lugar da sua avó na co-op, e ela sempre achou que ele não a gramava. Afinal de contas, ele evitava-a a todo o custo... O que torna ainda mais estranho o facto de ele declarar que está ali para a proteger.
Ora então, para além de todos os outros compromissos na sua agenda, Mona tem também de descobrir quem a quer morta, evitando morrer no processo. E ainda terá tempo para se apaixonar...
Eu adorei a Mona e o Adam. Admito que me revi na Mona porque, afinal, sou como ela em tantos aspectos. É por isso que estava mesmo a torcer para que ela tivesse um final feliz. Ela dedicou-se completamente à sua vocação/trabalho e à sua família, tem excesso de peso, não se apaixona facilmente e ainda é solteira (melhor só do que com alguém que não ama) e está sempre a fazer listas de coisas para fazer. É, relembra-me vagamente alguém que conheço...
Mas o Adam... OMD, o Adam. Ele é como a versão lobisomem do Mr. Darcy! Não vou elaborar muito porque não quero revelar demasiado, mas basta dizer que ele entrou para a minha pequena lista de homens fictícios que gostaria que fossem reais e reparassem em mim. Sim, eu quero um Adam só para mim. Nem sequer quero saber que seja um lobisomem. E eu tenho fobia a cães, e acho que isso diz tudo.
Não posso terminar sem mencionar as sobrinhas da Mona, duas miúdas que ainda estão a lidar com os traumas a que a sua mãe as sujeitou, mas que finalmente começaram a desabrochar ao viver uma vida normal de miúdas com a tia. Que amam e que as ama também. E se, ao início, a presença do Adam lá em casa é encarada com suspeita, gradualmente ele começa a conectar com as miúdas e parece ter um talento especial para interagir com elas.
E para além do mais, é sexy como tudo. Portanto, agora a Mona passou de nenhum pretendente, para dois pretendentes. Não há escapatória, mesmo que ela consiga sobreviver à assassina, não sobreviverá à semana.
E sim, vou ler o próximo livro da série, e mais que a autora resolva escrever porque, sinceramente, já tenho saudades das personagens e de toda a cidade de Goodnight. 
Classificação: 5

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Este livro conta para os Desafios Mystery/Crime 2013 e Book Bingo 2013 (ARC).