Série: Lively St. Lemeston #3
Editor: Samhain Publishing
Edição/reimpressão: Janeiro de 2016
ISBN: 9781619228979
Páginas: 421
Sinopse: When upstairs valet meets downstairs maid, the line between work and play blurs.
Lively St. Lemeston, Book 3
John Toogood dreamed of being valet to a great man...before he was laid off and blacklisted. Now he's stuck in small-town Lively St. Lemeston until London's Season opens and he can begin his embarrassing job hunt.
His instant attraction to happy-go-lucky maid Sukey Grimes couldn't come at a worse time. Her manners are provincial, her respect for authority nonexistent, and her outdated cleaning methods--well, the less said about them, the better.
Behind John's austere façade, Sukey catches tantalizing glimpses of a lonely man with a gift for laughter. Yet her heart warns her not to fall for a man with one foot out the door, no matter how devastating his kiss.
Then he lands a butler job in town--but there's a catch. His employer, the vicar, insists Toogood be respectably married. Against both their better judgments, he and Sukey come to an arrangement. But the knot is barely tied when Sukey realizes she underestimated just how vexing it can be to be married to the boss...
Contains a butler with a protective streak a mile wide, and a maid who enjoys messing up the bed a whole lot more than making it.
A minha opinião: Julgo que este foi o primeiro romance histórico que li em que ambos os protagonistas são serviçais. John Toogood foi criado particular duma família rica, mas depois da guerra e duma briga familiar, foi despedido. Quando abre uma posição para mordomo do vigário de Lively St. Lemeston, John fica bastante entusiasmado. Infelizmente, o vigário só está a considerar candidatos casados.
E é aí que John tem uma ideia. Ele fez amizade com Sukey Grimes, uma criada da aldeia que trabalha na pensão em frente aos alojamentos dele. Ele sente-se imediatamente atraído por ela, mas a diferença de idades (ele tem 40 e ela 22) fá-lo retrair-se. Mas agora é a oportunidade perfeita: ele precisa duma mulher e ela odeia o seu emprego actual. Sukey aceita, eles casam e começam a trabalhar juntos.
Contudo, John não é um patrão fácil. Os seus padrões são extremamente elevados para aquilo a que Lively St. Lemeston está habituada e ele é muito duro para os empregados e para Sukey. E para ela é duplamente difícil, já que é casada com o mordomo o que faz com que nem sequer possa enturmar-se com os colegas.
Mas a relação íntima entre eles não é difícil. Embora tenha começado como um casamento de conveniência, a atracção entre eles é mútua e intensa. E, se de início, John estava preocupado em não ser capaz de satisfazer a sua bastante mais nova e, ainda que inexperiente, insaciável mulher, depressa Sukey lhe prova estar bastante satisfeita com o seu desempenho.
Contudo, Sukey tem razões para desconfiar dos homens, pelo que fica sempre com um pé atrás em relação a John. E quando surge a oportunidade dele regressar ao seu antigo emprego, o que é que isso significará para o casamento deles?
Gostei bastante da relação destes dois, até porque a autora a torna bastante realista. John por vezes tem vergonha de Sukey pela forma como age ou fala e ela ressente-se bastante da forma superior como ele a trata, o que prova que o amor não cura tudo. Muito bom.
Classificação: 4
Enredos: casamento de conveniência, diferença de idades

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