Autor: Sarah MacLean
Série: The Rules of Scoundrels #3
Editor: Avon
Edição/reimpressão: Novembro de 2013
ISBN: 9780062065407
Páginas: 400
Sinopse: A rogue ruined . . .
He is the Killer Duke, accused of murdering Mara Lowe on the eve of her wedding. With no memory of that fateful night, Temple has reigned over the darkest of London’s corners for twelve years, wealthy and powerful, but beyond redemption. Until one night, Mara resurfaces, offering the one thing he’s dreamed of . . . absolution.
A lady returned . . .
Mara planned never to return to the world from which she’d run, but when her brother falls deep into debt at Temple’s exclusive casino, she has no choice but to offer Temple a trade that ends in her returning to society and proving to the world what only she knows...that he is no killer.
A scandal revealed . . .
It’s a fine trade, until Temple realizes that the lady—and her past—are more than they seem. It will take every bit of his strength to resist the pull of this mysterious, maddening woman who seems willing to risk everything for honor . . . and to keep from putting himself on the line for love.
A minha opinião: Há doze anos Temple (William Harrow, Marquês de Chapin, e herdeiro do ducado de Lamont) acordou numa cama estranha coberto de sangue e sem memória do que se passou nessa noite. A cama era de Mara Lowe, a jovem com quem o seu pai se iria casar nesse dia e que Temple nunca tinha conhecido. Todos acreditam que Temple a matou e se livrou do corpo, incluindo Temple.
E, por isso, ele tem passado os últimos doze anos a castigar-se pelo seu pecado. No clube de jogo The Fallen Angel, do qual é sócio, Temple é a última hipótese que os jogadores têm de recuperar o que perderam: se o vencerem numa luta no ringue. Até hoje, ninguém conseguiu.
Christopher Lowe, o irmão da mulher que Temple supostamente matou, quer ter a oportunidade de ver a sua dívida perdoada, mas, por ser quem é, Temple recusa lutar com ele. E é aí que recebe uma visita do além na sua casa...
A verdade é que Mara enganou Temple para escapar ao casamento com o pai dele. O seu plano era fingir que tinha perdido a virgindade e, assim, o seu futuro marido perderia o interesse nela e não a procuraria. Por isso, ela droga Temple e leva-o para o quarto onde se beijam até ele apagar e ela cobre-o com sangue de porco na cama. Mas claro que sendo completamente inexperiente, ela usa tanto sangue que todos pensam que ele a matou.
E aqui ela está mesmo muito mal. Sabendo o que todos pensavam, ela nunca se chegou à frente para o inocentar e deixou-o arcar com a culpa e o estigma todos estes anos. Mas agora ela procura Temple e propõe-lhe inocentá-lo em troca dele perdoar a dívida do irmão. Temple aceita, mas tem condições próprias.
Descobrir que não é o assassino que todos pensam que é desperta em Temple uma mixórdia de sentimentos: alívio, raiva, desejo de vingança. Ele pensa que nunca conseguirá perdoar Mara e ela, que até então nunca sentiu a necessidade de obter o perdão dele, ao conhecer o homem que injustiçou, percebe que não o merece.
Não é fácil gostar de Mara, até porque é muito fácil gostar de Temple. Mas é aqui que a autora é genial. Ao mostrar-nos os motivos que a levaram a agir como agiu, conseguimos compreender e até empatizar. E o Temple é fantástico do início ao fim. Ele só queria vingança, mas à medida que vai conhecendo Mara, e a vida que tem levado nestes doze anos (ela fundou um orfanato fingindo ser viúva), acaba por se apaixonar.
Não estava à espera, mas este acabou por ser o meu preferido da série, pelo menos, até agora. Afinal, o final trás uma revelação para o próximo livro que eu nunca iria adivinhar...
Classificação: 5
Tropes: luxúria à primeira vista, inimigos a amantes, herói torturado, heroína difícil de gostar, amigos que são família
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