Série: Falcó #2
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Setembro de 2018
ISBN: 9789892343068
Páginas: 400
Editor: Edições Asa
Edição/reimpressão: Setembro de 2018
ISBN: 9789892343068
Páginas: 400
Sinopse: Em 1937, enquanto a Guerra Civil segue o seu trágico caminho, uma nova missão leva Lorenzo Falcó até Tânger, turbulenta encruzilhada de espiões, tráficos ilícitos e conspirações internacionais. O seu objetivo? Conseguir que o capitão de um navio carregado com ouro do Banco de Espanha mude de bandeira.
Espiões nacionalistas, republicanos e soviéticos, homens e mulheres defrontam-se numa guerra obscura e suja, à qual acabarão por regressar perigosos fantasmas do passado. Entre eles, Eva. Agente soviética, mulher perigosa, desafio irresistível para Falcó…
Após o êxito internacional de Falcó, realidade e ficção voltam a cruzar-se de forma magistral sob a pena talentosa de Arturo Pérez-Reverte, num livro onde, mais uma vez, não faltam aventuras, crime, e paixão…
A minha opinião: Li sem me aperceber que era o segundo de uma série, pelo que fiquei com a sensação de que, provavelmente, teria gostado mais se tivesse lido o primeiro.
O protagonista é Lorenzo Falcó, um espião ao serviço duma organização secreta apoiante de Franco durante a Guerra Civil Espanhola. A sua mais recente missão leva-o, em 1937, a Tânger que, na altura, se encontrava sob o estatuto de Zona Internacional de Tânger, um regime de administração conjunta por várias potências europeias (França, Espanha, Reino Unido e Itália), o que a tornava, naturalmente, um destino de elite para espiões.
A sua missão consiste em evitar que um navio carregado com ouro do Banco de Espanha parta com outra bandeira rumo à União Soviética. Ora, é precisamente para garantir que isso aconteça que também se encontra em Tânger Eva Neretva, espia soviética com quem Falcó tem uma relação de amor-ódio. Foi aqui que senti que me faltava contexto, uma vez que a história destes dois já vem do livro anterior.
Gostei, mas o tema não me cativou. Sinceramente, se o Falcó ia conseguir ou não cumprir a sua missão não me aqueceu nem arrefeceu. Mas o autor escreve muitíssimo bem e consegue descrever a cidade de Tânger em 1937 de tal forma que senti que lá estava.
Classificação: 3


























