Mostrar mensagens com a etiqueta Charlaine Harris. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Charlaine Harris. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Opinião: "Club Dead"

www.wook.pt/ficha/clube-de-sangue/a/id/2695009?a_aid=4e767b1d5a5e5&a_bid=b425fcc9
Autor: Charlaine Harris
Série: Sookie Stackhouse #3
Editor: Ace
Edição/reimpressão: Junho de 2010
ISBN: 9780441019113
Páginas: 294

Sinopse: There's only one vampire that cocktail waitress Sookie Stackhouse is involved with (at least voluntarily), and it's Bill Compton. But recently he's been a bit distant - in another state distant. So Sookie sets off to Mississippi after him and finds herself mingling with the underworld at Club Dead - a little haunt where the vampire elite go to chill out. And when she finally tracks down Bill - catching him in an act of serious betrayal - she's not sure whether to save him... or sharpen some stakes.

A minha opinião: E, ao terceiro livro, eis que o meu encanto com a série se desvanece cada vez mais... Depois de tudo ter terminado bem no último livro, com o romance entre Sookie e Bill a ir de vento em popa, Club Dead começa com Bill bastante desligado e evasivo. E quando Sookie finalmente o confronta sobre o seu distanciamento, Bill diz-lhe que terá de partir em breve para Seattle e deixa-lhe instruções claras sobre o que fazer ao seu computador caso algo lhe aconteça.

E pouco tempo depois Eric envia-lhe Bubba para a proteger. E em boa hora, já que Bubba acaba por matar um lobisomem de um gangue que a tenta matar no Merlotte's. Mais tarde Eric e Pam explicam-lhe que Bill está desaparecido (possivelmente "morto"), que nunca esteve em Seattle, mas sim em Jackson, no Mississippi, e que se tinha reencontrado com a sua ex-namorada, e criadora, e decidido deixar Sookie por ela...

Como se não lhe bastasse saber que ia ser trocada por outra vampira, Sookie fica também a saber que é única que pode investigar o paradeiro de Bill e salvá-lo caso ainda esteja "vivo". E é assim que Sookie se vê a caminho de Jackson acompanhada de um muito atractivo lobisomem chamado Alcide. Alcide não é grande fã de vampiros, mas vê-se obrigado a lidar com eles por motivos de negócios, e uma vez que faz negócios em Jackson, é a pessoa ideal para garantir a entrada de Sookie no Club Dead, o local na berra para os vampiros de Jackson.

E é assim que Sookie se vê a partilhar o apartamento de Alcide e a fingir ser a sua namorada no bar. A esperança é que Sookie consiga captar alguma informação dos pensamentos dos humanos que circulam à volta dos vampiros. Mas quando uma personagem do passado surge e ameaça pôr o plano de Sookie em perigo, ela não tem outra hipótese senão pôr-se a ela própria em perigo de vida...

Até agora, apesar de continuar a achar que a Sookie seria mais feliz com o Sam, eu até era fã do Bill. Mas agora já não sou. Não só se confirma a sua intenção de deixar a Sookie por outra vampira, como ele nem sequer tenta explicar-se, só assume que as coisas vão continuar como estavam e que a Sookie eventualmente o vai perdoar.

Já o Eric subiu bastante na minha consideração. Continua a ser um cafajeste, mas há uma ternura na forma como trata a Sookie que até a ele próprio surpreende. E tem pequenos gestos que o fazem ganhar pontos...

O Alcide também promete, já que a própria Sookie dá por si a considerá-lo uma alternativa viável ao futuro que tinha considerado com Bill. Afinal, com um lobisomem há a possibilidade de uma vida normal, de constituir uma família e envelhecerem juntos... E fica no ar que esta não será a última vez que o veremos.

Por falar na Sookie, já me irrita um bocado a luxúria da rapariga... Eu até percebo se ela considerasse ir para a cama com o Alcide para se vingar do Bill, mas nem é disso que se trata. Ela passa todo o livro excitada com o Bill, depois com o Alcide, depois com o Eric e depois vai alternando. Torna-se cansativo até porque para mim só faz sentido ela ter-se prestado ao que se prestou por continuar a amar o Bill, mesmo que já não queira nada com ele. Mas a quantidade de vezes que parecia que já nem se lembrava muito bem porque é que estava ali é demasiada para mim. A sério, tendo um vislumbre dos pensamentos da rapariga compreendo bem porque é que o dom dela é de enlouquecer...

Uma última nota para os restantes personagens secundários. A Tara surge novamente, agora como namorada de um vampiro, mas desaparece tão rapidamente como apareceu, pelo que não sei muito bem como irá surgir no futuro. Quanto aos meus personagens favoritos, o Sam e o Jason, desta vez ainda surgem menos, o que possivelmente também se reflectiu na minha apreciação do livro...

Para ser sincera, não sei se continuaria a série se não tivesse já o próximo livro, mas sendo assim, continuarei.

Classificação: 3

-------------------------------------------------------------------

Este livro conta para os Desafios Monthly Motif Challenge 2015 (Alternate Reality), Mount TBR 2015 e TBR Pile 2015.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Opinião: "Living Dead in Dallas"

www.wook.pt/ficha/divida-de-sangue/a/id/1989139?a_aid=4e767b1d5a5e5&a_bid=b425fcc9
Autor: Charlaine Harris
Série: Sookie Stackhouse #2
Editor: Ace
Edição/reimpressão: Junho de 2009
ISBN: 9780441018246
Páginas: 294

Sinopse: When a vampire asks cocktail waitress Sookie Stackhouse for a favor, she complies. And soon she's in Dallas, using her telepathic skills to search for a missing vampire. She agrees to interview the humans involved as long as the bloodsuckers promise to let them go unharmed. Easier said than done. All it takes is one delicious blonde and one small mistake for things to turn deadly.

A minha opinião: Living Dead in Dallas é o segundo livro da série Sookie Stackhouse, na qual a série televisiva True Blood é baseada. Como tal, e porque ainda segui as primeiras temporadas, já conhecia mais ou menos a história, apesar da adaptação ter algumas diferenças em relação ao livro.

Sookie continua a namorar com o vampiro Bill e a trabalhar no bar de Sam, Merlotte's. Mas agora que os vampiros descobriram o seu poder telepático, utilizá-lo para proveito dos mesmos torna-se um segundo emprego... E é assim que Sookie e Bill acabam em Dallas a investigar o rapto de um dos vampiros de lá e Sookie acaba infiltrada numa seita religiosa anti-vampiros. Esta seita não olha a meios para atingir os seus fins e acabamos por nos questionar sobre quem serão os verdadeiros monstros...

Entretanto, em Bon Temps, há mistérios a resolver também. Lafayette, o cozinheiro do Merlotte's, aparece morto no carro do detective da polícia local Andy Bellefleur, e tudo indica que o seu assassinato está ligado com a sua participação em festas nas quais se realizavam orgias. E há ainda uma ménade à solta, com contas a ajustar com os vampiros, e que escolhe Sookie para mensageira. De uma forma extremamente dolorosa e potencialmente mortal.

Gostei menos deste livro do que do primeiro, possivelmente porque o Sam e o Jason, dois dos meus personagens favoritos, aparecem muito pouco. Mas vou continuar a série de qualquer forma. Ah, e afinal a Tara existe, só que aparece muito pouco e, embora tenha esperança que a amizade entre ambas se venha a desenvolver nos próximos livros, para já são apenas antigas colegas de escola.

Classificação: 3

-------------------------------------------------------------------

Este livro conta para os Desafios Monthly Motif Challenge 2014 (Alternate Reality), Mount TBR 2014 e TBR Pile 2014.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Opinião: "Dead Until Dark"

Autor: Charlaine Harris
Série: Sookie Stackhouse #1
Editor: Gollancz
Edição/reimpressão: 2006
ISBN: 9780575089365
Páginas: 326

Sinopse: Sookie Stackhouse is a small-time cocktail waitress in small-town Louisiana. She's quiet, keeps to herself, and doesn't get out much. Not because she's not pretty. She is. It's just that, well, Sookie has this sort of 'disability'. She can read minds. And that doesn't make her too dateable. And then along comes Bill. He's tall, dark, handsome - and Sookie can't 'hear' a word he's thinking. He's exactly the kind of guy she's been waiting for all her life.

But Bill has a disability of his own: He's a vampire. Worse than that, hangs with a seriously creepy crowd, with a reputation for trouble - of the murderous kind.

And when one of Sookie's colleagues is killed, she begins to fear she'll be next ...

A minha opinião: Cada vez mais me convenço que há livros que têm uma altura certa para serem lidos. Este foi um desses livros. Comecei a ver a série televisiva True Blood, inspirada nestes livros, e ainda vi pelo menos duas temporadas, mas não tinha qualquer intenção de ler os livros até uma amiga me ter convencido a ler porque ia gostar. Ora esta é a amiga que me apresentou ao universo do Senhor dos Anéis, do Twilight e é também uma Potterhead... Por isso fui logo a correr comprar o primeiro livro da série. Contudo, nunca me apeteceu lê-lo até agora. É que praticamente me saltou da estante para os braços, a vontade de o ler era tanta que não valia a pena resistir.

E gostei. Bastante. Tanto que já encomendei o segundo livro e estou com vontade de voltar a ver a adaptação televisiva. Este primeiro livro não foi propriamente uma surpresa, pois a primeira temporada de True Blood é bastante fiel ao livro. Mas gostei mais do livro, achei que a história é contada de uma forma mais calma e menos espalhafatosa que na série. Acho que não vale a pena resumir a história porque já está resumida na sinopse, mas gostei bastante da premissa da história: como seria o mundo se, porque foi inventado sangue sintético, os vampiros se revelassem e passassem a ser cidadãos de pleno direito? E o facto da protagonista não ser uma humana qualquer, mas uma humana que lê pensamentos sem que ninguém saiba como nem porquê também me pareceu uma ideia interessante.

A personagem que mais me surpreendeu foi mesmo o Jason, irmão de Sookie e que, ao contrário do Jason da série televisiva, não é um tolinho pouco inteligente. Gosto mais do Jason dos livros e acho que há grande potencial para esta personagem.

Uma personagem de que senti falta, e que foi criada para a série televisiva, é a Tara, porque realmente achei estranho que a Sookie não tenha uma única amiga e confidente. Mas compreendo que seja difícil manter amizades quando se sabe o que as pessoas pensam a todo o momento...

Mas a minha personagem favorita (e já era no True Blood) é o Sam. Adoro a forma apaixonada como ajuda e defende as pessoas de quem gosta e também o seu jeito descontraído de ser. Passei a leitura a desejar que a cena da revelação do seu segredo à Sookie, e que já tinha visto na série, fosse retirada do livro... É tão boa!

Ora portanto, uma série com um mundo que, penso, ir-se-á tornar cada vez mais complexo e personagens interessantes, também elas complexas e bem caracterizadas. Uma leitura divertida, ideal para descontrair e abstrair-nos dos problemas do dia-a-dia.

Classificação: 4

-------------------------------------------------------------------